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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Lançado novo website destinado a combater o cancro profissional



Um novo website – divulgado recentemente com o apoio da Confederação Europeia de Sindicatos – permitirá aos trabalhadores saber mais sobre os riscos de cancro no trabalho e os perigos da exposição a agentes cancerígenos. Todos os anos, mais de 100.000 pessoas morrem na Europa em consequência do trabalho com agentes cancerosos. 

O novo site, cujo link divulgamos em baixo, realça a necessidade de limitar a exposição a agentes que causem cancro. Envolvidos neste projecto estão a CES, a BusinessEurope, a Comissão Europeia, a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho e duas presidências europeias (Holanda e Áustria), parceiros na campanha europeia intitulada “Mapa sobre Agentes Cancerígenos”, lançada em Amesterdão em Maio de 2016.

Aceda Aqui.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Hungria: Nova legislação sobre Segurança e Saúde no Trabalho destinada a melhorar representação dos trabalhadores



No passado dia 8 de Julho, a legislação húngara sobre Segurança e Saúde no Trabalho foi alterada, reforçando o clausulado sobre a representação dos trabalhadores na área da SST. A nova lei estabelece que as empresas com pelo menos 20 trabalhadores devem promover eleições sociais destinadas a eleger um representante para a SST (anteriormente o número mínimo era 50). 

As empresas com pelo menos 20 trabalhadores que ainda não têm um representante para SST têm até 8 de Janeiro de 2017 para cumprir com o novo requisito legal. Os representantes em matéria de SST são eleitos por um período de 5 anos. 

Saiba mais Aqui.






A dor que está a paralisar a Europa

A Confederação Europeia de Sindicatos está a apelar à Comissão Europeia no sentido de combater a principal causa de doenças profissionais na Europa: a epidemia de dores nas costas, ombros, pescoço, cotovelos, mãos e joelhos que provoca uma enorme perda na qualidade de vida dos trabalhadores e milhões de dias de baixa.

Estima-se que o custo para empregadores, trabalhadores e serviços de saúde ronde os 163 mil milhões de euros.

As dores lombares estão a paralisar a Europa”, afirmou Esther Lynch, Secretária Confederal da CES. “Em França, perderam-se cerca de 9 milhões de dias de trabalho devido a dores lombares e outros problemas músculo-esqueléticos, e a situação irá agravar-se com a mão-de-obra em envelhecimento na Europa.”

Em 2013 a Comissão Europeia recusou apoiar uma diretiva sobre “ergonomia no local de trabalho” proposta pelos empregadores e sindicatos e em vez disso emitiu uma recomendação não-vinculativa.

“Está na hora de a Comissão admitir que aquela recomendação não é suficiente. É preciso fazer mais.”

As doenças músculo-esqueléticas (MSDs) do local de trabalho são causadas por tarefas que sobrecarregam o corpo e estão associadas a tarefas caracterizadas por posições corporais fixas ou constrangidas, movimentos repetitivos, concentração da força em partes do corpo tais como a mão e o pulso, e um ritmo de trabalho que não permite ao trabalhador controlo suficiente ou margem de manobra ou tempo de recuperação suficiente entre movimentos. Tudo aponta para que a constante intensificação do ritmo de trabalho esteja a obrigar os trabalhadores a laborar num ambiente de urgência constante, reduzindo assim a sua margem de manobra.

Os trabalhadores dos setores da alimentação, metalurgia, automóvel, construção, agricultura, transportes e saúde são os que correm maior risco.

A prevenção é essencial e isto implica a adaptação do trabalho ao trabalhador. “As comissões de segurança e saúde no trabalho, a legislação e regulamentações eficazes, bem como os incentivos económicos para a redução de MSDs, constituem a maior esperança para a melhoria da situação nas empresas europeias.”


Esther Lynch faz este apelo na conferência sobre “Redução do peso das doenças crónicas no trabalho” que teve lugar no início do mês, em Bruxelas, sob a presidência da Comissária Marianne Thyssen e organizada pela Liga Europeia contra o Reumatismo (EULAR).

