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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Depressão e tempo de trabalho


 As probabilidades de depressão mais do que duplicam entre os trabalham 11 ou mais horas, comparativamente aos que trabalham 7 ou 8h por dia. Esta é a conclusão de um relatório publicado pelo PLoS ONE.

Os autores deste estudo, coordenado por  Marianna Virtanen, seguiram cerca de 2000 funcionários públicos ingleses na busca de uma associação entre a sobre-carga laboral e a depressão. Esta correlação não foi alterada quando também foram tomadas em contas outras variáveis como o estilo de vida ou, as condições de trabalho.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Stresse ocupacional entre os professores


O stresse ocupacional afecta, de uma forma ou de outra, todos os grupos profissionais. Os docentes, como todos os outros trabalhadores têm direitos em matéria de segurança e saúde no trabalho. De resto, as condições de trabalho dos professores reflectem-se não só na saúde dos profissionais mas também na qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A profissão de professor é, por si só, exigente e stressante  e relativamente a isso os investigadores convergem na análise. De resto, o aumento do número alunos por turma; turmas por professor; da carga burocrática; da precariedade... tem inevitavelmente um custo ao nível do stresse a que estes profissionais estão sujeitos.
Pode ler aqui um estudo muito interessante sobre esta temática.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Prevenir o suicídio


"O suicídio aumentou oito por cento em Portugal entre 2009 e 2010, por isso os especialistas consideram cada vez mais importante a realização de autópsias psicológicas que ajudem a orientar as políticas de prevenção.
Em declarações à TSF, o presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia explicou que uma «autópsia psicológica permitiria esclarecer a causa de morte e ter uns números mais fidedignos em relação aos números de morte em Portugal, que pensamos estarem subavaliados»."
 Leia mais, aqui.
 Em reacção, "Álvaro de Carvalho, responsável pelo Programa Nacional de Saúde Mental, garante que a questão da depressão, principal causa dos suicídios, tem sido acompanhada, mas não de uma forma estruturada."
Leia mais, aqui.

Ora, tendo em conta o retrato tipo dos potenciais suicidas, bem como as circunstâncias que levam a que cometam estes actos desesperados, a que a crise não é alheia, consideramos de extrema importância não só o estudo como  adopção de medidas preventivas que possam minorar este tipo de ocorrências.

sábado, 17 de dezembro de 2011

20% população activa sofre de má saúde mental


20% da população activa, na OCDE, sofre de má saúde mental, i.e., depressões graves, toxicomanias graves (álcool e drogas), perturbações maníaco-depressivas…. Um estudo publicado pela OCDE (em 14 de Dezembro) compara dados de diversas fontes para chegar à conclusão que um, ou mesmo dois, em cada três pedidos de reforma por invalidez se deve a problemas de saúde mental.
A crise económica e suas consequências aparecem como uma das explicações para a deterioração da saúde mental dos trabalhadores. A perda do emprego agrava o stresse psicológico mais do que a perda do conjuge. O simples risco de perda do posto de trabalho tem um impacto negativo significativo ora, este risco aumentou para todos os trabalhadores. A “insegurança no emprego” afecta um número sempre crescente de trabalhadores destacando-se entre estes os trabalhadores precários e os menos qualificados que são os que apresentam uma pior saúde mental.
A alteração das relações de trabalho parece pois, desempenhar um papel fundamental na degradação da saúde mental dos indivíduos.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O impacto da crise na saúde mental dos trabalhadores


Um estudo publicado pela AISS (Associação Internacional de Segurança Social) põe em evidência os efeitos da crise económica, da crescente instabilidade do mercado de trabalho e do acentuar das desigualdades sociais na saúde mental dos trabalhadores.
O crescimento dos problemas de saúde mental, são um problema de bem-estar individual cujas implicações se estendem a toda a sociedade não só pelo impacto negativo sobre a produtividade das empresas mas, também pelos encargos que acarreta para a segurança social e o sistema de saúde.
Saiba mais, aqui.