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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Agricultura e silvicultura: de que forma irão as alterações climáticas afetar a segurança e a saúde dos trabalhadores?

 

imagem com DR


As alterações climáticas representam um desafio maior para a agricultura e a silvicultura do que provavelmente para qualquer outro setor. Uma nova síntese informativa analisa as implicações desta situação para a segurança e saúde no trabalho (SST).


O aumento das temperaturas e da frequência de fenómenos meteorológicos extremos exige a avaliação dos riscos emergentes e a adaptação das práticas de trabalho, por exemplo, para evitar a exaustão devido ao calor e a exposição a poeiras e doenças.


A síntese apresenta recomendações para minimizar os riscos, tais como programas de sensibilização e um acompanhamento mais proativo da saúde física e mental dos trabalhadores.


Consulte a síntese informativa sobre o impacto das alterações climáticas na agricultura e na silvicultura


Consulte a síntese informativa sobre as questões de SST com que se defronta o setor agrícola e florestal


Para mais informações, aceda ao relatório da EU-OSHA sobre o futuro da agricultura e silvicultura e a SST


quarta-feira, 8 de agosto de 2012


Portugal ratifica a Convenção n.º 184 sobre a Segurança e a Saúde na Agricultura, adotada pela Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho


A Convenção n.º 184 sobre a Segurança e a Saúde na Agricultura, adotada pela Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, na sua 89.ª Sessão, realizada em Genebra em 21 de junho de 2001, aprovada pela Resolução da Assembleia da República n.º 109/2012, em 8 de junho de 2012 foi, ontem, ratificada pelo Decreto do Presidente da República n.º135/2012 de 8 de agosto.

Com a ratificação desta Convenção é cumprida a medida n.º 6.3 da Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho 2008 – 2012.

sexta-feira, 6 de julho de 2012


RESOLUÇÃO QUE APROVA A CONVENÇÃO N.º184 SOBRE A SEGURANÇA E A SAÚDE NA AGRICULTURA adotada pela Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho na sua 89.a sessão, realizada em Genebra em 21 de junho de 2001.

 

 


Foi aprovada no dia 8 de junho de 2012 pela Assembleia da República a Convenção n.º 184 da OIT sobre Segurança e Saúde na Agricultura.

A ratificação desta Convenção é uma das medidas da Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho 2008 - 2012 - Medida n.º 6.3 - ratificação da Convenção n.º 184 da OIT, de 2001, sobre a segurança e saúde no trabalho na agricultura.

Consulte a Resolução e o texto da Convenção na II Série -A - Número 205  do BTE  de 5 de julho de 2012 Aqui

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Prevenir os acidentes na agricultura - Um desafio por vencer

Nos setores agrícola e florestal, no nosso país, ocorrem muitos acidentes de trabalho graves e mortais. Entre 2001 e 2011 foram objeto de inquérito pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) 161 acidentes de trabalho mortais ocorridos naqueles setores. Este ano, já ocorreram pelo menos 18 acidentes de trabalho mortais nestes setores.  
O sector agrícola apresenta características próprias e, por vezes, muito diferentes da maioria dos outros sectores económicos. Tal constatação prende-se com as características das atividades desenvolvidas, à dispersão dos locais de trabalho, e à dimensão e características socioeconómicas das empresas agrícolas e florestais.

É, pois, uma atividade em que existem muitas empresas familiares e trabalhadores por conta própria, sendo que o trabalho se desenvolve maioritariamente ao ar livre, em que são utilizados uma grande variedade de máquinas e equipamentos de trabalho, registando-se igualmente um grande contato com animais, com todos os riscos biológicos daí decorrentes, e em que se utilizam uma vasta gama de produtos químicos.
A toda esta multiplicidade de riscos profissionais acresce, ainda, o carater sazonal das atividades, o que tem como consequência a necessidade de contratação de pessoal não especializado nos “picos” de trabalho, recorrendo-se, várias vezes, a mão-de-obra estrangeira.
Estas características traduzem-se, muitas vezes, por um trabalho não formal, pouco qualificado, sendo que os riscos profissionais são potenciados fortemente pela insuficiente informação e formação dos trabalhadores.
No âmbito das doenças profissionais a situação é, igualmente, preocupante na medida em que uma percentagem substancial dos casos são clinicamente avaliados como doença natural, não sendo estabelecida a relação de causalidade entre o problema de saúde e a atividade profissional desenvolvida, que terá exposto o/a trabalhador/a doente a determinados riscos que originaram a doença.