Tradução baseada na versão oficial da CES, disponível Aqui.


A Comissão Europeia apresenta a sua avaliação da implementação do Acordo dos Parceiros Sociais Europeus sobre assédio e violência



No passado dia 21 de Setembro de 2016, a Comissão Europeia publicou um relatório dedicado à avaliação do acordo-quadro sobre assédio e violência no trabalho aprovado em 2007 pelos parceiros sociais europeus. O documento revela grandes disparidades entre países no que toca à implementação do acordo e ao seu impacto real a nível empresarial.

O Acordo-Quadro de abril de 2007 levou à adoção de instrumentos legalmente vinculativos num número limitado de países. Em cinco países (Chipre, Dinamarca, França, Luxemburgo e Espanha), os parceiros sociais nacionais transpuseram o acordo-quadro europeu para contratos coletivos. Em França e no Luxemburgo, estes foram subsequentemente declarados universalmente aplicáveis por parte do governo, enquanto que, na Dinamarca, o acordo é aplicável apenas no sector público.

Na Eslovénia, a legislação nacional sobre segurança e saúde no trabalho foi alterada a fim de incluir as questões suscitadas pelo acordo. No entanto, na maioria dos estados membros da UE, o acordo foi implementado através de atos não-vinculativos, tais como a aprovação de recomendações, documentos estratégicos, declarações e outros instrumentos de informação. Em seis países, o processo de implementação limitou-se à tradução do texto do acordo para a língua nacional.

Os autores do relatório, que já apresentaram à Comissão as suas conclusões em Junho de 2015, consideram que o processo de implementação teve pouco ou nenhum impacto em 12 países, incluindo a maioria dos países do leste europeu.

O relatório expõe também o impacto da crise sobre o processo de implementação: ‘verificou-se que, em países como a Grécia e Portugal, houve um sufoco ou enfraquecimento da cooperação – anteriormente mais positiva – durante a crise.’

A Comissão realizou um inquérito online dirigido às chefias e aos representantes dos trabalhadores para a SST a fim de avaliar o impacto real do acordo no local de trabalho. Embora os autores realcem que as conclusões do inquérito ‘devem ser tratadas com cautela devido à sua amostragem limitada’, revelam todavia alguns dados alarmantes no que diz respeito à perceção que os empregadores têm sobre o assunto.

Por exemplo, apenas pouco mais de 30% das empresas inquiridas tinha conhecimento do acordo-quadro europeu e apenas 17% encarou as baixas devido à violência e ao assédio no trabalho como um problema.

Os parceiros sociais europeus tinham já publicado o seu próprio relatório de avaliação em Outubro de 2011.

Ao assinar, em Abril de 2007, o acordo-quadro, os parceiros sociais europeus reconheceram que o assédio e a violência no trabalho podem ter ‘consequências sociais e económicas graves’. Os signatários comprometeram-se igualmente a agir de forma a que tais práticas ‘jamais sejam toleradas’. Tradução do documento oficial da ETUI. 


Seguem algumas conclusões relativamente ao nosso país. 


Algumas Conclusões relativas a Portugal


De acordo com um inquérito ESENER da EU-OSHA, que monitoriza a evolução dos riscos psicossociais e das políticas adotadas a nível empresarial, mais de 40% dos gestores em Portugal, na Roménia e na Noruega consideram o bullying e o assédio uma preocupação grave.

A média da UE para este indicador é de 20%. Só na Irlanda, Reino Unido, Suécia, Finlândia e Bélgica é que mais de 50% das empresas puseram medidas em prática para lidar com este problema. Relativamente à violência e à ameaça de violência, mais de 40% dos gestores em Portugal e na Roménia encararam-nas como um problema grave; os países com maior número de gestores preocupados com o stress, assédio e violência no trabalho são também os países com menos medidas em prática.

Três outros países (Portugal, Polónia e França) incluíram definições específicas de assédio (mobbing) na sua legislação sobre segurança e saúde. Dois países (Estónia e Hungria) oferecem uma definição sobre riscos psicossociais, enquanto outros onze países da UE e EEE mencionam ocasionalmente o stress, riscos psicossociais, violência ou assédio sem contudo oferecer uma definição detalhada ou políticas de prevenção específicas nas suas leis.

