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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Transformar dados em ação: novos estudos de caso apresentam aplicações práticas do Barómetro de SST


data visualisation concept

© EU-OSHA


Dois novos estudos de caso da EU-OSHA mostram de que forma diferentes intervenientes no domínio da saúde e segurança no trabalho (SST) podem utilizar a ferramenta de visualização de dados do Barómetro de SST para transformar os dados do local de trabalho em ações práticas.

Os estudos de caso acompanham duas personagens fictícias, a Maria, uma delegada de SST de um sindicato de trabalhadores da construção civil, e o Alex, um analista de políticas no Parlamento Europeu, mostrando como a ferramenta ajuda a interpretar as tendências nacionais e da UE para apoiar os decisores políticos, os profissionais de SST, as empresas e os parceiros sociais.

Explore o Barómetro de SST, uma ferramenta interativa que apresenta os principais dados e tendências em matéria de saúde e segurança no trabalho em toda a Europa.

Fonte: UE-OSHA


sexta-feira, 26 de junho de 2026

Transformar dados em ação: novos estudos de caso apresentam aplicações práticas do Barómetro de SST

 


data visualisation concept

© EU-OSHA


Dois novos estudos de caso da EU-OSHA mostram de que forma diferentes intervenientes no domínio da saúde e segurança no trabalho (SST) podem utilizar a ferramenta de visualização de dados do Barómetro de SST para transformar os dados do local de trabalho em ações práticas.

Os estudos de caso acompanham duas personagens fictícias, a Maria, uma delegada de SST de um sindicato de trabalhadores da construção civil, e o Alex, um analista de políticas no Parlamento Europeu, mostrando como a ferramenta ajuda a interpretar as tendências nacionais e da UE para apoiar os decisores políticos, os profissionais de SST, as empresas e os parceiros sociais.

Explore o Barómetro de SST, uma ferramenta interativa que apresenta os principais dados e tendências em matéria de saúde e segurança no trabalho em toda a Europa.


 Fonte: UE-OSHA

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Tomar o pulso à SST — Segurança e saúde nos locais de trabalho após a pandemia - parte IV

 


O inquérito Flash Eurobarómetro «Tomar o pulso à SST», encomendado pela UE-OSHA, oferece informações valiosas sobre uma série de impactos que a pandemia de COVID-19 teve na saúde e no bem-estar dos trabalhadores e nas medidas conexas no local de trabalho, em conjunto com a utilização crescente de tecnologias digitais no local de trabalho.


 Dada a importância deste relatório, o Dep. SST procedeu à sua tradução. 


4 - Gestão da segurança e saúde no trabalho


4.1. Pontos de vista dos trabalhadores sobre as regras de segurança no local de trabalho


Em toda a UE, 81 % dos inquiridos concordam que a aplicação das regras de segurança no seu local de trabalho é positiva, em comparação com 10 % que respondem que as regras de segurança no seu local de trabalho tornam o seu trabalho mais difícil.

Na maioria dos países, a maioria dos inquiridos afirma que, no seu local de trabalho, estão a ser organizadas ações de sensibilização ou outras atividades para fornecer informações sobre segurança e saúde, sendo as percentagens mais elevadas observadas na Finlândia (73%), Malta (74%) e Irlanda (77%). 

Apenas em três países, menos de metade dos inquiridos dá uma resposta afirmativa: Croácia (43%), Hungria (46%) e Bulgária (47%).

A maioria dos inquiridos concorda que os problemas de segurança são prontamente resolvidos no seu local de trabalho (30 % «concordam totalmente» e 51 % «concordam») e a grande maioria dos inquiridos concorda que é incentivada a comunicar questões de segurança e saúde no seu local de trabalho (30 % «concordam totalmente» e 49 % «concordam»). 

Do mesmo modo, é muito provável que os inquiridos concordem que existem boas medidas para proteger a saúde dos trabalhadores no seu local de trabalho (28 % «concordam totalmente» e 54 % «concordam»).

Em todos os países, mais de três quartos dos inquiridos «concordam» ou «concordam totalmente» que os problemas de segurança são resolvidos rapidamente no seu local de trabalho, encontrando-se a percentagem global mais elevada de inquiridos na Chéquia (91 %), na Eslováquia (92 %) e na Estónia (93 %).

A percentagem de inquiridos que «discordam» ou «discordam totalmente» da afirmação é a mais elevada em Espanha (20 %) e em França (21 %), seguidas da Croácia e da Irlanda (ambas com 18 %).

Atitudes gerais em relação à segurança e saúde como um ativo A segurança e a saúde também podem ser vistas como um trunfo a ter em conta na compra de um produto ou na candidatura a um emprego, uma vez que podem fazer a diferença.

Cerca de sete em cada dez inquiridos concordam que, no processo de compra de um produto ou serviço, normalmente também consideram se os direitos dos trabalhadores envolvidos são respeitados (20 % «concordam totalmente» e 52 % «concordam»).

A grande maioria dos inquiridos concorda igualmente que os produtos e serviços produzidos respeitando os direitos dos trabalhadores devem ser claramente rotulados e publicitados em conformidade (32 % «concordam totalmente» e 54 % «concordam»).

Além disso, mais de três quartos dos inquiridos concordam que as organizações com normas de saúde e segurança elevadas são mais suscetíveis de atrair candidatos a emprego (24 % «concordam totalmente» e 54 % «concordam»).



Tradução da responsabilidade do Dep. SST


Aceda à versão original Aqui.


terça-feira, 13 de novembro de 2012


Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho: Convocatórias e Processos de Eleição
 
 
O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da UGT procedeu à elaboração de uma listagem exaustiva dos processos de eleição dos Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho (RT’ SST) desde 2004 – ano em que o processo eleitoral foi regulamentado.

Deste trabalho resultou o documento - Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho: Convocatórias e Processos de Eleição.

Aproveitamos para sublinhar que:

- O exercício dos direitos laborais ligados à segurança e saúde nos locais de trabalho deve ser considerado por todos os sindicatos, dirigentes e delegados sindicais uma prioridade de organização e ação, na medida em que o trabalho desenvolvido contribuirá para a criação de espaços saudáveis e seguros.

- Cabe aos trabalhadores, mas de forma especial aos seus representantes, uma efetiva fiscalização das condições de trabalho, exigindo o cumprimento da legislação em vigor que se aplica às condições de segurança e saúde no trabalho.

 
 Para que isto possa ser aplicado é fundamental que os Sindicatos:

Elejam Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho.

Relembramos que para o efeito a UGT publicou, recentemente, um Guia Eleitoral para Representantes dos Trabalhadores em Segurança e Saúde no Trabalho – o Processo Eleitoral passo a Passo, que pode ser descarregado, igualmente, no Site da UGT.