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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Atualização de Dados sobre Sinistralidade Laboral 2025 – ACT

 

        

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

Os dados apresentados referem-se a acidentes de trabalho objeto de inquérito no âmbito da ação inspetiva levada a cabo pela ACT

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

2022

2023

2024

2025

2026

139

152

1400

90

 

3

6

5

42

1

142

158

145

132

1

 

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho graves

 

2022

2023

2024

2025

2026

699

689

579

 

394

 

38

64

75

128

1

737

753

654

522

1

 

Fonte: ACT

Esta informação poderá ser consultada na página eletrónica da ACT, carregando Aqui.

https://portal.act.gov.pt/Pages/acidentes-trabalho-inqueritos.aspx

 

Nota: Informação atualizada a 8 de janeiro de 2026

 

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Atualização de Dados sobre Sinistralidade Laboral 2025 – ACT

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

Os dados apresentados referem-se a acidentes de trabalho objeto de inquérito no âmbito da ação inspetiva levada a cabo pela ACT

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

2022

2023

2024

2025

2026

139

152

1400

90

 

3

6

5

42

1

142

158

145

132

1

 

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho graves

 

2022

2023

2024

2025

2026

699

689

579

 

394

 

38

64

75

128

1

737

753

654

522

1

 

Fonte: ACT

Esta informação poderá ser consultada na página eletrónica da ACT, carregando Aqui

https://portal.act.gov.pt/Pages/acidentes-trabalho-inqueritos.aspx


Nota: informação atualizada a 8 de janeiro de 2026

 

 

 

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Doenças e acidentes de trabalho causam cerca de dois milhões de mortes por ano

 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentaram as primeiras estimativas conjuntas sobre as mortes prematuras evitáveis devido à exposição a riscos profissionais prejudiciais para a saúde.

 

Ainda antes da realização do XXII Congresso Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho (20 a 23 de setembro), foi publicado o relatório da OMS/OIT "Estimativas conjuntas da OMS e da OIT sobre o ônus de doenças e lesões relacionadas ao trabalho, 2000-2016" que destaca a morte de 1,9 milhões de pessoas devido a doenças e acidentes relacionados com trabalho.

 

A maioria das mortes relacionadas com o trabalho (81%) foram provocadas por doenças respiratórias e cardiovasculares como as doenças pulmonares obstrutivas crónicas (450.000 mortes), AVC (400.000) e doenças cardíacas isquémicas (350.000). Por outro lado, 19% das mortes (360.000) foram causadas por acidentes de trabalho.

 

O estudo analisa ainda 19 fatores de risco profissional, incluindo exposição a longas horas de trabalho e exposição no local de trabalho à poluição do ar, agentes alergénicos, carcinogénicos, fatores de risco relacionados com o ambiente ergonómico, e ao ruído. A exposição a longas horas de trabalho foi o principal fator de risco, associado a aproximadamente 750.000 mortes. A exposição à poluição do ar (partículas, gases e fumos) no ambiente de trabalho foi responsável por 450.000 mortes.

 

Segundo o relatório, as doenças e os acidentes de trabalho sobrecarregam os sistemas de saúde, reduzem a produtividade e podem ter um impacto catastrófico nos rendimentos das famílias.

 

A nível mundial, o número de mortes relacionadas com o trabalho per capita diminuiu 14% entre 2000 e 2016, o que pode ser explicado por melhorias na saúde e segurança no local de trabalho. Contudo, as mortes por doença cardíaca e AVC associadas à exposição a longas horas de trabalho aumentaram 41% e 19%, respetivamente. Estes valores indicam uma tendência crescente deste fator de risco psicossocial relativamente nova.

 

Este primeiro relatório permitirá aos decisores políticos monitorizarem as causas de deterioração da saúde no trabalho à escala nacional, regional e global. Desta forma, será possível uma definição, planeamento, cálculo de custos, implementação e avaliação mais apropriados para melhorar a saúde da população trabalhadora e a equidade sanitária.

 

De forma a apoiar a ação dos governos, neste relatório é ainda apresentado um conjunto de ações preventivas para minimizar os fatores de risco, bem como ações suplementares para assegurar locais de trabalho mais saudáveis, seguros, resilientes e socialmente mais justos.

 

Consulte aqui o relatório.


Fonte: Conteúdo retirado do site da ACT



sexta-feira, 17 de setembro de 2021

OMS/OIT: Quase 2 milhões de pessoas morrem a cada ano de causas relacionadas ao trabalho

 


imagem com DR

As primeiras estimativas globais da OMS e da OIT sobre doenças e lesões no local de trabalho revelam o nível de mortes prematuras evitáveis devido à exposição a riscos à saúde relacionados ao trabalho.

