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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Como um sistema de gestão da SST sólido pode criar uma cultura de bem-estar no setor da educação na Europa

 


Imagem com DR

 

O setor da educação, dos centros de ensino pré-escolar até às universidades, passando pelas escolas de condução, pode ser stressante e causar deterioração do bem-estar mental e físico. A educação pode não estar entre os setores onde há mais riscos de segurança e saúde; ainda assim, a prevenção dos problemas psicossociais e das lesões musculoesqueléticas relacionados com o trabalho revestem-se de uma importância significativa. 


Um sistema sólido de gestão da segurança e saúde no trabalho (SST) que inclua a sensibilização para os riscos e formação é suscetível de criar uma cultura de bem-estar positivo do pessoal.

 

O mais recente relatório da EU-OSHA sobre o setor da educação na Europa inclui indicadores políticos em áreas de gestão de SST.

 

Leia o relatório completo e a síntese: Educação — dados do Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos Novos e Emergentes (ESENER)

 

Saia mais sobre a integração da SST na educação

 

Visite a ferramenta de visualização de dados ESENER e descubra mais informação sobre a gestão da SST nos locais de trabalho europeus

 

Fonte: UE-OSHA



quarta-feira, 9 de junho de 2021

Relatório OSHA - Posturas de pé prolongadas: Efeitos para a saúde e conselhos de boas práticas

 


imagem com DR


A posição prolongada na mesma posição apresenta riscos para a saúde, incluindo distúrbios músculo-esqueléticos (MSDs) e muitas outras doenças. Este relatório explora a comum esta postura de trabalho restrita nos locais de trabalho da Europa e nos postos de trabalho e nos grupos de trabalhadores mais afetados. Discute igualmente a legislação da UE destinada a proteger os trabalhadores e as diretrizes sobre limites seguros para a permanência contínua.

 

O relatório apresenta exemplos de medidas eficazes para reduzir a permanência prolongada, salientando a importância da adaptação das avaliações dos riscos e das medidas de prevenção às necessidades das pessoas e do incentivo ao trabalho ativo e sustentável.

 

Para concluir, resume as boas dicas de práticas para os locais de trabalho e aponta as estratégias de prevenção para os decisores políticos.


Tendo em conta a pertinência da temática, o departamento de SST irá proceder à tradução deste relatório. 


Aceda ao Relatório Aqui.



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A economia das plataformas em linha - desafios e soluções em matéria de SST


O rápido crescimento da economia das plataformas em linha está a resultar no aumento de formas de trabalho não convencionais, tais como trabalho ocasional, trabalho à tarefa e trabalho autónomo dependente. Embora as plataformas em linha possam aumentar as oportunidades de acesso ao trabalho, o trabalho em plataformas pode originar riscos físicos e psicossociais em matéria de segurança e saúde no trabalho para os trabalhadores.

Um novo relatório analisa estes desafios e examina as políticas e regulamentos já em efeito ou ainda em desenvolvimento nos Estados -Membros e ao nível da UE para dar resposta a esses riscos.

O presente relatório é apresentado na jornada temática CARIT e na conferência de SST em Taline, em 7/8 de novembro, no quadro da Presidência estónia da UE.





Veja mais informações sobre o evento «Novas formas de trabalho e a SST».

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Metodologias para identificar doenças relacionadas com o trabalho: Análise de abordagens de sentinela e alerta


Os sistemas de alerta e sentinela permitem a identificação precoce de doenças relacionadas com o trabalho e são úteis para complementar os números oficiais de doenças profissionais e para definir prevenção baseada em dados factuais. Contudo, existe apenas um número limitado desses sistemas implementado.

O presente relatório analisa os sistemas de alerta e sentinela existentes, bem como outros sistemas de monitorização que apresentam características que também são adequadas para detetar doenças relacionadas com o trabalho. 

