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terça-feira, 4 de abril de 2017

Primeira vitória na luta contra o cancro ocupacional


No passado dia 28 de Fevereiro, a Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais do Parlamento Europeu votou a favor das várias alterações à proposta da Comissão Europeia para uma diretiva que altera a Diretiva 2004/37/EC sobre a proteção dos trabalhadores contra riscos relacionados com a exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos no local de trabalho.


Saiba mais aqui.

Epigenética e gestão de riscos químicos no local de trabalho


Este guia publicado pela ETUI fornece uma introdução exaustiva à epigenética, ciência emergente dos mecanismos biológicos no ADN que podem modificar a nossa atividade genética sem alterar o código genético em si. O conhecimento da epigenética é importante para os trabalhadores pois pode conduzir a uma evidência retrospetiva da exposição passada a químicos (nocivos) e à identificação de químicos perigosos no local de trabalho.


Descarregue o guia aqui.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Alerta Direitos na SST


Sabia que...


Inquérito Nacional às Condições de Trabalho em Portugal – Resultados





No próximo dia 7 de abril de 2017, vai decorrer uma sessão pública de apresentação dos resultados do Inquérito Nacional às Condições de Trabalho em Portugal, uma antiga reivindicação dos Parceiros Sociais.

O Inquérito Nacional às Condições de Trabalho em Portugal Continental é um estudo de âmbito nacional, realizado pelo CESIS - Centro de Estudos para a Intervenção Social, com o apoio financeiro enquadrado no Programa Operacional de Apoio à Promoção da SST (PROAP), na sequência do protocolo estabelecido com a ACT.

Este Inquérito tem como objetivo dotar as Administrações do Trabalho e da Saúde de um melhor conhecimento das condições de trabalho em todo o território continental, nomeadamente ao nível dos fatores de exposição aos riscos profissionais, meios afetos à prevenção das empresas, as ações e métodos de divulgação das medidas preventivas, a formação e a participação dos trabalhadores, entre outros, que lhes permitam adequar as suas estratégias preventivas.


É de referir que a conclusão deste Inquérito às Condições de Trabalho decorre diretamente da medida 4 da Estratégia Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho 2015/2020.

Aceda ao programa Aqui.


quinta-feira, 30 de março de 2017

Amianto, há mais perigo nas escolas? Traduzido para língua gestual



A ACT publicou um vídeo traduzido para língua gestual sobre a temática do amianto nas escolas.


Aceda ao vídeo Aqui.

Relatório “AGE – Monitorização e gestão da saúde e da idade no trabalho”,

Acaba de ser publicado o relatório “AGE – Monitorização e gestão da saúde e da idade no trabalho”, fruto de uma parceria entre a ACT e o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.

“O relatório que se segue consiste numa análise dos dados recolhidos no âmbito do projeto AGE. Trata-se de um estudo efetuado ao nível nacional com uma amostra de 3106 trabalhadores de vários setores de atividade.

O estudo foi desenvolvido numa parceria entre o ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa e a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho. A recolha de dados junto dos trabalhadores decorreu no final de 2015 e foi realizada pela ACT, através dos seus técnicos e inspetores do trabalho, com um instrumento construído para o efeito, pela equipa de investigadores do ISCTE-IUL – o instrumento AGE.

Foram recolhidas informações sobre a perceção dos trabalhadores acerca das suas condições de trabalho (fatores de risco, exigências, recursos, horários e tempos de trabalho), estado de saúde percebido (problemas de saúde sentidos e relação com o trabalho), práticas se SST identificadas nas empresas e um conjunto de dados de caraterização socio-demográfica (sexo, idade, setor, escolaridade, salário, tipo de contrato de trabalho, dimensão da empresa, entre outros).

Os resultados mostram algumas evidências sobre as condições de trabalho em Portugal, nomeadamente, no que diz respeito à exposição a fatores de risco, destacam-se o esforço físico, os fatores associados ao ambiente de trabalho e os fatores psicossociais (obviamente com particularidades setoriais).

São ainda de referir as exigências de concentração, o trabalho sob pressão e as longas horas de trabalho como fatores presentes numa boa parte da amostra. Quanto aos problemas de saúde sentidos e reportados pelos trabalhadores, salientam-se os problemas musculares, articulares ou ósseos, a ansiedade, os problemas de visão, o cansaço rápido e fadiga, os problemas de sono e a depressão, entre os mais frequentes.

As análises mostram ainda que nem todos os públicos estão igualmente expostos a estas situações, revelando uma realidade particularmente penosa para certos grupos em diferentes contextos. Por exemplo, para os trabalhadores temporários no que respeita às exposições e aos horários de trabalho atípicos; para os temporários e contratados a termo no que se refere aos baixos recursos sentidos na situação de trabalho; para as mulheres nas exigências emocionais, no baixo reconhecimento e participação; para os jovens na intensidade do trabalho e nos horários rotativos; e para os trabalhadores mais velhos, cuja diversidade de situações reportadas é expressão real do seu percurso, das suas escolhas e das escolhas das organizações e do mercado no qual se encontram inseridos.”

Fonte: Nota Introdutória


O relatório encontra-se disponível para consulta Aqui.