De
acordo com um estudo publicado em Outubro de 2017, as pessoas que trabalham em
fábricas, na construção e na limpeza são as que apresentam maiores taxas de
mortalidade. O estudo, elaborado por investigadores da Universidade de Glasgow
e publicado agora no Lancet Public Health,
é o primeiro, em 20 anos, a classificar taxas de mortalidade de acordo com a
profissão.
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quinta-feira, 15 de março de 2018
Taxas de mortalidade três vezes maiores em determinados grupos profissionais
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Estudos
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Modelos de tempo de trabalho para um trabalho sustentável
O
tempo de trabalho é um tema de estudo recorrente porque a natureza do trabalho,
o seu conteúdo, as condições em que é desenvolvido e o próprio mercado de
trabalho continuam a evoluir. Este relatório oferece uma visão geral sobre a
recente evolução da duração e organização do tempo de trabalho na UE e salienta
as principais tendências e diferenças entre os Estados Membros.
Através de uma
análise detalhada dos dados resultantes do sexto Inquérito Europeu sobre as
Condições de Trabalho (2015), este estudo examina, por um lado, a relação entre
os modelos de tempo de trabalho, o equilíbrio entre a vida profissional e
pessoal e as preferências de tempo de trabalho, e por outro, a saúde e o
bem-estar dos trabalhadores, explorando ainda até que ponto as condições de
trabalho predominantes e os modelos de tempo de trabalho praticados nos Estados
Membros da UE são sustentáveis a longo prazo.
Descarregue
o relatório aqui.
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Estudos
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Bélgica: trabalhadores do setor da limpeza em maior risco de sofrer doenças pulmonares
Um estudo desenvolvido
pela Vrije Universiteit Brussel (VUB) revelou que a taxa de mortalidade causada
por doenças pulmonares é substancialmente maior entre os homens e mulheres que
trabalham no setor da limpeza do que no resto da população.
Embora o objetivo
do estudo não fosse procurar uma explicação para estas ocorrências, a autora
refere como possíveis causas a exposição aos químicos existentes nos produtos
de limpeza, bem como os riscos biológicos decorrentes da exposição ao bolor e
ao pó. O setor da limpeza emprega cerca de 200 mil pessoas na Bélgica.
Saiba mais aqui.
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Estudos
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Incapacidade temporária para o trabalho e idade
Um
novo relatório, intitulado “Estudo dos processos da incapacidade temporária
relacionados com a idade do trabalhador”, procura estabelecer uma ligação entre
a idade e a recuperação de acidentes de trabalho e doenças profissionais.
De
acordo com um estudo da FREMAP, a capacidade de recuperação de uma doença ou
acidente decresce com o aumento da idade, registando-se um maior número de dias
de baixa na fase final de carreira do trabalhador (acima dos 49 anos).
No
relatório, a FREMAP apela também a uma nova abordagem que promova a saúde dos
trabalhadores mais velhos no trabalho, incorporando conceitos como o
envelhecimento ativo ou a prevenção de perturbações músculo-esqueléticas e do
cancro.
Descarregue
o relatório (em espanhol) aqui.
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Estudos
Bélgica: trabalhadores do setor da limpeza em maior risco de sofrer doenças pulmonares
Um
estudo desenvolvido pela Vrije Universiteit Brussel (VUB) revelou que a taxa de
mortalidade causada por doenças pulmonares é substancialmente maior entre os
homens e mulheres que trabalham no setor da limpeza do que no resto da
população.
Embora o objetivo do estudo não fosse procurar uma explicação para estas
ocorrências, a autora refere como possíveis causas a exposição aos químicos
existentes nos produtos de limpeza, bem como os riscos biológicos decorrentes
da exposição ao bolor e ao pó. O setor da limpeza emprega cerca de 200 mil
pessoas na Bélgica.
Saiba
mais aqui.
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segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Contratos de zero horas são prejudiciais para a saúde
De acordo com um estudo publicado a 5 de Julho de
2017 pelo Instituto de Educação da University College London, os trabalhadores
com contratos de zero horas (onde o empregador não é obrigado a estabelecer um
horário de trabalho mínimo e o trabalhador não é obrigado a aceitar qualquer
trabalho que lhe é dado) correm maior risco de saúde, sobretudo mental, em
comparação com os trabalhadores com empregos estáveis.
Maior risco ainda correm
os jovens adultos desempregados, duas vezes mais suscetíveis de desenvolver
perturbações mentais.
