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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Rumo a um trabalho adaptado à idade na Europa: uma perspetiva ao longo da vida sobre o trabalho e o envelhecimento por parte das agências da UE


Este relatório coloca em destaque os diversos desafios associados ao envelhecimento da população ativa e pondera soluções inovadoras. Sob a coordenação da EU-OSHA, em colaboração com o Cedefop, o EIGE e a Eurofound, cada agência da UE centra-se num aspeto diferente das alterações demográficas e nas suas implicações para o emprego, as condições de trabalho e a saúde e formação dos trabalhadores. 

O relatório analisa as condições de trabalho, apresenta exemplos de políticas para a segurança e saúde de uma mão de obra em envelhecimento, fornece uma perspetiva de género e explora a forma como o ensino e formação profissionais e a aprendizagem ao longo da vida podem apoiar o envelhecimento ativo no local de trabalho.


Descarregue o relatório aqui.

Conferência: Apoio a pequenas e micro empresas através de ferramentas de avaliação de riscos


No passado dia 17 de Maio, a EU-OSHA e a Comissão Europeia organizaram uma conferência conjunta para discutir como auxiliar as pequenas e micro empresas através do uso de ferramentas de avaliação de riscos interativas. 

Esta conferência teve como objetivo avaliar as ferramentas, salientar o seu valor acrescentado e o seu contributo para melhorar as normas de segurança e saúde no trabalho, bem como partilhar conhecimentos e boas práticas. O programa incluiu debates sobre as necessidades específicas das pequenas e micro empresas e a melhor forma de servi-las.


Aceda aqui ao relatório da conferência e aos documentos apresentados ao longo da mesma. 

Sabia que?


Alerta Direitos SST


terça-feira, 11 de julho de 2017

Tempo de mudar: sindicatos europeus unem-se para deter o aumento dos riscos psicossociais





O 4º “Workshop” Sindical Europeu sobre Riscos Psicossociais no Trabalho, organizado pela ETUI nos passados dias 23 e 24 de Maio em Bruxelas, ofereceu um espaço de diálogo onde 35 representantes sindicais de 16 países europeus puderam discutir uma variedade de tópicos centrados no atual tema dos ‘riscos psicossociais e ação coletiva’, selecionado em resposta ao preocupante crescimento do número de trabalhadores expostos a fatores de riscos psicossociais.


Saiba mais sobre este “workshop” aqui.

CES lança campanha contra perturbações músculo-esqueléticas


A Confederação Europeia de Sindicatos (CES) está a apelar à UE e aos governos nacionais para que dêem mais apoio aos representantes em matéria de segurança e saúde no trabalho no sentido de combater as dores nas costas, pescoço e ombros. 

As dores nas costas, pescoço e ombros (juntamente com as dores noutras articulações como as mãos, cotovelos e joelhos) – conhecidas coletivamente e tecnicamente como perturbações músculo-esqueléticas – perfazem a doença profissional mais comum na Europa. As causas mais comuns são os movimentos repetitivos da mão ou do braço e estar sentado durante períodos de tempo prolongados.

A fim de ajudar os trabalhadores e seus representantes em matéria de segurança e saúde a tratar de questões relacionadas com as perturbações músculo-esqueléticas, a CES e o Instituto Sindical Europeu (ETUI) produziram posters infográficos intitulados ‘O trabalho não devia doer’ salientando o facto de que ‘a legislação europeia confere o direito à avaliação de riscos’ e encorajando os trabalhadores a ‘falar com os seus representantes em matéria de segurança’. 

O apelo e os posters foram lançados na Conferência Europeia sobre Ergonomia, organizada pela Federação Europeia da Ergonomia e pela ETUI e realizada em Bruxelas nos passados dias 26 e 27 de Junho.


Saiba mais aqui.

Como regulamentar a “nano-revolução”?





O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho efectuou a tradução de um artigo, da autoria Aida Maria Del Castillo, investigadora da ETUI (Instituto Sindical Europeu) que faz uma abordagem às nanotecnologias e à definição de políticas que visem a segurança na aplicação de produtos e técnicas que envolvem estes procedimentos.
Os estudos sobre os riscos potenciais das nano partículas para a saúde humana demonstram que a toxicidade das partículas tem efeitos a longo prazo, o que implica a necessidade de experiências a longo prazo de modo a poder identificar os efeitos sobre a saúde humana; de nada adianta esperar que um cancro se desenvolva para poder atuar.
Os estudos existentes sobre os diversos efeitos tóxicos sobre animais constituem prova suficiente para afirmar que a SST é uma questão fundamental cuja investigação exige um maior financiamento.



Aceda à publicação Aqui.