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sexta-feira, 2 de maio de 2025

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis | Edição 3 | Nº 1

 

Assinala-se no dia 28 de abril de 2025, o Dia Internacional em Memória dos Trabalhadores Vítimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais. Este ano será dada especial atenção ao impacto da inteligência artificial (IA) na gestão dos trabalhadores e da Saúde e Segurança no Trabalho.

A digitalização está a evoluir rapidamente, afetando profundamente a organização e a gestão do trabalho. Os sistemas digitais, incluindo os baseados em algoritmos e em IA, estão a tornar-se parte estruturante dos locais de trabalho, sendo responsáveis pela definição e coordenação das tarefas e atividades e pela supervisão dos trabalhadores e trabalhadoras.

Não obstante a utilização destes sistemas poder ter um impacto positivo na organização do trabalho, existem determinados riscos e desafios a ter em conta ao longo da sua implementação e desenvolvimento nos locais de trabalho.

Releva-se o facto de a IA poder ser usada para mitigar, por exemplo, o trabalho repetitivo e monótono, no entanto existem evidências sustentadas de que, por outro lado, está a aumentar a intensificação, a monitorização e a vigilância do trabalho, gerando impactos negativos no bem-estar mental e físico, à medida que os trabalhadores experimentam a pressão extrema da microgestão constante e em tempo real e a avaliação automatizada.

De que forma a IA afeta a Segurança e a Saúde dos trabalhadores?

Dado que a utilização destas tecnologias continua a aumentar e que o seu impacto no trabalho e nos locais de trabalho, ainda, não é totalmente compreendido, como ajustar as estratégias que promovam e protejam a Segurança e a Saúde dos trabalhadores?


Aceda à publicação Aqui



segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Ficha Técnica: TRABALHO HÍBRIDO: IMPLICAÇÕES PARA A SEGURANÇA E SAÚDE DOS TRABALHADORES

 


Na sequência da pandemia de Covid-19, a transição para o trabalho híbrido – modalidade que combina o trabalho remoto com o trabalho presencial – assumiu um papel central nos locais de trabalho, importando conferir atenção nas suas repercussões nas condições de trabalho e em matéria de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 

Os longos períodos de trabalho sedentário, a falta de exercício físico, o trabalho isolado, o esbatimento das fronteiras entre o trabalho remunerado e a vida privada, a intensificação do trabalho, os horários de trabalho irregulares e o stresse são alguns dos riscos que podem ter um impacto significativo na saúde dos trabalhadores e trabalhadoras. 

Importa ainda referir que embora não seja um procedimento fácil para as entidades empregadoras assegurarem a realização das tradicionais avaliações dos riscos para a saúde e a segurança no domicílio dos trabalhadores, tais avaliações são fundamentais para garantir a prevenção ou a minimização dos fatores de risco associados ao trabalho remoto. 


Esta publicação destina-se a resumir os principais fatores que estão associados ao trabalho híbrido.


Aceda Aqui:

https://www.ugt.pt/noticias/artigo/ficha-informativa-ambientes-de-trabalho-seguros-e-saudaveis/5929


sexta-feira, 2 de agosto de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº4

 


O aumento de ocorrências meteorológicas extremas resulta em condições de trabalho mais perigosas e inseguras para os trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo. 


Estas mudanças nos padrões climáticos, incluem eventos cada vez mais frequentes de fenómenos climáticos extremos que podem acentuar os impactos da exposição a riscos profissionais, tais como o stresse térmico, a radiação UV, a poluição do ar, acidentes industriais graves, aumento de doenças transmitidas por vetores e aumento da exposição a produtos químicos. Com efeito, as mudanças nos padrões climáticos estão indubitavelmente a afetar a segurança do trabalho e a saúde dos trabalhadores, e continuarão a ter efeitos prejudiciais sobre a saúde humana e nas condições de trabalho. 


O Relatório da OIT “ Ensuring safety and health at work in a changing climate” (2024), cujo objetivo é sensibilizar para os impactos das alterações climáticas no mundo do trabalho, especialmente na Segurança e a Saúde dos trabalhadores releva fundamental que a “…inclusão de um ambiente de trabalho seguro e saudável como princípio fundamental e direito no trabalho significa que abordar os impactos perigosos das alterações climáticas no local de trabalho é agora uma prioridade absoluta.” Sublinha, ainda, que são necessárias políticas específicas a nível nacional, a par de medidas preventivas eficazes no local de trabalho para proteger os trabalhadores dos graves impactos das alterações climáticas.