Estas e outras conclusões preocupantes podem ser
consultadas aqui.
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Estudos
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Bélgica: trabalhadores do setor da limpeza em maior risco de sofrer doenças pulmonares
Um estudo desenvolvido
pela Vrije Universiteit Brussel (VUB) revelou que a taxa de mortalidade causada
por doenças pulmonares é substancialmente maior entre os homens e mulheres que
trabalham no setor da limpeza do que no resto da população.
Embora o objetivo
do estudo não fosse procurar uma explicação para estas ocorrências, a autora
refere como possíveis causas a exposição aos químicos existentes nos produtos
de limpeza, bem como os riscos biológicos decorrentes da exposição ao bolor e
ao pó. O setor da limpeza emprega cerca de 200 mil pessoas na Bélgica.
Saiba mais aqui.
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Estudos
Contratos de zero horas são prejudiciais para a saúde
De acordo com um estudo publicado a 5 de Julho de
2017 pelo Instituto de Educação da University College London, os trabalhadores
com contratos de zero horas (onde o empregador não é obrigado a estabelecer um
horário de trabalho mínimo e o trabalhador não é obrigado a aceitar qualquer
trabalho que lhe é dado) correm maior risco de saúde, sobretudo mental, em
comparação com os trabalhadores com empregos estáveis. Maior risco ainda correm
os jovens adultos desempregados, duas vezes mais suscetíveis de desenvolver
perturbações mentais.
Estas e outras conclusões preocupantes podem ser
consultadas aqui.
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Estudos
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Estudo revela que existe relação entre saltos altos e perturbações músculo-esqueléticas
Um
estudo recente veio comprovar a relação que existe entre as regras de vestuário
que obrigam as mulheres a usar saltos altos no trabalho e as perturbações
músculo-esqueléticas. A investigação, conduzida por estudantes da Universidade
de Aberdeen e cujos resultados foram publicados no jornal BMC Public Health, é
descrita como “a mais detalhada análise” de estudos científicos realizados ao
nível dos efeitos que os saltos altos têm sobre a saúde.
Os investigadores
descobriram que muitos estudos evidenciavam uma clara ligação entre a
utilização de saltos altos e um maior risco de desenvolver perturbações
músculo-esqueléticas e joanetes, mas não encontraram provas que relacionassem o
calçado à osteoartrite.
Saiba
mais aqui.
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Estudos
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Estudo evidencia que a proibição do uso de amianto está a reduzir a ocorrência de mesotelioma peritonal na Suécia
As
primeiras proibições do uso de amianto foram introduzidas por países nórdicos –
Islândia (1982), Noruega (1983) e Suécia (1982) – mas as restrições impostas
pela legislação nacional variam de país para país.
Este
estudo teve como objetivo calcular os efeitos da referida proibição e de outras
medidas destinadas a restringir o uso de amianto na Suécia. A análise indica
que a proibição e outras restrições ao uso do amianto nos anos 1970 e 1980
reduziram o risco de mesotelioma em pessoas que iniciaram a sua carreira
profissional durante ou após este período.
Aceda ao Estudo Aqui.
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Estudos
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Desafios do mercado de trabalho para a segurança e saúde no trabalho
A globalização e um
contexto social em constante evolução têm consequências importantes para o
mercado de trabalho e, consequentemente, para a Segurança e Saúde no Trabalho.
Com efeito, uma mão-de-obra envelhecida, níveis crescentes de participação das mulheres e
um maior movimento de trabalhadores para e dentro da Europa exigem medidas de
prevenção mais eficazes.
Produzido em colaboração com a PEROSH, o documento de
trabalho intitulado “Saúde, evolução
demográfica e bem-estar: a saúde e segurança no trabalho no contexto da
evolução demográfica” identifica áreas de investigação que precisam de ser
abordadas por forma a dar resposta a estes desafios.
Consulte Aqui.
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Estudos
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Estudo sobre Riscos Emergentes no Setor da Construção
Este Estudo
publicado recentemente pelo INSHT identifica e analisa os riscos laborais
emergentes no setor da construção através da análise das alterações
demográficas, económicas, tecnológicas e normativas que ocorrem na atualidade.
O objetivo do estudo é, pois, a recolha de dados e fornecer
evidências científicas, bem como informação produzida recentemente que revele a
importância que esses riscos podem ter num cenário futuro, permitindo antecipar
esses riscos e identificar novas causas dos problemas para a segurança e saúde
dos trabalhadores da construção civil.
