Subscribe:

Pages

Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias nacionais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias nacionais. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Portugal é o terceiro país da UE com maior aumento de mortes no trabalho

 


Morreram 131 pessoas em contexto de trabalho em 2020. Itália é o país com maior aumento e maior número total de mortes


Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com maior aumento do número de pessoas que morreram depois de terem tido algum acidente de trabalho, quando são comparados os óbitos ocorridos em 2019 e em 2020. Segundo um estudo sindical levado a cabo pela Confederação Europeia de Sindicatos (ETUC, na sigla em inglês) a que o jornal “Público” teve acesso, Portugal registou 131 acidentes fatais no trabalho em 2020.


No mesmo ano foram registadas mais 27 mortes do que em 2019, tornando Portugal o terceiro país da UE com maior aumento de mortes no trabalho. O primeiro foi Itália (mais 285) e o segundo Espanha (mais 45). A Itália é também o país com o maior número total de óbitos ocorridos em 2020: 776.


“As mortes no trabalho vão continuar a ser um flagelo na Europa por quase uma década a mais do que o previsto anteriormente, após um aumento no número de acidentes fatais em quase metade dos Estados-membros”, refere a ETUC. Segundo os cálculos, Portugal só deverá deixar de registar mortes no trabalho em 2032, mas até lá morrerão mais 560 pessoas em contexto de trabalho.


In: Expresso 


terça-feira, 11 de julho de 2017

Patrões vão pagar por doenças que resultem de assédio



De acordo com uma notícia do Jornal Público, os empregadores  vão passar a ser obrigados a assumir a “reparação dos danos emergentes” de doenças profissionais dos seus trabalhadores que decorram de uma situação de assédio no trabalho. 

O PS, BE e PAN vão mesmo avançar com a elaboração de uma proposta conjunta que visa reforçar o quadro jurídico no que concerne ao combate do assédio moral e sexual no local de trabalho.

“O que acontece hoje é que em situações de assédio as pessoas ficam destruídas, com doenças, e entram muitas vezes em situações de baixa médica, com os encargos a serem totalmente suportados pelo Estado, ou seja, a empresa provoca prejuízo ao trabalhador e o Estado cobre esse prejuízo”, precisou o deputado bloquista José Soeiro, que coordenou o grupo de trabalho que durante vários meses consensualizou as posições dos diferentes partidos que apresentaram propostas relacionadas com o combate ao assédio sexual e moral no local de trabalho — além do PS, do BE e do PAN, também o PCP que decidiu defender sozinho a respectiva proposta a levar a votação final global. Quando a nova lei for aprovada, prosseguiu Soeiro, “o que o Estado fará é imputar à empresa esse custo, tal como acontece nas doenças profissionais e nos acidentes de trabalho”.

Fonte: Jornal Público


Aceda à notícia Aqui.