Subscribe:

Pages

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho


Este ano o “stresse no trabalho: um desafio coletivo” é o tema da campanha do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. O relatório vai chamar a  atenção para as tendências globais atuais sobre o stresse relacionado com o trabalho e o seu impacto.


Hoje, muitos trabalhadores enfrentam uma pressão maior para atender às exigências da vida laboral moderna. Os riscos psicossociais, tais como o aumento da concorrência, as expectativas mais elevadas em relação ao desempenho e mais horas de trabalho estão a contribuindo para que o local de trabalho se torne um ambiente cada vez mais stressante. 

Com o ritmo de trabalho ditado por comunicações instantâneas e elevados níveis de concorrência global, as linhas que separam o trabalho da vida tornam-se cada vez mais difíceis de identificar.

 Além disso, devido às alterações significativas nas relações de trabalho e à atual recessão económica, os trabalhadores estão a sofrer mudanças organizacionais e de reestruturação, oportunidades de trabalho reduzida, o aumento do trabalho precário, o medo de perder os seus empregos, demissões em massa e desemprego e diminuição da estabilidade financeira, com graves consequências para a sua saúde mental e para o bem-estar.

Nos últimos anos, tem sido crescente a atenção dos investigadores, dos profissionais e dos decisores políticos para o impacto dos riscos psicossociais e do stresse relacionado com o trabalho. 

O stresse relacionado com o trabalho é hoje geralmente reconhecido como um problema global que afeta todos os países, todas as profissões e todos os trabalhadores, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. 

Neste contexto complexo, o local de trabalho é ao mesmo tempo uma fonte importante de riscos psicossociais e o local ideal para os resolver, de modo a proteger a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.


Texto baseado na versão inglesa da OIT.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Análise custo-benefício das intervenções nas pequenas e médias empresas




Um sumário da EU-OSHA examina os aspetos económicos das intervenções de SST nas pequenas e médias empresas (PMEs).

Primeiro foram identificados e examinados os estudos de caso existentes; em seguida, foram desenvolvidos 13 novos estudos de caso sobre iniciativas de SST nas PMEs europeias, tendo sido preparado um caso de negócios para cada intervenção, seguindo um modelo comum.

As intervenções em matéria de SST analisadas foram lucrativas no geral e estes novos estudos de caso fornecem aos proprietários e gestores das PMEs uma nova perceção sobre os potenciais benefícios da melhoria da SST e os fatores-chave envolvidos na execução de uma análise custo-benefício.


Saiba mais Aqui.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016



Os trabalhadores da manutenção entram frequentemente em contacto directo com uma variedade de químicos perigosos. Dependendo do tipo de superfície, estes químicos poderão não só causar enfermidades como feridas na pele ou cancro, como são também, em muitos casos, altamente inflamáveis e explosivos. 

Ademais, a segurança no local de trabalho depende do conhecimento dos riscos. Empregadores e trabalhadores devem saber quais as substâncias perigosas existentes no local de trabalho e como lidar com elas. 

Duas publicações centradas nos riscos específicos relacionados com várias substâncias perigosas a que os trabalhadores da manutenção estão expostos, na indústria química e no geral, fornecem recomendações básicas sobre como estes riscos podem ser abordados, incluindo exemplos de boas práticas e dicas para uma boa comunicação sobre substâncias perigosas no local de trabalho.







Uma das maiores fontes de informação sobre produtos químicos, a base de dados online da Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) tem um novo visual: a informação sobre mais de 100 mil químicos está agora estruturada de forma mais transparente e acessível. 

O novo “Infocard” permite aos utilizadores aceder rapidamente às propriedades de determinada substância, bem como a sua classificação e se é perigosa ou não. 

Igualmente, encontram-se disponíveis uma sérier de dossiers de registo, que podem ser descarregados pelos utilizadores.

Visite a ECHA Aqui.





Porque precisamos de centrar-nos no cancro relacionado com o trabalho durante a Presidência Holandesa?


 Sindicatos por toda a Europa apoiam a iniciativa da Presidência Holandesa para a actualização da Directiva Europeia sobre Agentes Cancerígenos e Mutagénicos. 

É preciso agir agora para assegurar que as discussões levam ao tipo de mudanças que protege os trabalhadores do cancro relacionado com o trabalho em todas as actividades, profissões e países da Europa.

Saiba Mais Aqui.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Estudo sobre stresse e riscos psicossociais no trabalho



No decorrer do último post em quer divulgámos um questionário sobre stresse e riscos psicossociais que servirá de base a um estudo sobre esta temática, a nível nacional, damos conta de uma notícia divulgada pelo DN sobre este assunto.

De acordo com esta notícia, “o objetivo é perceber melhor, junto da população portuguesa, qual a situação no que toca à prevalência dos efeitos negativos do stress e das pressões psicológicas no local de trabalho. Com a situação mais bem estudada, será possível desenvolver estratégias para preservar a saúde mental no trabalho.”

Em comunicado, os investigadores destacam, ainda, que "cerca de 22% dos trabalhadores da União Europeia (em Portugal são cerca de 28%) estão afetados pelas consequências negativas do stress (representam 40 milhões de profissionais de todas as atividades)".


Aceda à notícia Aqui.


Estudo sobre Riscos Psicossociais em Portugal - Divulgação de Questionário




Um grupo de investigadores nacionais elaborou um protocolo com os autores do Projeto “Guarding Minds @ Work” (GM@W), no Canadá, no sentido de proceder à validação para a população portuguesa de um questionário que permita fazer um estudo sobre stresse e riscos psicossociais.

Cerca de 22% dos trabalhadores da União Europeia (em Portugal são cerca de 28%) estão afetados pelas consequências negativas do stresse (representam 40 milhões de profissionais de todas as atividades).

 A União Europeia, com os problemas do foro mental, identifica 136 mil milhões de euros gastos com dias perdidos, baixa produtividade e erros sistemáticos.

Neste sentido, divulgamos neste Blog o questionário que serve de base a este Estudo, apelando aos nossos seguidores que participem no seu preenchimento.


O Questionário encontra-se disponível Aqui.