Em Portugal, a crise e o processo de implementação do Memorando de Entendimento foram tidos como os principais subversores das estruturas de relações industriais existentes, tendo desviado a atenção de outras prioridades. Embora tenha sido desenvolvido um guia, este não obteve o apoio dos empregadores, que consideraram o projeto de documento pouco claro no que diz respeito à abordagem do problema do ponto de vista prático e legal.

Em 12 países (Bulgária, Estónia, Grécia, Croácia, Hungria, Itália, Lituânia, Malta, Portugal, Roménia, Eslováquia e Liechtenstein), a atividade – ou inatividade – dos parceiros sociais teve um impacto nulo ou reduzido. Na maior parte destes países isto deve-se claramente à inexistência de qualquer tipo de ação, mas nos casos da Estónia e de Portugal, por exemplo, deve-se também ao facto de as ações se limitarem à tradução e publicação do Acordo em vários websites, sem ações de sensibilização conjuntas adicionais.

Nestes e noutros países onde as ações de implementação possam ser consideradas relativamente fracas, poderão ser necessárias mais medidas de capacitação a fim de aumentar a capacidade organizacional e reforçar a cooperação eficaz. Deve, contudo, salientar-se que nalguns países, como a Grécia e Portugal, a cooperação – outrora mais positiva – foi debilitada durante a crise e subsequentes alterações às relações industriais.

Ademais, de acordo com o ESENER (2009) mais de 40% dos gestores em Portugal, na Roménia e na Noruega consideram o bullying e o assédio uma preocupação grave. Todavia, só na Irlanda, Reino Unido, Suécia, Finlândia e Bélgica mais de 50% das empresas puseram medidas em prática para lidar com este problema.

 Relativamente à violência e à ameaça de violência, mais de 40% dos gestores em Portugal e na Roménia encararam-nas como um problema grave; os países com maior número de gestores preocupados com o stress, assédio e violência no trabalho são também os países com menos medidas em prática.

As maiores proporções, cerca de 20%, foram encontradas na Áustria, Finlândia e República Checa; ao passo que países com níveis reduzidos de comportamento social adverso, abaixo de 10%, incluem o Chipre, Itália, Portugal, Roménia, Polónia e Hungria.

Os setores da saúde e transportes são os que estão mais expostos a comportamentos sociais adversos, ao passo que os menos expostos incluem os da agricultura, construção e indústria. O estudo confirmou que os riscos psicossociais têm um impacto negativo sobre a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

Em 2009, de acordo com dados do ESENER, mais de 10% dos gestores em 18 dos 27 países da Europa acreditavam que o bullying e o assédio era um problema grave para a empresa. Mais de 50% dos gestores em Portugal, na Roménia e na Noruega apontaram este como um dos principais problemas no local de trabalho, enquanto que na Eslovénia, Suécia, Finlândia e Hungria menos de 2% dos gestores consideraram que esta não era uma preocupação grave.

Em 2009, de acordo com dados do ESENER, mais de 10% dos gestores em 19 dos 27 países da Europa acreditavam que a violência ou a ameaça de violência era uma preocupação grave. Portugal e Roménia foram os países com a maior percentagem de gestores que identificaram este problema como tal, ao passo que a Estónia, a Eslovénia e a Hungria apresentaram as menores percentagens.

Em linha com as conclusões do IFT e dos módulos ad-hoc, o stress relacionado com o trabalho é reconhecido como uma preocupação grave pelos gestores da maioria dos países. Em Portugal, bem como na Noruega, Polónia, Roménia e Bulgária, mais de 50% dos gestores reconheceram este problema como sendo particularmente preocupante, ao passo que na Itália, Lituânia, Finlândia, Suécia e Holanda menos de 20% dos gestores manifestaram preocupação com o stress no trabalho.

