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sábado, 17 de dezembro de 2011

20% população activa sofre de má saúde mental


20% da população activa, na OCDE, sofre de má saúde mental, i.e., depressões graves, toxicomanias graves (álcool e drogas), perturbações maníaco-depressivas…. Um estudo publicado pela OCDE (em 14 de Dezembro) compara dados de diversas fontes para chegar à conclusão que um, ou mesmo dois, em cada três pedidos de reforma por invalidez se deve a problemas de saúde mental.
A crise económica e suas consequências aparecem como uma das explicações para a deterioração da saúde mental dos trabalhadores. A perda do emprego agrava o stresse psicológico mais do que a perda do conjuge. O simples risco de perda do posto de trabalho tem um impacto negativo significativo ora, este risco aumentou para todos os trabalhadores. A “insegurança no emprego” afecta um número sempre crescente de trabalhadores destacando-se entre estes os trabalhadores precários e os menos qualificados que são os que apresentam uma pior saúde mental.
A alteração das relações de trabalho parece pois, desempenhar um papel fundamental na degradação da saúde mental dos indivíduos.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Segurança e Saúde em tempos de crise

A UGT esteve presente numa conferência, em Cracóvia (Polónia), que juntou mais de cem sindicalistas de toda a Europa sob a égide da Confederação Europeia de Sindicatos.
Qual o papel dos sindicatos na segurança e saúde no local de trabalho? Podem as micro e pequenas empresas usar a crise para gozar de regimes de excepção em matéria de segurança e saúde?
"All workers have a right to working conditions respecting their health, safety and dignity regardless of the size of company they work for," reminded Bernadette Ségol, ETUC General Secretary, in opening the conference. "The ETUC will not accept a reversal of the burden of proof for small and medium enterprises (SMEs) on the need for risk assessment when we know that workers are often more at risk in smaller workplaces."

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Avaliar os riscos das radiações ópticas artificiais

As radiações ópticas artificiais atingem a superfície da pele e os olhos mas podem ter incidências diversas sobre o organismo. Diferentes comprimentos de onda causam efeitos diversos de acordo com o ponto da pele ou dos olhos e o tipo de interacção: os rios ultra-violeta têm sobretudo efeitos foto-químicos, enquanto que os ultra-vermelhos têm uma incidência térmica. As radiações laser têm efeitos suplementares que se caracterizam por uma absorção muito rápida da energia ao nível dos tecidos, e são particularmente perigosos para os olhos no caso de concentração do feixe. 
Os efeitos biológicos podem ser divididos em duas categorias: as manifestações agudas (aparição súbita) e, as crónicas (resultantes de exposição prolongada e repetida). Os riscos para a saúde aumentam gradualmente consoante o grau de exposição. Os efeitos nocivos para a saúde do trabalhador relevam-se quando a exposição à radiação vai para além dos limites fixados na directiva 2006/25/CE, de qualquer modo é possível que pessoas com hipersensibilidade possam ter reacções fisiológicas mesmo quando não se ultrapassam os limites definidos pela referida directiva.

Foi recentemente publicado um guia que pretende ajudar empregadores e representantes dos trabalhadores a avaliar os riscos decorrentes das radiações ópticas artificiais.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Um dia contra o HIV/SIDA

(clique na imagem para ver o comunicado na íntegra)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Prevenção, reabilitação e reintegração


O absentismo derivado de acidente ou doença é um dos grandes desafios da segurança social que pode ser contrariado com a adequada  prevenção dos riscos profissionais. Paralelamente, é necessário manter a empregabilidade dos trabalhadores que não estão no activo devido a doenças profissionais ou acidentes.

Foi sobre este tema que decorreu recentemente um Seminário em Dusseldorf, onde se promoveu um debate alargado sobre os potenciais benefícios dos programas de reabilitação e reintegração e, ainda os últimos desenvolvimentos nesta matéria. 

Pode encontrar toda a documentação deste Seminário, aqui.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

As mortes "evitáveis"


Sabia que, de acordo com a OMS,  a principal causa de morte evitável, em todo o mundo, é o tabagismo?
De acordo com o Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, 85% a 90% dos casos de cancro do pulmão resultam directamente do consumo de tabaco sendo que este é um dos tipos de cancro com maior incidência e maior mortalidade.
Conclui que a incidência do cancro do pulmão tem vindo a aumentar no nosso País, registando-se um aumento do número de casos nas mulheres. O cancro do pulmão é o segundo mais prevalente na Europa e o quarto mais prevalente em Portugal, encontrando-se cientificamente relacionado como consumo do tabaco.
Segundo os resultados do estudo, os fumadores que tentaram deixar de fumar apenas conseguiram estar oito meses sem fumar e os motivos que levaram a reiniciar o hábito foram problemas no trabalho e na família e a existência de fumadores no círculo de amigos.
Estes dados foram considerados preocupantes pelos autores do estudo (Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão), sublinhando-se o aparecimento de 4000 novos casos de cancro do pulmão por ano em Portugal. O número de óbitos anuais ascende a cerca de 3700.

100% de razões para não fumar:
  • o fumo é responsável por 30% das mortes por cancro
  • 90% das mortes por cancro no pulmão
  • 97% do cancro da laringe
  • 25% das mortes por doença do coração
  • 85% das mortes por bronquite e enfisema
  • 25%das mortes por derrame cerebral 
  • 50% dos casos de cancro de pele.

17 de Novembro, DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR
Campanha "O céu pode esperar"

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

54 mortes por overdose em Portugal (2009)

Um estudo do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), apresentado esta terça-feira, revela que, nos  últimos 20 anos, as overdoses mataram uma pessoa por hora.

Ainda de acordo com o mesmo documento, em 2009 morreram por overdose 7 600 pessoas tendo os opiáceos, sobretudo a heroína, estado presentes na maioria dos casos notificados na Europa. 

Em Portugal, os dados do Instituto Nacional de Medicina Legal registaram 54 mortes  relacionadas com o consumo de estupefacientes, a maioria das vítimas eram homens com uma idade média de 38 anos. O exame toxicológico confirmou a presença de opiáceos em 90.7% dos casos.

Ler o relatório sobre Portugal, aqui...