Aceda à Publicação Aqui.
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Estudos
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Relatório sobre o “ Impacto das
tecnologias
de informação e comunicação nas condições de trabalho
O Centro de Análise Estratégica da
Direção Geral do Trabalho de França publicou um relatório sobre o “ Impacto das
tecnologias de informação e comunicação nas condições de trabalho “ (TIC).
São analisadas questões, tais como:
Ø
A
evolução das TIC nas empresas;
Ø
O impacto das TIC sobre a autonomia,
ritmos e controle do trabalho;
Ø
De que forma as TIC contribuem para a
renovação da Negociação Coletiva;
Ø
Efeitos das TIC no isolamento de
trabalhadores;
Ø
Impactos das TIC na segurança e saúde
do trabalho;
Ø
Avaliação do impacto das TIC nas
condições de trabalho nos próximos anos.
Este Relatório conclui que existem cinco
riscos principais relacionados com as TIC no que toca às condições de trabalho.
São eles:
1.Redução da autonomia do trabalhador: maior controlo da sua atividade;
2.Aumento do ritmo e intensificação do trabalho;
3.Enfraquecimento das relações interpessoais e/ou dos coletivos dos trabalhadores;
4.Desaparecimento das fronteiras entre o trabalho e o resto da vida;
5.Grande sobrecarga de informação.
Consulte este Relatório Aqui
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Condições de Trabalho,
Estudos,
TIC
terça-feira, 12 de junho de 2012
Estudo
Eurobarómetro
Tabagismo
Foi divulgado, no passado dia 31 de maio de 2012
um Estudo da Comissão Europeia sobre as Atitudes dos Europeus face ao Tabaco.
Segue-se o registo dos principais resultados
relativamente a Portugal.
Prevalência tabágica
·
Neste estudo, Portugal apresentou uma proporção
de 23% de fumadores, situando‐se
entre o grupo de países com prevalências mais baixas, imediatamente a seguir à
Suécia (13%;
·
Apresentou a maior proporção de inquiridos que
afirmaram nunca ter fumado (62%), valor superior à média europeia (51%;
·
Porém, a proporção de ex‐fumadores (15%),
situou‐se
bastante abaixo da observada no conjunto dos 27 Estados‐Membros (21%).
Intensidade
tabágica
·
Quanto à intensidade do consumo, Portugal
apresentou um consumo médio de 14,4 cigarros por dia, valor próximo da média europeia
(14,2 cigarros por dia).
Cessação tabágica
·
45% dos fumadores portugueses
disseram já ter tentado parar de fumar, valor inferior à média europeia (60%);
·
Dos fumadores que tentaram deixar de fumar
no último ano, 84% não pediu ajuda;
·
10% tomou substitutos de nicotina;
·
5% pediu ajuda a um médico ou outro
profissional de saúde;
·
O uso de uma linha telefónica de
apoio foi mencionado por 1%;
·
O recurso a sites de apoio à cessação tabágica na
Internet não foi mencionado;
Exposição ao
fumo ambiental
·
82% dos portugueses responderam
nunca ou quase nunca estar expostos, valor superior à média europeia (72%);
·
Referiram estar diariamente
expostos ao fumo 7% dos trabalhadores portugueses inquiridos;
·
Cerca de 2% referiram uma exposição
diária superior a 5 horas;
Início do consumo
·
Cerca de 90% dos fumadores portugueses disseram
ter iniciado o consumo regular de tabaco antes dos 25 anos;
·
22% afirmaram
ter começado a fumar antes dos 15 anos;
·
51%, entre os 15 e os 18 anos.
·
Apenas 6% referiram ter começado a fumar
regularmente depois dos 25 anos;
Influências
·
82% dos inquiridos portugueses
disseram ter começado a fumar devido ao facto de os amigos fumarem;
·
19% por gostarem do cheiro ou do sabor
do tabaco;
·
10% por este ser economicamente
acessível;
·
6% por terem pais fumadores;
Prevalência de
ex-fumadores
·
15% dos inquiridos portugueses assumiram ser ex‐fumadores;
·
Dos fumadores, 45% responderam já ter tentado
parar de fumar, pelo menos uma vez ao longo da vida, valor inferior à média
europeia (60%);
·
Verificou- se uma diminuição da proporção de
fumadores que referiu ter feito uma tentativa para parar de fumar no último
ano: 32%, em 2006, 17% em 2009 e 14% em 2012;
Motivos
para deixar de fumar
·
A preocupação com a própria saúde foi referida
por 59% dos fumadores portugueses que fizeram uma tentativa para parar de fumar
nos últimos 12 meses;
·
Preço do tabaco (48%);
·
Conselho de familiares ou amigos (26%);
·
Conselho médico ou de um outro profissional de
saúde (9%);
·
Preocupação com a exposição ao fumo de terceiras
pessoas (8%).