De notar que são os países com menos medidas postas em prática para lidar com o stress no trabalho (abaixo de 20%) que todavia revelam maior preocupação com esta questão: Portugal, Polónia, Hungria, Grécia e República Checa. Em apenas três países europeus mais de 50% das empresas declararam possuir procedimentos para lidar com o stress no trabalho: Irlanda, Suécia e Reino Unido.

O ESENER pergunta aos gestores se o bullying e o assédio constituem uma preocupação grave. De uma forma geral, Portugal, Roménia e Noruega são os três países com a maior percentagem de gestores (mais de 40%) que consideraram o bullying ou o assédio uma das principais preocupações da sua empresa.

Na Eslovénia, Suécia, Finlândia e Hungria menos de 2% dos gestores apontaram o bullying ou o assédio como uma preocupação grave. A média da UE situa-se nos 20%. Portugal e Roménia são também os países com as menores percentagens de empresas com procedimentos em curso para lidar com este problema.

A violência ou ameaça de violência no trabalho é reconhecida como uma preocupação grave por mais de 40% dos gestores em Portugal e na Roménia. Isto reflete as conclusões dos outros riscos psicossociais analisados (stress e bullying ou assédio). Por sua vez, a Estónia, a Eslovénia e a Hungria revelam que menos de 4% dos inquiridos considera que a violência no trabalho não constitui uma preocupação grave na sua empresa.

Ao todo, 23% das mulheres empregadas já sofreu alguma forma de assédio sexual nos 12 meses anteriores à entrevista. Esta dimensão sobe para 34% na Dinamarca e na Suécia, ao passo que a Lituânia e a Eslovénia são os países com menor número de trabalhadoras e reportar casos de assédio sexual.

 De acordo com os dados da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais, 5% das mulheres europeias já experienciou formas físicas de assédio sexual em contexto de trabalho, 12% na Dinamarca e 9% na Holanda, Eslováquia e Suécia. Portugal, Espanha e Eslovénia são os países com menores percentagens.

Dados nacionais sugerem que oito países (Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Luxemburgo, Holanda, Eslovénia, Islândia e Noruega) abordam quer o assédio quer a violência na sua legislação sobre segurança e saúde, incluindo diferentes tipos de políticas de prevenção e gestão de ocorrências.

Três outros países (Portugal, Polónia e França) incluem definições específicas sobre assédio (mobbing) na sua legislação nacional sobre SST. Dois outros países (Estónia e Hungria) fornecem uma definição de riscos psicossociais enquanto que outros onze países da UE e EEE mencionam por vezes stress, riscos psicossociais, violência ou assédio sem no entanto oferecer uma definição detalhada ou políticas preventivas específicas.

Apenas 4 países apresentam uma definição de riscos psicossociais mais específica: Bélgica, Estónia, Hungria e Islândia. Noutros 3 países os riscos psicossociais são mencionados em ligação com os perigos psicossociais do assédio e da violência, mobbing e bullying.


 São os casos da Holanda, Eslovénia e Noruega. Noutros 8 países apenas os termos ‘mental’, ‘psicológico’ ou ‘psicossocial’, ou ‘integridade e dignidade’ são explicitamente mencionados na determinação da responsabilidade do empregador na avaliação de riscos (Áustria, Alemanha, Dinamarca, Finlândia, França, Letónia, Portugal e Liechtenstein). Por fim, a Itália e a Hungria referem explicitamente que o stress deve ser contemplado na avaliação de riscos.

Acresce ainda que a violência e o assédio são mencionados especificamente na legislação sobre SST de 11 dos países analisados. Entre estes onze países, França, Islândia e Portugal incluem apenas uma referência ao assédio. Outros países incluem quer a violência quer o assédio na sua legislação nacional sobre segurança e saúde.
Os países optaram também por abordagens diferentes no que toca à definição de assédio.

Alguns não definem, pura e simplesmente, o assédio na sua legislação nacional. Outros, tais como França, Portugal ou Islândia preferem definir o assédio servindo-se dos resultados deste fenómeno que é habitualmente definido como ‘transgressor da dignidade dos trabalhadores, afetando a sua saúde e/ou criando um ambiente de trabalho hostil’.