A análise identifica insuficiências, tais como a recolha amiúde em falta de dados sobre a avaliação da exposição no local de trabalho, a cobertura deficiente de alguns grupos de trabalhadores e doenças como as doenças mentais; e o elo fraco para a prevenção no local de trabalho. Oferece ainda exemplos de boas práticas e salienta a importância da cooperação internacional e da divulgação de dados para tirar o máximo partido das abordagens de alerta e sentinela.


Descarregue o relatório aqui.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Análise crítica da segurança e saúde nas micro e pequenas empresas



Este relatório oferece uma análise crítica sobre a segurança e saúde ocupacional (SST) nas micro e pequenas empresas (MPE), salientando não só a importância das MPE para a economia e a sociedade em geral, mas também a existência de preocupações pertinentes no que toca à SST naquelas empresas. 

Há dados que comprovam a existência de um maior risco de ferimentos e fatalidades em MPE do que em empresas maiores. As razões por detrás deste facto são analisadas, bem como algumas lacunas que, se corrigidas, poderiam ajudar a melhorar o nível de SST nestas empresas.

Aceda ao Relatório Aqui.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Determinar o interesse económico da segurança e saúde no trabalho


 
Um novo trabalho de investigação, realizado pela OSHA, analisa a bibliografia existente sobre as avaliações custo-benefício da SST nas pequenas e as médias empresas (PME), apresentando 13 novos estudos de caso sobre intervenções nestas empresas.

Estas análises mostram que uma boa gestão da SST pode trazer importantes benefícios financeiros.

Aceda ao Relatório Aqui.

Aceda à Síntese Aqui.

Aceda à Apresentação do Relatório Aqui.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Lidar com os riscos de natureza psicossocial: fatores de sucesso e obstáculos.

Relatórios da Agência Europeia para a Segurança e saúde no Trabalho

 Dois novos relatórios da EU-OSHA analisam as razões pelas quais 74% das empresas europeias continuam a não dispor de procedimentos com vista a lidar com o stresse no local de trabalho e outros riscos de natureza psicossocial, apesar de 79% dos diretores na UE se manifestarem preocupados com o stresse no trabalho e 40% com o assédio e a violência no local de trabalho.
 
De acordo com informações da EU-OSHA uma recente sondagem de opinião dá conta que 80% dos trabalhadores da UE preveem um aumento dos níveis de stresse nos próximos 5 anos.
 
Os problemas de saúde associados ao stresse e a outros riscos psicossociais são bem conhecidos, sendo facto inegável que constituem uma séria ameaça para os trabalhadores europeus. No entanto, não obstante o conhecimento da realidade e das consequências que estes problemas acarretam para os trabalhadores e empresas europeias, muitas têm dificuldade em assegurar a sua prevenção.

As conclusões do Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos Novos e Emergentes (ESENER) são, igualmente pertinentes, pois revelam que apenas 3% das empresas europeias estão a lidar com os riscos psicossociais de uma forma verdadeiramente integrada e sistemática e que 12% não puseram em prática nenhuma das medidas fundamentais destinadas a gerir os riscos psicossociais abrangidos pelo inquérito.

Os referidos relatórios analisaram os fatores que proporcionam às empresas maiores probabilidades de êxito na resolução dessas questões, incluindo as preocupações suscitadas diretamente pelos trabalhadores e uma consciência dos argumentos económicos para as encarar com maior seriedade.

Dos argumentos avançados destacam-se os seguintes:

·         Cerca de 50% a 60% dos dias de trabalho perdidos estão relacionados com riscos psicossociais;

·         Estima-se que as perturbações da saúde mental custam anualmente na UE 240 mil milhões de euros.

Simultaneamente, os relatórios identificam as barreiras que muitas empresas enfrentam quando tentam lidar com os riscos psicossociais, incluindo a falta de assistência técnica e orientação, bem como a falta de recursos.

Mais se acrescenta que na sua próxima Campanha Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis 2014-2015, a EU-OSHA disponibilizará ferramentas práticas para lidar com os riscos psicossociais.

Consulte os Relatórios