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Estudo Nacional
Metade dos professores portugueses
sofre de stresse, ansiedade e exaustão
Um
estudo desenvolvido por duas investigadoras do ISPA – Instituto Superior de
Psicologia Aplicada – aponta como principais motivos para as situações de
stresse, ansiedade e exaustão sentidas por metade dos professores portugueses, indisciplina e o desinteresse dos alunos, bem como o excesso
de carga letiva e a extrema burocracia nas escolas.
O estudo resultou de um inquérito aplicado
a cerca de 807 professores de escolas públicas (a larga maioria) e privadas de
Portugal continental e nas regiões autónomas.
Metade
dos professores portugueses sofre do chamado síndrome de burnout, um
estado físico, emocional e psicológico associado ao stresse e à ansiedade que,
nos casos mais graves, pode mesmo levar à depressão, e que conduz ao recurso
prolongado a ansiolíticos.
De acordo com a investigação
realizada por Ivone Patrão e Joana Santos Rita, são sobretudo os professores do
sexo feminino, mais velhos e com vínculo profissional que apresentam níveis de
burnout superiores.
O primeiro aspeto apontado pelos
docentes como causa para o distúrbio prende-se com a dificuldade de gestão dos
problemas de indisciplina na sala de aula, com a perceção da desmotivação para
o estudo por parte dos alunos e pela pressão para o sucesso.
O segundo fator relaciona-se com a
insatisfação com a carga letiva que lhes é atribuída, por todas as
responsabilidades não-educacionais e pela falta de trabalho em equipa e de
suporte das chefias, além da pressão de supervisores no que toca à avaliação de
desempenho.
O
estudo encontra-se, ainda, em curso, sendo objetivo das autoras, alargar a
amostra a outros docentes.
Referência a este Estudo
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Estudos,
Riscos Psicossociais
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Dia
Mundial Sem Tabaco 2012: maioria dos cidadãos da UE apoia medidas mais
rigorosas na luta antitabaco.
Estudo
Eurobarómetro
Assinalou-se ontem o Dia Mundial sem Tabaco. A este
propósito a Comissão Europeia publicou um estudo à escala da UE sobre as atitudes
em relação ao tabaco.
Em média, 60 % dos cidadãos dão o seu apoio a medidas
que tornem o tabaco menos visível e atrativo, tais como manter os produtos do
tabaco longe da vista nas lojas ou restringir a utilização de aromas e cores
atraentes.
No entanto, outros valores são preocupantes: 28 % dos
cidadãos da UE com mais de 15 anos fumam, e 70 % dos fumadores e
ex-fumadores adquiriram o hábito antes dos 18.
John Dalli, Comissário
Europeu para a Saúde e Defesa do Consumidor, declarou: «Estou profundamente preocupado pelo facto de a maioria dos europeus
começar a fumar na adolescência, antes de completarem os 18 anos. Tal como referi na reunião de hoje com o Dr.
Nikogosian, secretário-executivo da Convenção-Quadro da Organização Mundial de
Saúde para a Luta Antitabaco, é por esta razão que estou empenhado em garantir
que a Europa está à altura dos seus compromissos internacionais na
regulamentação em matéria de produtos do tabaco, nomeadamente na redução do caráter
apelativo dos cigarros para os jovens. É com este espírito que a Comissão
Europeia está atualmente a delinear uma proposta de revisão da diretiva
relativa aos produtos do tabaco».
Tecendo comentários
acerca de alguns resultados positivos do inquérito, o Comissário John Dalli
acrescentou: «Fico satisfeito com o vasto
apoio dos cidadãos à adoção de medidas mais rigorosas na luta antitabaco. Também é reconfortante observar uma queda
substancial no número de pessoas expostas ao fumo do tabaco. Tal demonstra que
a rigorosa regulamentação sobre o consumo de tabaco em locais públicos e as
ações de sensibilização quanto às vantagens de não fumar – como a campanha da
UE “Os ex-fumadores são imparáveis” – estão a produzir resultados».