Aceda à publicação Aqui







quinta-feira, 31 de março de 2022

Ficha Técnica N.º8 | Riscos Emergentes: A utilização de fármacos que melhoram o desempenho no trabalho

 


Imagem com DR


O consumo de fármacos psicoativos por razões não medicinais, mas com o propósito de aumentar a produtividade ou para inibir o sono e aumentar o estado de vigília e alerta, parece tornar-se comum entre determinados grupos de trabalhadores. 


Numa sociedade e num ambiente de trabalho cada vez mais competitivos, é de esperar que o consumo dessas substâncias venha a crescer no futuro, pois cada vez mais existe a tendência para potencializar o rendimento e mitigar a pressão exercida pelo cumprimento de metas e objetivos. 


Os seus efeitos a longo prazo sobre a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, ainda, não são conhecidos de uma forma sustentada. 


Esta Ficha Técnica pretende realizar uma abordagem simples e prática sobre o que consistem estas substâncias que melhoram o desempenho no trabalho, qual a atual prevalência do seu consumo, quais os seus efeitos na saúde e, ainda, as implicações que tais consumos podem ter para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST).


Aceda a esta publicação Aqui.



quarta-feira, 30 de março de 2022

Ficha Técnica N.º7 | O impacto da utilização de exoesqueletos na Segurança e Saúde no Trabalho

 

Nos últimos anos foram introduzidos, em alguns locais de trabalho, novos dispositivos auxiliares utilizados no corpo, os chamados exoesqueletos, que servem para ajudar os trabalhadores a executar tarefas relacionadas com a movimentação manual, reduzindo assim a carga suportada pelo corpo do utilizador. 


Os exoesqueletos parecem proporcionar uma nova abordagem para lidar com a prevenção das lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT), pois podem reduzir a tensão muscular nas partes do corpo que são frequentemente afetadas, tais como, a região lombar ou os ombros. 


Não esquecer que as LMERT continuam a ser um dos problemas de saúde mais significativos nos locais de trabalho. Contudo, apesar dos potenciais benefícios dos exoesqueletos para prevenir as LMERT é também necessário ter em conta que estes dispositivos podem dar origem a novas preocupações e desafios em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). 


Tal significa que poderão surgir novos riscos potenciais para a saúde devido a uma redistribuição da tensão para outras partes do corpo. Além disso, o uso destes dispositivos poderá contribuir para negligenciar a conceção ergonómica dos locais de trabalho que, como sabemos, é centrada no ser humano. 


Os efeitos a longo prazo da utilização de exoesqueletos, a nível dos parâmetros fisiológico, biomecânico e psicossocial são, pois, ainda pouco conhecidos. 


Por último, nunca é demais sublinhar que de acordo com a hierarquia de medidas de controlo de riscos, devem ser sempre consideradas, em primeiro lugar, as medidas de prevenção técnica e organizacional coletivas, sendo as medidas técnicas individuais, tais como equipar um trabalhador com um exoesqueleto, consideradas um último recurso.


Aceda a esta  publicação Aqui.



terça-feira, 29 de março de 2022

Ficha Técnica N.º6 | Desafios e oportunidades da SST num mundo em mudança : O desenvolvimento sustentável e as mudanças na organização do trabalho

 


Imagem com DR


O mundo do trabalho e os locais de trabalho estão em constante mudança, com a introdução de novas tecnologias, substâncias e processos de trabalho, alterações na estrutura da mão de obra e no mercado de trabalho e novas formas de emprego e organização do trabalho (UE-OSHA). 


Todos estes fenómenos podem dar origem a novos riscos e desafios para a segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras. A OIT identifica quatro principais fatores que operam transformações no mundo do trabalho, designadamente:


 • A tecnologia; 

• A demografia;

 • O desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas; 

• As mudanças na organização do trabalho. 


Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a identificar resumidamente as oportunidades e os desafios-chave que as questões relativas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças na organização do trabalho representam para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST)


Aceda a esta publicação Aqui.



segunda-feira, 28 de março de 2022

Ficha Técnica Nº. 5 | Desafios e Oportunidades da SST num mundo em mudança: As alterações tecnológicas e demográficas

 


Imagem com DR


O mundo do trabalho e os locais de trabalho estão em constante mudança, com a introdução de novas tecnologias, substâncias e processos de trabalho, alterações na estrutura da mão de obra e no mercado de trabalho e novas formas de emprego e organização do trabalho (UE-OSHA).

 

Todos estes fenómenos podem dar origem a novos riscos e desafios para a segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras.

 

 A OIT identifica quatro principais fatores que operam transformações no mundo do trabalho, designadamente:

• A tecnologia;

• A demografia;

• O desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas;

• As mudanças na organização do trabalho.

 

Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a identificar resumidamente as oportunidades e os desafios chave que a tecnologia e a demografia representam para a Segurança e Saúde no Trabalho. As questões relativas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças na organização do trabalho serão objeto da edição de junho desta publicação.

 

Acedaà publicação Aqui.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Ficha Técnica Nº. 4 | A Segurança e Saúde como direito fundamental no trabalho

 


 

Desde que emergiu à escala mundial a pandemia COVID-19, teve profundos impactos em todo o mundo. A pandemia trouxe graves consequências ao mundo do trabalho, desde o risco de transmissão do vírus nos locais de trabalho, até aos riscos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) que emergiam em resultado das medidas implementadas para mitigar a propagação do vírus Sars-CoV-2. 


Acima de tudo, a pandemia veio trazer à evidência a desadequação das medidas de SST adotadas nos locais de trabalho e o não cumprimento efetivo dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras na prevenção de riscos profissionais, cuja correta avaliação se exige. 


É reconhecido, por todo o movimento sindical internacional, que a Segurança e a Saúde dos trabalhadores não têm sido tratadas com suficiente prioridade, a nível global, o que se pode traduzir nas situações evidenciadas pela pandemia COVID-19, nomeadamente, a falta de equipamentos de proteção individual, a ausência de avaliação de riscos nos locais de trabalho, a inexistência de vigilância da saúde, o insuficiente planeamento das situações de emergência e as dificuldades na coordenação dos Planos de Contingência com os Planos de Segurança e Saúde no Trabalho. 


Estas são apenas algumas falhas graves que esta pandemia veio colocar a nu em matéria de SST. Neste contexto, nunca é demais relembrar os direitos que assistem aos trabalhadores e trabalhadoras em matéria de prevenção de riscos profissionais, ainda mais, quando verificamos que, lamentavelmente, o caminho ainda é longo para conseguirmos a plena efetivação destes direitos nos locais de trabalho.


Aceda a esta publicação Aqui.



quinta-feira, 24 de março de 2022

Ficha Técnica Nº. 3 | Plataformas digitais de trabalho e as suas implicações para SST

 

 




Uma das principais transformações verificadas no mundo do trabalho, na última década, foi o surgimento de formas de organização do trabalho absolutamente novas, coordenadas por plataformas on-line que, mais não são, do que sítios Web altamente dinâmicos que se constituem como mercados de trabalho digitais.

 

O trabalho em plataformas digitais compreende diversas modalidades de trabalho, diferentes tipos de tarefas e muitas formas de emprego não convencionais, desde o trabalho altamente qualificado a serviços realizados em casa ou noutras instalações e geridos através de aplicações baseadas na Internet.

 

Como consequência, também as condições de trabalho variam significativamente, assim como os riscos para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Contudo, é provável que os riscos para a SST venham a ser agravados pelas caraterísticas específicas do trabalho neste tipo de plataformas.

 

Referimo-nos, por exemplo, a pedidos de trabalho feitos com insuficiente antecedência, penalizações por não se estar sempre disponível, estar sujeito a avaliações e a classificações de desempenho contínuas e exigentes.

 

Outras pressões resultam do aumento da concorrência, horários de trabalho irregulares, difícil separação entre o trabalho e a vida pessoal, situação profissional pouco clara, rendimento inseguro, ausência de oportunidades de formação, ausência de direitos sociais (baixa por doença e férias), entre outros.

 

Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a descrever resumidamente os potenciais riscos para a SST decorrentes do trabalho nesta nova forma de organização laboral.