Em Portugal, a crise e o processo de implementação do Memorando de Entendimento foram apontados como os principais causadores da deterioração das estruturas de relações industriais, tendo desviado a atenção de outras prioridades.

Os parceiros sociais também aprovaram e disseminaram conjuntamente uma tradução do acordo. Para além disto, a implementação ficou limitada ao nível sectorial, mas até à data não existe nenhuma informação específica sobre os acordos ou ações conjuntas a este nível. Isto poderá dever-se à crise, desviando a atenção para outros assuntos e mergulhando as relações industriais portuguesas num período de crise à medida que o país batalhava com os requisitos do Memorando de entendimento.

Foi esboçado um guia sobre assédio e violência, mas não obteve aprovação por parte da confederação patronal CIP, que considerou que o texto carecia de clareza legal e processual. 












terça-feira, 25 de outubro de 2016

Artigo – Riscos Sociais, Tecnologias e acidentes





Divulgamos no nosso Blog este interessante artigo, da autoria de João Areosa, sobre os benefícios que a tecnologia nos proporciona e o surgimento de riscos profissionais a ela associados.   

Segue o resumo:

“ Os riscos sociais e tecnológicos podem ser compreendidos como uma espécie de antecâmara para a ocorrência de acidentes ou de outros eventos indesejados. O debate sobre as múltiplas formas e abordagens ao risco parece que se tornou central nos dias de hoje, apesar de o risco sempre ter acompanhado toda a história da humanidade.

Todavia, não sabemos se o mundo é atualmente mais arriscado do que foi no passado, mas sabemos, por exemplo, que os cidadãos ocidentais têm vindo a aumentar a sua esperança média de vida, que a mortalidade infantil baixou drasticamente e que somos hoje mais saudáveis do que no passado, fruto, por exemplo, do desenvolvimento tecnológico.

Apesar de todos os benefícios que a tecnologia nos proporcionou ela também é geradora de riscos graves e assustadores com os quais os nossos antepassados não tiveram de conviver, particularmente centrais nucleares, transportes aéreos (aviação), plataformas petrolíferas, engenharia genética e por aí adiante.

É devido a toda esta ambivalência que não conseguimos responder satisfatoriamente se vivemos hoje num mundo mais arriscado ou mais seguro. Em resumo, este trabalho pretende discutir a ambivalência da tecnologia a partir da noção de risco, nomeadamente os seus aspetos positivos e negativos.”



Aceda ao Artigo Aqui.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

.PARCERIA ACT/ISCTE ESTUDA RELAÇÕES ENTRE ENVELHECIMENTO E SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO




Resultado de uma parceria entre a ACT e o ISCTE-IUL, o Projeto AGE teve por objetivo desenvolver um estudo acerca das questões da saúde e idade no trabalho ao nível nacional e transversal a todos os setores de atividade, com recurso a um dispositivo de recolhas repetidas de dados com potencial para comparações longitudinais.

O questionário foi administrado pelos técnicos da ACT, tendo-se obtido uma amostra de cerca de 3 mil trabalhadores.

 Os resultados revelam percentagens consideráveis relativamente à exposição a riscos (nomeadamente constrangimentos visuais, físicos e de natureza psicossocial), com elevado grau de incómodo reportado pelos trabalhadores. Os resultados indicam ainda que os trabalhadores associam estes fatores de risco ao seu estado de saúde percebido, nomeadamente para as LMERT, fadiga, problemas de sono, dificuldades de memória, ansiedade e depressão.

Fonte: Newsletter Actuar


  



Lançamento Nacional da Campanha contra o Tráfico de Seres Humanos



No passado dia 13 de outubro foi lançada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, a campanha nacional contra o Tráfico de Seres Humanos, este ano direcionada para o tráfico de menores.


 Aceda ao Folheto Aqui.

Aceda ao Cartaz Aqui.

Visualize o vídeo CAMPANHA NACIONAL CONTRA O TRÁFICO DE SERES HUMANOS