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sexta-feira, 5 de maio de 2017

OIT: Segurança e Saúde dos Trabalhadores firmemente inserida na Agenda para o Desenvolvimento Sustentável


“A Organização Internacional do Trabalho procura sensibilizar o mundo para as dimensões e consequências das doenças e danos pessoais causados pelo trabalho, de modo a assegurar que a segurança e saúde de todos os trabalhadores seja firmemente inserida na Agenda para o Desenvolvimento Sustentável e apoiar uma ação sustentável sobre a SST a todos os níveis”, disse Nancy Leppink, Chefe do Departamento da Administração e Inspeção Laboral e da Segurança e Saúde no Trabalho da OIT.

No Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho deste ano (28 de Abril), a OIT destaca a necessidade crítica dos países em melhorar a sua capacidade de recolher e usar dados fiáveis sobre segurança e saúde no trabalho (SST).

 A recolha deste tipo de dados é fundamental quer para o bom funcionamento dos sistemas de SST a nível nacional e empresarial, quer para a deteção de novos perigos e riscos emergentes, a medição da exposição dos trabalhadores a determinados perigos, o desenvolvimento de medidas preventivas e a implementação de políticas, sistemas e programas, além de ser indispensável para o cumprimento do compromisso com a Meta nº 8 da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável, “crescimento económico inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho digno para todos”.

Consulte o artigo original aqui.

Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho: a CES denuncia as desigualdades em termos de Saúde e Segurança no Trabalho.




Este ano, o movimento sindicalista internacional fez incidir à Jornada Mundial pela Segurança e Saúde no Trabalho, celebrada a cada 28 de abril, o tema do impacto da discriminação sobre a saúde e a segurança dos trabalhadores.

A Confederação Europeia dos Sindicatos (CES) emitiu uma mensagem centrada nos riscos enfrentados por algumas categorias específicas de trabalhadores.

 "Trabalhadores precários, de pequenas e médias empresas, trabalhadores jovens, trabalhadores migrantes e trabalhadores domésticos encontram-se mais em risco do que trabalhadores efetivos em empresas de maior dimensão.

Isto deve-se em parte a menos formação, informação e representação por representantes de segurança para esses trabalhadores, em empresas de menor dimensão ", denunciou a CES num comunicado de imprensa.

A organização sindical sublinhou a situação na indústria da construção civil: "Cerca de um terço dos trabalhadores da construção estão expostos a substâncias muito perigosas, como carcinogéneos, mutagénicos e reprotoxinas. Entre todas as ocupações, os trabalhadores de construção têm uma maior probabilidade de morte prematura '.

Para além do setor da construção civil, a CES identificou algumas categorias de trabalhadores particularmente vulneráveis ​​a uma vasta gama de riscos no seu local de trabalho: "Os trabalhadores migrantes têm mais doenças músculo-esqueléticas, doenças da pele e acidentes de trabalho (...) estão em risco particularmente alto de lesão (...) e os cabeleireiros representam cerca de 1% de toda a força de trabalho, mas 20% das mulheres afetadas por asma relacionada ao trabalho são cabeleireiras.

A CES criticou também a falta de reconhecimento do risco de exposição de mulheres grávidas a determinadas condições de trabalho (por exemplo, exposição a agentes químicos, radiações ionizantes, ondas eletromagnéticas, stress, calor excessivo, levantamento de pesos pesados, ruído, etc.).

 "A saúde e a segurança de todos é importante. Todos os trabalhadores têm direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável, ninguém deveria ter de escolher entre o seu trabalho e a sua saúde ", afirmou Esther Lynch, Secretária Confederal da CES, encarregada das questões de saúde e segurança no trabalho.

Com base nos dados do Eurostat, a CES estima que mais de 168.000 pessoas morrem todos os anos de acidentes e doenças relacionados com o trabalho e que mais de 3 milhões de acidentes de trabalho (os que resultam em pelo menos quatro dias de ausência) são relatados todos os anos Na UE.

Tradução do documento oficial da ETUI disponível Aqui.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Ficha de Investigação de doença profissional

A ocorrência de acidentes de trabalho e de doenças profissionais, constitui um indicador da existência de disfunções nos locais de trabalho, no que concerne à prevenção de riscos profissionais.
A informação recolhida, nomeadamente sobre as causas de uns e outros, permitirá às organizações definir estratégias de correção bem como implementação de novas medidas de prevenção.
No sentido de apoiar as organizações a melhorar o desempenho em matéria de prevenção de acidentes de trabalho e doenças profissionais, disponibiliza-se aqui dois instrumentos de recolha de informação.
Pode aceder à Ficha de Investigação de doença profissional em: https://goo.gl/qCdyAG

Sabia que...


Soterramento: trabalho em valas




No âmbito da Campanha Ibérica para a prevenção dos acidentes de Trabalho, foi elaborado mais um suporte informativo sobre os riscos do soterramento: trabalho em valas.

O risco de soterramento encontra-se presente em inúmeros trabalhos de construção e pode afetar, não só os trabalhadores, mas também terceiros.

 O trabalho em valas, comporta riscos de soterramento e caracteriza-se por ser uma atividade com vários componentes: além da escavação do solo e remoção de terras, existem situações de trabalho em profundidade e muitas vezes, localiza-se em áreas que potenciam os riscos de acidentes, nomeadamente devido a desmoronamento, afundamento ou deslizamento de terras.

O risco de soterramento surge devido à não adoção de processos construtivos que constituam, eles próprios, proteção contra o risco de soterramento, ou à ausência ou desadequação das soluções de contenção dos terrenos.

Aceda à monofolha Aqui.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Novo vídeo do Napo – Avaliação de Riscos




O Napo  ciente da importância de se realizarem Avaliações de riscos no local de trabalho, convence o seu chefe para a sua realização.  Tarefa que nunca foi tão fácil graças ao OiRA.

Juntos identificam e avaliam os riscos para a segurança e saúde no trabalho e tomam as medidas preventivas adequadas.

Seguindo o exemplo de Napo, e utilizando o instrumento interativo em linha de avaliação de riscos - OiRA , as micro e pequenas empresas podem começar a gerir os riscos para a segurança e saúde. Cerca de 120 ferramentas OiRA encontram-se já disponíveis para utilização. São adaptadas a 60 setores de atividade e profissões e podem ser utilizadas pelo menos em 15 países. Muitas mais estão a ser desenvolvidas.

Junte-se ao Napo e faça já a sua avaliação de riscos em linha!

Assista ao vídeo

Visite o portal da OIRA



Relatório das atividades de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho de 2016


Já se encontra disponível, no portal da ACT, o Relatório das atividades de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho de 2016.

O presente relatório visa dar cumprimento ao estipulado na Resolução da Assembleia da República n.º 44/2001 de 7 de junho, que instituiu o dia 28 de Abril como Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho (DNPSST).

Neste documento são feitas duas recomendações ao Governo:

 (i) no âmbito das comemorações do Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho, a realização de uma campanha de informação, formação e prevenção com o objetivo de reduzir os acidentes de trabalho e

(ii) a apresentação anual, à Assembleia da República, dos dados disponíveis relativos à sinistralidade laboral e medidas tomadas e ações realizadas no decurso do ano, assim como as previstas para o ano seguinte, na área da prevenção e segurança no trabalho.


Aceda ao relatório Aqui.