 

Não pretendemos emitir uma opinião sobre se o trabalho neste tipo de plataformas é «bom» ou «mau», mas apenas sinalizar os potenciais riscos para a Saúde e Segurança dos trabalhadores que são resultado da investigação que tem sido desenvolvida pela UE-OSHA, no âmbito dos novos riscos profissionais.


Aceda à publicação Aqui.



quarta-feira, 23 de março de 2022

Ficha Técnica Nº. 2 | Gerir o Teletrabalho durante e após a pandemia

 



Imagem com DR


A emergência de saúde pública que decorre de uma pandemia, como a COVID-19, conduz muitos trabalhadores e trabalhadoras a realizarem o seu trabalho a partir de casa como medida para prevenir e mitigar o contágio. 


O teletrabalho pode ter um impacto significativo na Segurança e na Saúde dos trabalhadores, pelo que devem ser reforçadas as medidas de Segurança e Saúde no Trabalho por forma a prevenir e reduzir os riscos físicos e psicossociais, incluindo a violência, o assédio e as lesões músculo-esqueléticas e promover ativamente a saúde mental e o bem-estar das trabalhadores e trabalhadoras que se encontram em regime de teletrabalho.


Aceda à publicação Aqui.



terça-feira, 22 de março de 2022

Ficha Técnica Nº. 1 | Gerir os riscos psicossociais em situação de pandemia



Imagem com DR


Durante uma pandemia, como a COVID-19 e, em particular quando o confinamento e o encerramento temporário das empresas são impostos, os trabalhadores e trabalhadoras podem ser afetados gravemente por riscos psicossociais que podem decorrer, entre outros fatores, da incerteza atual e futura relativamente à sua situação laboral. 


Tendo em conta as profundas alterações organizacionais e relacionais provocadas por situações excecionais, como a provocada pelo COVID-19, a avaliação da exposição dos trabalhadores aos principais fatores de risco psicossociais deve ser atualizada, de forma a determinar as medidas organizacionais e de gestão a implementar. 


Ressaltamos que esses riscos psicossociais, se não forem corretamente avaliados e geridos, podem levar a problemas físicos e mentais, como alterações de humor, baixa motivação, irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas digestivos, distúrbios musculares, burnout e ansiedade crónicas.


Aceda à publicação Aqui.




terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Ficha Técnica N.º7 | O impacto da utilização de exoesqueletos na Segurança e Saúde no Trabalho

 

 


Imagem com DR


 

Nos últimos anos foram introduzidos, em alguns locais de trabalho, novos dispositivos auxiliares utilizados no corpo, os chamados exoesqueletos, que servem para ajudar os trabalhadores a executar tarefas relacionadas com a movimentação manual, reduzindo assim a carga suportada pelo corpo do utilizador. Os exoesqueletos parecem proporcionar uma nova abordagem para lidar com a prevenção das lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT), pois podem reduzir a tensão muscular nas partes do corpo que são frequentemente afetadas, tais como, a região lombar ou os ombros.

 

Não esquecer que as LMERT continuam a ser um dos problemas de saúde mais significativos nos locais de trabalho. Contudo, apesar dos potenciais benefícios dos exoesqueletos para prevenir as LMERT é também necessário ter em conta que estes dispositivos podem dar origem a novas preocupações e desafios em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Tal significa que poderão surgir novos riscos potenciais para a saúde devido a uma redistribuição da tensão para outras partes do corpo.

 

Além disso, o uso destes dispositivos poderá contribuir para negligenciar a conceção ergonómica dos locais de trabalho que, como sabemos, é centrada no ser humano. Os efeitos a longo prazo da utilização de exoesqueletos, a nível dos parâmetros fisiológico, biomecânico e psicossocial são, pois, ainda pouco conhecidos. Por último, nunca é demais sublinhar que de acordo com a hierarquia de medidas de controlo de riscos, devem ser sempre consideradas, em primeiro lugar, as medidas de prevenção técnica e organizacional coletivas, sendo as medidas técnicas individuais, tais como equipar um trabalhador com um exoesqueleto, consideradas um último recurso.

 

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Ficha Técnica N.º8 | Riscos Emergentes: A utilização de fármacos que melhoram o desempenho no trabalho



Imagem com DR


O consumo de fármacos psicoativos por razões não medicinais, mas com o propósito de aumentar a produtividade ou para inibir o sono e aumentar o estado de vigília e alerta, parece tornar-se comum entre determinados grupos de trabalhadores. Numa sociedade e num ambiente de trabalho cada vez mais competitivos, é de esperar que o consumo dessas substâncias venha a crescer no futuro, pois cada vez mais existe a tendência para potencializar o rendimento e mitigar a pressão exercida pelo cumprimento de metas e objetivos. 


