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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Burnout: um fogo que arde sem se ver, mas que se sente!



Disseminamos um interessante artigo elaborado por João Areosa, que
“ Primeiramente, devido à sua atual dimensão, o burnout deve ser tratado como um problema de saúde pública ou coletiva. O seu impacto nas sociedades, nas organizações e na vida das pessoas é suficientemente grave para que esta síndrome seja apenas tratada como fruto de personalidades mais frágeis ou inadaptadas, o que significaria que este problema seria essencialmente de natureza individual. Mas não é!”










sexta-feira, 9 de junho de 2017

França: Universidade de Bordéus vai promover debates sobre saúde ocupacional



Como parte da sua primeira “Escola de Verão sobre Saúde e Trabalho”, a Universidade de Bordéus irá organizar na primeira semana de Julho deste ano uma série de debates sobre temas relacionados com a saúde no trabalho. 

O programa irá incluir vários documentários que serão projetados  em parceria com o festival de cinema internacional “Filming Work”, que teve lugar em Poitiers. Tony Musu, investigador da ETUI e perito em riscos químicos, participará no painel de encerramento no dia 7 de Julho.


A página oficial do evento, que irá disponibilizar documentos referentes aos debates, pode ser consultada aqui.

Sabia que


Sabia que


Amianto crisótilo bloqueado da Convenção de Roterdão pela 6ª vez


A luta pela imposição de fortes restrições comerciais ao amianto crisótilo terá que esperar pelo menos mais dois anos. Pela sexta vez consecutiva, um pequeno conjunto de países – sete ao todo – impediu a inclusão do mineral cancerígeno na lista de substâncias perigosas da Convenção de Roterdão (Anexo 3). 

Os químicos constantes desta lista são sujeites a restrições que impedem a exportação de um produto sem o consentimento prévio do país importador. Esta foi a oitava Conferência das Partes que integram a Convenção de Roterdão; o encontro semestral reuniu representantes de 157 países em Genebra e terminou a 5 de Maio.

Saiba mais aqui.



TUC: planos do governo para o Brexit ameaçam proteções de segurança e saúde dos trabalhadores britânicos



No passado dia 17 de Maio, o Trade Union Congress (TUC) publicou um novo comunicado intitulado “Proteger a Segurança e a Saúde após o Brexit”, alertando sindicalistas e trabalhadores para o risco que as proteções de segurança e saúde enfrentam em função dos planos do governo para o Brexit.

Embora o governo ainda não tenha transposto para o papel as suas intenções de transferir todas as proteções de segurança e saúde da lei europeia para a britânica, não existem quaisquer garantias para o que acontecer depois.


Leia o comunicado do TUC aqui.

Conversas sobre PRP - Prevenção de Riscos Psicossociais no Trabalho



O Departamento de SST realizou ontem uma iniciativa, nas instalações da UGT, sobre a temática dos riscos psicossociais relacionados com o trabalho. Para esta iniciativa foi convidado o Dr. Samuel Antunes, perito em matéria de riscos psicossociais no trabalho, coordenador da Campanha e do Prémio Health Workplaces e diretor do Programa de Promoção de Promoção da Saúde mental nos locais de trabalho.

O que são os riscos psicossociais? Porque nos preocupamos com estes riscos? Quais os riscos da exposição para a saúde? Quais as medidas de prevenção a adotar? Qual a amplitude do fenómeno?

Estas foram algumas das matérias discutidas e, para as quais contámos com o testemunho de representantes sindicais que deram conta das suas realidades setoriais.

É ponto assente que os riscos psicossociais são das questões que maiores desafios apresentam em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho, pois têm um impacto significativo na saúde dos trabalhadores, nas organizações e nas economias nacionais e encontram-se ligados a problemas nos locais de trabalho, tais como o stresse, a violência, o assédio e a intimidação no trabalho. 

O Dr. Samuel Antunes traçou o panorama de Portugal em termos de  problemas de saúde mental, sendo que destacamos os seguintes dados:

Em 2008 menos de 20% da população tinha problemas de saúde mental. Em 2016 esta percentagem sobe para 30%;

- As perturbações psiquiátricas afetam mais de um quinto da população portuguesa (22,9%).

- Deste valor global destacam-se os mais altos nas perturbações da ansiedade (16,5%) e nas perturbações depressivas (7,9%).

De referir que esta iniciativa marca o arranque da realização de um estudo sobre riscos psicossociais – Estudo de avaliação de riscos psicossociais na administração pública central, local e setor empresarial que a UGT vai desenvolver com o contributo do Dr. Samuel Antunes.

Daremos conta, neste Blog, do desenvolvimento deste Estudo.