Entre as constatações do
inquérito da UE sobre as atitudes dos europeus face ao tabaco, contam-se:
- O número de cigarros fumados por dia é de 14,2, o que representa um
ligeiro decréscimo relativamente ao inquérito anterior (2009) (14,4
cigarros/dia);
- Metade da população da UE nunca fumou: a prevalência não mudou ao longo dos últimos três
anos;
- 61 % dos fumadores atuais já tentaram deixar de
fumar, incluindo 1 em cada 5 no ano
anterior ao inquérito;
- Embora se tenha
verificado uma redução de 17 % na percentagem de pessoas expostas ao fumo
do tabaco em restaurantes e bares, 14 %
dos cidadãos da UE ainda declararam
ter estado expostos ao fumo em restaurantes e 28 % no interior de
cafés e bares ao longo dos últimos seis meses;
- 73 % dos cidadãos da UE estão a favor da
introdução de medidas de segurança
para reprimir o tráfico ilícito de cigarros, mesmo que tal torne o tabaco mais
caro;
- 33 % dos fumadores e ex-fumadores na UE declaram
que as advertências relativas à saúde nos maços de tabaco têm ou tiveram
impacto sobre as suas atitudes e
comportamentos face ao tabagismo.
Acrescenta-se, ainda, que
está em curso a revisão da diretiva
relativa aos produtos do tabaco de 2001 e a Comissão tenciona apresentar a
sua proposta no segundo semestre de 2012. A UE e todos os seus Estados-Membros
ratificaram a Convenção-Quadro para a
Luta Antitabaco da OMS que entrou em vigor em fevereiro de 2005.
A Recomendação do Conselho sobre Espaços Sem Fumo, adotada em 2009,
insta os Estados-Membros a adotar e aplicar legislação que proteja os cidadãos
contra a exposição ao fumo do tabaco em locais públicos fechados, locais de
trabalho e transportes públicos. Apela igualmente ao reforço da legislação
antitabágica com medidas de apoio à proteção das crianças, ao incentivo dos
esforços para deixar de fumar e à aposição de advertências ilustradas nos maços
de tabaco.
Para mais informações:
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Depressão e tempo de trabalho
As probabilidades de depressão mais do que duplicam entre os trabalham 11 ou mais horas, comparativamente aos que trabalham 7 ou 8h por dia. Esta é a conclusão de um relatório publicado pelo PLoS ONE.
Os autores deste estudo, coordenado por Marianna Virtanen, seguiram cerca de 2000 funcionários públicos ingleses na busca de uma associação entre a sobre-carga laboral e a depressão. Esta correlação não foi alterada quando também foram tomadas em contas outras variáveis como o estilo de vida ou, as condições de trabalho.
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Saúde Mental
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Stresse ocupacional entre os professores
O stresse ocupacional afecta, de uma forma ou de outra, todos os grupos profissionais. Os docentes, como todos os outros trabalhadores têm direitos em matéria de segurança e saúde no trabalho. De resto, as condições de trabalho dos professores reflectem-se não só na saúde dos profissionais mas também na qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A profissão de professor é, por si só, exigente e stressante e relativamente a isso os investigadores convergem na análise. De resto, o aumento do número alunos por turma; turmas por professor; da carga burocrática; da precariedade... tem inevitavelmente um custo ao nível do stresse a que estes profissionais estão sujeitos.
Pode ler aqui um estudo muito interessante sobre esta temática.
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Stresse
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Envelhecer em Portugal
No Ano Europeu do Envelhecimento Activo, um estudo do EUROBAROMETRO revela a sensibilidade dos portugueses relativamente ao "envelhecimento" resultante do aumento da esperança de vida.
Ver as conclusões do Eurobarometro, aqui...
Ver as conclusões do Eurobarometro, aqui...
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Estudos
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
O impacto económico da política de S.S.T. na União Europeia
Fornecer uma perspectiva sobre a forma como os factores económicos influenciam as políticas de segurança e saúde no trabalho dos Estados-Membros.
As conclusões deste projecto indicam que a avaliação "custo - benefício" tem vindo a adquirir uma importância crescente na maior parte dos Estados-Membros da U.E.. Esta análise influência em certa medida as decisões políticas e facilita os consensos com os parceiros sociais, na medida em que a avaliação económica evidência a necessidade de obter compromissos viáveis.
Ler o estudo, aqui...
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