Os seus efeitos a longo prazo sobre a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, ainda, não são conhecidos de uma forma sustentada. Esta Ficha Técnica pretende realizar uma abordagem simples e prática sobre o que consistem estas substâncias que melhoram o desempenho no trabalho, qual a atual prevalência do seu consumo, quais os seus efeitos na saúde e, ainda, as implicações que tais consumos podem ter para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

 

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Guia temático sobre Epidemias no local de trabalho

 


Quando assistimos a uma situação de verdadeira pandemia causada pelo COVID 19, parece-nos relevante esta brochura que incide sobre uma temática que não tem sido abordada com frequência no âmbito da Segurança e Saúde no Trabalho que é, precisamente, a temática relativa às epidemias nos locais de trabalho: Riscos e medidas de prevenção. 


Dedica especial atenção à saúde ocupacional durante uma epidemia e como alguns setores, especificamente o da saúde, são mais suscetíveis à ocorrência de problemas de saúde nos trabalhadores e trabalhadoras devido à exposição agravada a fatores de risco. Pretende-se com esta publicação trazer para a temática da prevenção de riscos profissionais esta problemática específica, cuja pertinência não pode ser mais atual. 


Aceda à publicação Aqui.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Guia da UGT - Teletrabalho e suas implicações na Segurança e Saúde no Trabalho

 



 

O teletrabalho pode ser definido como o uso de tecnologias de informação e de comunicação (TIC) com o propósito de trabalhar fora das instalações do empregador. 


Esta brochura centra-se no teletrabalho efetuado no domicílio regular do trabalhador (trabalhar a partir de casa com recurso às TIC). A emergência de saúde pública devido ao COVID-19 levou muitos trabalhadores e trabalhadoras a realizarem o seu trabalho em casa, pela primeira vez, e muitos destes a fazê-lo de uma forma mais sistemática. 


O teletrabalho pode ter um impacto significativo na Segurança e Saúde no Trabalho (SST) dos trabalhadores. Os longos períodos de trabalho sedentário, a falta de exercício físico, o trabalho isolado, o esbatimento das fronteiras entre o trabalho remunerado e a vida privada e o stresse são alguns dos riscos associados ao teletrabalho que podem ter um impacto significativo na saúde músculo-esquelética e mental dos trabalhadores. 


Por esta razão, os EMPREGADORES E OS TRABALHADORES TÊM DE ESTAR CONSCIENTES DOS RISCOS ASSOCIADOS AO TELETRABALHO E ABORDÁLOS ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DE MEDIDAS PREVENTIVAS E DE CONTROLO ADEQUADAS.


Esta brochura inclui alguns conselhos e orientações destinadas a garantir a saúde e o bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras que se encontram a desenvolver as suas atividades em regime de teletrabalho.


Aceda ao Guia Aqui

Ficha Técnica Nº. 1 | Gerir os riscos psicossociais em situação de pandemia

 

imagem com DR

Durante uma pandemia, como a COVID-19 e, em particular quando o confinamento e o encerramento temporário das empresas são impostos, os trabalhadores e trabalhadoras podem ser afetados gravemente por riscos psicossociais que podem decorrer, entre outros fatores, da incerteza atual e futura relativamente à sua situação laboral. 


Tendo em conta as profundas alterações organizacionais e relacionais provocadas por situações excecionais, como a provocada pelo COVID-19, a avaliação da exposição dos trabalhadores aos principais fatores de risco psicossociais deve ser atualizada, de forma a determinar as medidas organizacionais e de gestão a implementar. 


Ressaltamos que esses riscos psicossociais, se não forem corretamente avaliados e geridos, podem levar a problemas físicos e mentais, como alterações de humor, baixa motivação, irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas digestivos, distúrbios musculares, burnout e ansiedade crónicas. 


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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Ficha Técnica Nº. 2 | Gerir o Teletrabalho durante e após a pandemia

 



imagem com DR


A emergência de saúde pública que decorre de uma pandemia, como a COVID-19, conduz muitos trabalhadores e trabalhadoras a realizarem o seu trabalho a partir de casa como medida para prevenir e mitigar o contágio.