GENEBRA (Notícias da OIT) - Lesões e doenças relacionadas ao trabalho provocaram a morte de 1,9 milhão de pessoas em 2016, de acordo com as primeiras estimativas conjuntas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

De acordo com as "Estimativas conjuntas da OMS e da OIT sobre o ônus de doenças e lesões relacionadas ao trabalho, 2000-2016" ("Joint Estimates of the Work-related Burden of Disease and Injury, 2000-2016: Global Monitoring Report "), a maioria das mortes relacionadas ao trabalho deveu-se a doenças respiratórias e cardiovasculares.

As doenças não transmissíveis foram responsáveis por 81% das mortes. As maiores causas de mortes foram doença pulmonar obstrutiva crônica (450.000 mortes); acidente vascular cerebral (400.000 mortes) e cardiopatia isquêmica (350.000 mortes). Lesões ocupacionais causaram 19% das mortes (360.000 mortes).

O estudo leva em consideração 19 fatores de risco ocupacional, como exposição a longas jornadas de trabalho e exposição no ambiente de trabalho à poluição do ar, a as magens, a substâncias cancerígenas, a riscos ergonômicos e a ruído. O principal risco foi a exposição a longas horas de trabalho, que estava associada a cerca de 750.000 mortes. A exposição no local de trabalho à poluição do ar (partículas, gases e fumos) causou 450.000 mortes.

“É chocante ver tantas pessoas literalmente sendo mortas por causa de seus trabalhos”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Nosso relatório é um alerta aos países e às empresas para melhorar e proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores, honrando seus compromissos de fornecer cobertura universal de serviços de saúde e segurança ocupacional”.

O relatório alerta que as lesões e as doenças relacionadas ao trabalho sobrecarregam os sistemas de saúde, reduzem a produtividade e podem ter um impacto catastrófico na renda das famílias.

Globalmente, as mortes relacionadas ao trabalho por população caíram 14% entre 2000 e 2016. Segundo o relatório, isso pode ser resultado de melhorias na saúde e segurança no local de trabalho. No entanto, as mortes por doenças cardíacas e derrames associados à exposição a longas jornadas de trabalho aumentaram 41% e 19%, respectivamente. Isso reflete uma tendência crescente neste fator de risco ocupacional relativamente novo e psicossocial.

Este primeiro relatório de monitoramento global conjunto da OMS e da OIT permitirá que os(as) formuladores(as) de políticas acompanhem as perdas de saúde relacionada ao trabalho no nível nacional, regional e global. Isso permite escopo, planejamento, custo, implementação e avaliação mais focados de intervenções apropriadas para melhorar a saúde da população de trabalhadores(as) e a equidade na saúde. O relatório mostra que mais ações são necessárias para garantir locais de trabalho mais saudáveis, seguros, resilientes e socialmente mais justos, com um papel central desempenhado pela promoção da saúde no local de trabalho e serviços de saúde ocupacional.

Cada fator de risco possui um conjunto único de ações preventivas, que são descritas no relatório de monitoramento para orientar os governos, em consulta com empregadores e trabalhadores. Por exemplo, prevenir a exposição a longas jornadas de trabalho requer um acordo sobre limites máximos saudáveis sobre o tempo de trabalho. Para reduzir a exposição à poluição do ar no local de trabalho, recomenda-se o controle de poeira, ventilação e equipamentos de proteção individual.

“Essas estimativas fornecem informação importante sobre a carga de doenças relacionadas ao trabalho e essa informação pode ajudar a informar políticas e práticas para criar locais de trabalho mais saudáveis e seguros”, disse Guy Ryder, diretor-geral da OIT. “Governos, empregadores e trabalhadores podem adotar medidas para reduzir a exposição a fatores de risco no local de trabalho. Os fatores de risco também podem ser reduzidos ou eliminados por meio de mudanças nos modelos e sistemas de trabalho. Como último recurso, o equipamento de proteção individual também pode ajudar a proteger os trabalhadores cujo trabalho não lhes permite evitar a exposição“.

“Essas quase 2 milhões de mortes prematuras são evitáveis. É necessário adotar medidas baseadas nas pesquisas disponíveis para abordar a natureza em evolução das ameaças à saúde relacionadas ao trabalho ”, disse a Dra. Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudança Climátics e Saúde da OMS. “Garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores é uma responsabilidade compartilhada do setor de saúde e do trabalho, pois não se pode deixar nenhum trabalhador para trás nesse aspecto. No espírito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, saúde e trabalho devem trabalhar juntos, de mãos dadas, para garantir que esse grande fardo de doenças seja eliminado. ”

“As normas internacionais do trabalho e as ferramentas e diretrizes da OMS e da OIT fornecem uma base sólida para a implantação de sistemas de saúde e segurança ocupacional sólidos, eficazes e sustentáveis em diferentes níveis. Sua aplicação deve ajudar a reduzir significativamente essas mortes e incapacidades", disse Vera Package-Perdigão, diretora do Departamento de Governança e Tripartismo da OIT.
Um número desproporcionalmente alto de mortes relacionadas ao trabalho ocorre entre trabalhadores no Sul da Ásia e no Pacífico Ocidental, bem como entre homens e pessoas com mais de 54 anos de idade.

