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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Disruptores endócrinos: definição dada pela Comissão Europeia não satisfaz ONGs nem produtores



A Comissão Europeia apresentou, no passado dia 15 de Junho – e com dois anos de atraso – os critérios para identificação de disruptores endócrinos, substâncias que interferem com o sistema hormonal.

 Baseiam-se numa definição estabelecida pela Organização Mundial de Saúde em 2002. A seleção da Comissão foi criticada não só pelas organizações ambientais e de saúde mas também por muitas da indústria pesticida, embora por razões opostas. 

A definição, que descreve um disruptor endócrino como “uma substância que produz efeitos indesejáveis sobre a saúde humana e afeta o sistema hormonal”, tem sido aguardada desde há vários anos, sendo necessária para o bom funcionamento dos regulamentos europeus sobre produtos farmacêuticos e biocidas. 

A indústria está descontente com o facto de a Comissão não ter tido em conta o critério da “potência”, que levaria a que os produtores continuassem a colocar produtos menos “potentes” no mercado.

Saiba mais Aqui.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Disruptores endócrinos custam dezenas de milhares de milhões de euros à União Europeia



Uma nova investigação conduzida pelo Instituto para as Ciências de Avaliação de Riscos (IRAS) da Universidade de Utrecht estima que os custos socioeconómicos associados à exposição das pessoas a químicos disruptores endócrinos (QDE) na União europeia variam entre os 46 e os 288 mil milhões de euros por ano. 

O relatório, publicado em Abril, lista mais de 80 doenças relacionadas com a exposição a QDEs; destas, as que maiores custos comportam incluem o Transtorno do Défice de Atenção com Hiperactividade (TDAH), o autismo, a obesidade e os diabetes.

Saiba mais Aqui.