 

O teletrabalho pode ter um impacto significativo na Segurança e na Saúde dos trabalhadores, pelo que devem ser reforçadas as medidas de Segurança e Saúde no Trabalho por forma a prevenir e reduzir os riscos físicos e psicossociais, incluindo a violência, o assédio e as lesões músculo-esqueléticas e promover ativamente a saúde mental e o bem-estar das trabalhadores e trabalhadoras que se encontram em regime de teletrabalho. 


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terça-feira, 10 de agosto de 2021

Ficha Técnica Nº. 3 | Plataformas digitais de trabalho e as suas implicações para SST

 

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Uma das principais transformações verificadas no mundo do trabalho, na última década, foi o surgimento de formas de organização do trabalho absolutamente novas, coordenadas por plataformas on-line que, mais não são, do que sítios Web altamente dinâmicos que se constituem como mercados de trabalho digitais. 


O trabalho em plataformas digitais compreende diversas modalidades de trabalho, diferentes tipos de tarefas e muitas formas de emprego não convencionais, desde o trabalho altamente qualificado a serviços realizados em casa ou noutras instalações e geridos através de aplicações baseadas na Internet. Como consequência, também as condições de trabalho variam significativamente, assim como os riscos para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST). 


Contudo, é provável que os riscos para a SST venham a ser agravados pelas caraterísticas específicas do trabalho neste tipo de plataformas. Referimo-nos, por exemplo, a pedidos de trabalho feitos com insuficiente antecedência, penalizações por não se estar sempre disponível, estar sujeito a avaliações e a classificações de desempenho contínuas e exigentes. 


Outras pressões resultam do aumento da concorrência, horários de trabalho irregulares, difícil separação entre o trabalho e a vida pessoal, situação profissional pouco clara, rendimento inseguro, ausência de oportunidades de formação, ausência de direitos sociais (baixa por doença e férias), entre outros. 


Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a descrever resumidamente os potenciais riscos para a SST decorrentes do trabalho nesta nova forma de organização laboral. 


Não pretendemos emitir uma opinião sobre se o trabalho neste tipo de plataformas é «bom» ou «mau», mas apenas sinalizar os potenciais riscos para a Saúde e Segurança dos trabalhadores que são resultado da investigação que tem sido desenvolvida pela UE-OSHA, no âmbito dos novos riscos profissionais. 


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Ficha Técnica N.º6 | Desafios e oportunidades da SST num mundo em mudança : O desenvolvimento sustentável e as mudanças na organização do trabalho


imagem com DR

O mundo do trabalho e os locais de trabalho estão em constante mudança, com a introdução de novas tecnologias, substâncias e processos de trabalho, alterações na estrutura da mão de obra e no mercado de trabalho e novas formas de emprego e organização do trabalho (UE-OSHA). 


Todos estes fenómenos podem dar origem a novos riscos e desafios para a segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras. 

A OIT identifica quatro principais fatores que operam transformações no mundo do trabalho, designadamente: 

• A tecnologia;

 • A demografia;

 • O desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas; 

• As mudanças na organização do trabalho.


 Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a identificar resumidamente as oportunidades e os desafios-chave que as questões relativas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças na organização do trabalho representam para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST). 


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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Ficha Técnica Nº. 5 | Desafios e Oportunidades da SST num mundo em mudança: As alterações tecnológicas e demográficas



imagem com Dr


O mundo do trabalho e os locais de trabalho estão em constante mudança, com a introdução de novas tecnologias, substâncias e processos de trabalho, alterações na estrutura da mão de obra e no mercado de trabalho e novas formas de emprego e organização do trabalho (UE-OSHA). Todos estes fenómenos podem dar origem a novos riscos e desafios para a segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras.

 

A OIT identifica quatro principais fatores que operam transformações no mundo do trabalho, designadamente:


• A tecnologia;

• A demografia;

• O desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas;

 • As mudanças na organização do trabalho. Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a identificar resumidamente as oportunidades e os desafioschave que a tecnologia e a demografia representam para a Segurança e Saúde no Trabalho.

 

As questões relativas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças na organização do trabalho serão objeto da edição de junho desta publicação. 


Aceda à publicação Aqui.