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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

RAPID - Desreguladores endócrinos: uma estratégia para o futuro que protege os cidadãos da UE e o ambiente






A Comissão adotou recentemente uma comunicação que confirma o seu compromisso de proteger os cidadãos e o ambiente contra produtos químicos perigosos. A comunicação descreve igualmente a forma como a Comissão tenciona assegurar que a abordagem da UE continua a ser a mais moderna e adequada no mundo. 

Os desreguladores endócrinos são substâncias químicas que alteram o funcionamento do sistema hormonal e, consequentemente, afetam negativamente a saúde dos seres humanos e dos animais.

As preocupações suscitadas pelos desreguladores endócrinos têm vindo a aumentar desde a década de 1990. Na sequência da adoção, pelo Parlamento Europeu, de uma resolução sobre desreguladores endócrinos em 1998, a Comissão adotou, em dezembro de 1999, a estratégia comunitária em matéria de desreguladores endócrinos, que tem vindo a ser desenvolvida desde então através de ações nos domínios da investigação, da regulamentação e da cooperação internacional.

A UE tem apoiado fortemente a investigação sobre os desreguladores endócrinos. Financiou mais de 50 projetos, com mais de 150 milhões de euros ao abrigo dos vários programas-quadro de investigação e inovação. 



Leia no link abaixo o boletim informativo 


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A EU-OSHA assinala o Dia Mundial de Luta contra o Cancro com o anúncio da realização de um inquérito sobre a exposição a fatores de risco de cancro no local de trabalho




O cancro é uma das principais causas de mortalidade relacionada com o trabalho na Europa. São necessários dados fiáveis e comparáveis sobre a exposição a fatores de risco para o desenvolvimento de cancro no local de trabalho na Europa, a fim de proteger os trabalhadores e combater o cancro profissional.

A EU-OSHA anuncia, no Dia Mundial de Luta contra o Cancro o lançamento, em 2020, de um inquérito por entrevista telefónica assistida por computador para avaliar a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro.




Resumo - Estudo de viabilidade sobre o desenvolvimento de um inquérito por entrevista telefónica assistida por computador para avaliar a exposição dos trabalhadores a agentes cancerígenos na União Europeia



A exposição a agentes cancerígenos pode causar cancro, uma das maiores causas de morte relacionada com o trabalho na União Europeia.

A existência de dados fiáveis sobre a exposição a esses agentes no local de trabalho é essencial para a segurança e saúde dos trabalhadores.

Este relatório apresenta as conclusões de um estudo sobre a viabilidade de levar a efeito um inquérito, com base num inquérito australiano bem-sucedido, para recolha de informação junto dos trabalhadores sobre a exposição a agentes cancerígenos.

Um sistema baseado em algoritmos seria utilizado para avaliar o nível de exposição na UE com base nos dados recolhidos.


Aceda ao Resumo Aqui.

Conselhos para os empregadores sobre o regresso ao trabalho de trabalhadores com cancro




Este folheto fornece diretrizes passo a passo para os empregadores sobre o que devem fazer quando um trabalhador é diagnosticado com cancro.
As recomendações dizem respeito a quatro diferentes fases após o diagnóstico: a comunicação do diagnóstico médico por parte do trabalhador ao empregador, o período de tratamento, a planificação do regresso do trabalhador ao trabalho e o próprio processo de regresso ao trabalho.
São descritas, para cada uma destas fases, considerações fundamentais sobre as medidas necessárias em matéria de segurança e saúde, as responsabilidades do empregador e outros tópicos para discussão com o trabalhador.


Aceda ao folheto Aqui.




Dia Mundial de Luta Contra o Cancro



CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE PREVENÇÃO DO CANCRO NO LOCAL DE TRABALHO

Celebra-se hoje, dia 4 de fevereiro de 2019, o Dia Mundial de Luta Contra o Cancro.

A UGT não pode deixar de assinalar esta efeméride, ainda mais quando o cancro é uma das principais causas de mortalidade relacionada com o trabalho na Europa.

Segundo informação disponibilizada pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, o cancro é a primeira causa de mortalidade ligada ao trabalho, representando 53 % do total de mortes, constituindo o principal risco para a saúde dos trabalhadores na União Europeia.

O cancro de origem profissional é um problema que tem de ser, urgentemente, combatido na União Europeia, pois afeta muitos trabalhadores e trabalhadoras. As estimativas relativas aos encargos inerentes às doenças profissionais indicam que o cancro profissional é um problema sério e assim continuará no futuro, devido à exposição dos trabalhadores a agentes cancerígenos.

É neste sentido, que a UGT pretende desenvolver uma CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE PREVENÇÃO DO CANCRO NO LOCAL DE TRABALHO com o objetivo de informar e a sensibilizar os trabalhadores e seus representantes para os riscos associados à exposição a agentes cancerígenos no local de trabalho.

É fundamental sensibilizar os trabalhadores para a exposição profissional a agentes cancerígenos e as condições de trabalho que provocam ou são suscetíveis de provocar cancro de origem profissional, bem como informar sobre as medidas de prevenção em matéria de cancro de origem profissional.

Tendo em conta que a ação sindical para promover a prevenção do cancro nos locais de trabalho deve incluir uma ação conjunta entre o sindicato, os representantes dos trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho, o serviço de prevenção das empresas e os trabalhadores, encaramos esta campanha como o ponto de partida para a prossecução deste importante objetivo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Comemorações do centenário da OIT arrancam com apresentação do Relatório sobre o Futuro do Trabalho




Foi apresentado no passado dia 22 de janeiro de 2019 o Relatório sobre o Futuro do Trabalho na sede da OIT, marcando assim o início das comemorações do Centenário da Organização Internacional do Trabalho.

O relatório apresenta uma análise aprofundada e analítica do futuro do trabalho e fornece uma base para concretizar a justiça social no século XXI.

Descreve as etapas necessárias para criar um futuro do trabalho melhor para todas as pessoas num tempo de mudanças sem precedentes e de desafios excecionais para o mundo do trabalho.

A Comissão faz uma proposta do futuro do trabalho centrado nas pessoas apelando a uma reorientação da economia, das políticas sociais e económicas e das práticas empresariais.

São apresentadas dez recomendações articuladas em três pilares de ação: investir nas pessoas; investir nas instituições do trabalho e investir no trabalho digno e sustentável.


Fonte: ACT



terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Direitos dos trabalhadores podem regredir mais de cem anos com plataformas eletrónicas



Organização Internacional do Trabalho pede ações urgentes para travar efeitos das mudanças que já começam a afetar quem trabalha.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que as mudanças que o mundo do trabalho está a enfrentar arriscam-se a "agravar as desigualdades, a incerteza e a exclusão", com "repercussões políticas, sociais e económicas destrutivas".
Razões que levam a OIT a reclamar, numa série de propostas apresentadas, esta terça-feira, no relatório da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho, que os governos se entendam sobre a melhor forma de chegar a uma resposta comum, pedindo medidas "urgentes".
Saiba mais aqui.