A Organização Internacional do Trabalho tem insistido na necessidade de se atuar no sector agrícola, no que diz respeito à aplicação de medidas de prevenção de riscos profissionais. Essa prevenção terá que atuar, fundamentalmente, em quatro fontes de risco:
*      A utilização de tratores, máquinas e ferramentas agrícolas;

*      A utilização de produtos químicos;

*      A movimentação de cargas;

*      A exposição a riscos biológicos.

Trata-se, pois, de uma matéria de grande preocupação e, tendo em conta que é um dos sectores onde ocorrem maior número de acidentes mortais ou graves, a Assembleia da República recomendou ao Governo a redução da sinistralidade mortal no meio rural, mediante o seguinte conjunto de medidas e ações:

1 — Campanhas de alerta e sensibilização;

2 — Programa de renovação e reequipamento das explorações agrícolas;

3 — Programa de formação e aconselhamento

4 — Campanha de rastreio e acompanhamento médico de condutores e ajudantes;

5 — Programa de informação e prevenção de outros acidentes;


 Recomendação da Assembleia da República  n.º 139/2010




quarta-feira, 16 de maio de 2012

Proposta de Resolução n.º 24/ XIII



Encontra-se iniciado o processo, em sede parlamentar, de aprovação da Convenção n.º 184 sobre a Segurança e a Saúde na Agricultura, adotada pela Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, na sua 89.ª Sessão, realizada em Genebra, em 21 de junho de 2001.

Com efeito, a prevenção dos riscos ligados ao trabalho agrícola, como em qualquer outra atividade, constitui motivo de grande preocupação.
 
A Agricultura é o sector na União Europeia que apresenta a maior taxa de acidentes mortais. Em Portugal, e globalmente, as estatísticas disponíveis sobre sinistralidade espelham, igualmente, uma alta taxa de sinistralidade laboral neste setor.
 
De acordo com a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho os trabalhadores agrícolas sofrem 1,7 vezes a taxa média de acidentes de trabalho não mortais e 3 vezes a taxa média de acidentes mortais.  
 
Na Agricultura os riscos para a segurança e saúde são diversos e podem ocorrer tanto pela condução de tratores e manuseamento de máquinas agrícolas, pelo contacto com os animais, pelo uso de produtos químicos, pela utilização de energia elétrica, entre variadíssimas outras situações.
 
Tendo em conta a complexidade de tarefas inerentes ao trabalho agrícola, bem como a diversidade de riscos a que os trabalhadores agrícolas se encontram expostos, a ratificação, por parte de Portugal, desta Convenção constitui particular pertinência.

Consulte a Proposta de Resolução em:

http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=36783

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Riscos profissionais na agricultura - ACT




(clique aqui para aceder à newsletter)

Este é o último número da newsletter do ACT que destaca os riscos profissionais na agricultura. Trata-se naturalmente de uma matéria de grande preocupação pois, é um dos sectores onde ocorrem maior número de acidentes mortais ou graves.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Prevenir os acidentes na agricultura

A agricultura, a produção animal, a silvicultura e a caça continuam a ser actividades onde o risco é uma constante. 
Os dados da imagem são de 2006 e, constam de um Manual de Apoio à Exploração Agrícola que destaca as seguintes temáticas:
  •  Prevenção de Acidentes
  • Ergonomia
  • Electricidade
  • Máquinas e Alfaias
  • Ferramentas
  • Contaminantes Químicos e Físicos

Consultar o Manual...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Valha-nos o arco de "Stº António"

O risco de morte dos condutores de tratores agrícolas é 8 vezes superior ao dos que conduzem automóveis ligeiros ou pesados.
 
Sabia que:
O capotamento é a causa de morte de 2 em cada 3 acidentes com tratores agrícolas?

Esta são sem dúvidas boas razões para esta campanha de segurança rodoviária. 

Saiba mais, aqui...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Na agricultura, prevenir é preciso


Os trabalhadores agrícolas, dada a multiplicidade de tarefas que desempenham  estão expostos a  perigos variados:  manutenção de maquinaria, edifícios, estruturas; a contaminação por agentes biológicos e químicos; quedas em altura...  
O risco, neste sector é potenciado pela insuficiente informação/formação; o trabalho solitário; a ausência de equipamento de protecção; o recurso a trabalhadores sazonais/independentes e/ou a subcontratação.
Não será pois, surpreendente que no sector agrícola, os trabalhadores sofram 1,7 vezes a taxa média de acidentes de trabalho não mortais e 3 vezes a taxa média de acidentes mortais.
São números que nos devem fazer reflectir.
Saber mais, aqui e aqui.