O relatório destaca que a carga total de doenças relacionadas ao trabalho provavelmente será muito maior, já que as perdas futuras de saúde causadas por vários outros fatores de risco ocupacionais terão que ser quantificadas. Além disso, os efeitos da pandemia da COVID-19 adicionarão outra dimensão a esse fardo que deve ser refletido em estimativas futuras.

Essas estimativas são publicadas às vésperas do 
XXII Congresso Mundial de Segurança e Saúde , que será realizado de forma virtual de 20 a 23 de setembro de 2021.

Nota para editores(as)

Em maio de 2021, a OMS e a OIT divulgaram o primeiro estudo que quantificou a carga de doenças cardíacas e derrames atribuíveis à exposição a longas jornadas de trabalho (ou seja, 750.000 mortes). Esse estudo estabeleceu que as longas jornadas de trabalho são o fator de risco associado a maior carga de doenças relacionadas ao trabalho.

Hoje, com a publicação do relatório de monitoramento global, a OMS e a OIT lançam sua avaliação comparativa global de risco da carga de doenças relacionadas ao trabalho. A avaliação cobre 19 fatores de riscos ocupacionais. Trata-se do estudo mais abrangente da OMS sobre a carga de doenças relacionadas ao trabalho e a primeira avaliação conjunta desse tipo com a OIT. 
Uma visualização da carga de doenças em nível de país, com discriminação por sexo e idade, está disponível online .


Fonte: OIT

quinta-feira, 1 de abril de 2021

BOLETIM ESTATÍSTICO SOBRE SINISTRALIDADE LABORAL

 


imagem com DR


O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho tem uma nova publicação informativa - "Boletim Estatístico sobre Sinistralidade Laboral que terá uma periodicidade trimestral.

 

Esta Boletim reveste-se da maior importância para a SST, na justa medida em que é importante  proceder-se à análise estatística dos acidentes de trabalho, utilizando fontes que permitam a interpretação quantitativa e qualitativa dos dados nacionais e internacionais.

 

É uma atividade que se encontra em permanente atualização, à medida que os indicadores são recolhidos no GEP e no Eurostat.

 

Muitas vezes, só é possível termos uma argumentação mais assertiva com os empregadores, se nos socorrermos de dados, de números e de estudos académicos.

 

Este Boletim é apenas mais um contributo para esse fim.


O Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) é o organismo nacional responsável pela recolha, validação e tratamento da informação constante das participações dos acidentes de trabalho às Companhias de Seguros. Esclarece-se que a informação aqui utilizada, cuja fonte é o GEP, inclui os acidentes registados com trabalhadores deslocados no estrangeiro, incluindo, igualmente, os acidentes ocorridos na Administração Pública com subscritores da Caixa Geral de Aposentações (cuja inclusão se registou no tratamento estatístico referente ao ano 2017).

 

Permanecem excluídos os acidentes de trabalho em trajeto. Mais se acrescenta que nestes dados constam elementos referentes ao momento da ocorrência do acidente e, também, da informação proveniente do mapa de encerramento do processo que diz respeito às consequências do acidente ou, no limite, um ano após a ocorrência do acidente, caso este ainda não esteja clinicamente concluído.

 

Refere-se, ainda, que a contagem do número de acidentes mortais e do número de acidentes com ausência ao trabalho e respetivos dias, se faz até ao limite de um ano após a ocorrência do acidente.

 

 Por último, de referir que este Boletim apresenta os resultados da evolução da sinistralidade laboral entre 2011 e 2018 – últimos dados disponíveis.

 

Aceda à publicação Aqui.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Atualização de Dados sobre Sinistralidade Laboral - ACT


 

Segundo os dados publicados no site da ACT, ocorreram em Portugal, entre JANEIRO e AGOSTO DE 2020, 60 acidentes de trabalho mortais e 96 acidentes de trabalho graves.


 

Tipo de acidente

Acidentes Mortais

2020

Acidentes Graves

2020

Nas instalações

46

92

In itinere

5

3

Em viagem, transporte ou circulação

9

1

Total

60

96



Fonte: ACT (Informação atualizada a 17 de AGOSTO de 2020)

 

Esta informação poderá ser consultada na página eletrónica da ACT, carregando aqui.