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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Disruptores endócrinos custam aos Estados Unidos 310 mil milhões de euros por ano





Recentes investigações estimam que a economia norte-americana sofre um golpe de 310 mil milhões de euros anuais à medida que os disruptores endócrinos debilitam QIs, aumentam problemas comportamentais e exacerbam problemas de saúde como a obesidade e diabetes. 

Este valor corresponde a mais do dobro do custo anual estimado na União Europeia (148 mil milhões de euros), onde a regulamentação existente pode limitar a exposição a alguns destes agentes químicos. São estas as principais conclusões do estudo intitulado The Lancet Diabetes and Endocrinology, que pode ser consultado no link abaixo.

Aceda a mais informação Aqui.


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

ANSES divulga conclusões de estudo sobre critérios para a identificação de disruptores endócrinos


Em Maio de 2016, a Agência Francesa para a Alimentação, Ambiente e Segurança e Saúde no Trabalho (ANSES) recebeu um pedido formal para propor critérios para a definição de disruptores endócrinos.

No mês seguinte, enquanto este pedido estava a ser analisado, a Comissão Europeia publicou uma proposta de critérios para a identificação de disruptores endócrinos, que já era esperada desde o final de 2013. 

A ANSES publicou recentemente os resultados da sua análise especializada, cujo âmbito teve que ser modificado de modo a englobar a proposta elaborada pela Comissão. Nas suas conclusões, a Agência recomenda a retenção da definição e critérios para a identificação de disruptores endócrinos dada pela Opção 3 do quadro de referência da Comissão Europeia para 2014, que divide os disruptores em três categorias: “conhecidos”, “presumíveis” e “suspeitos”. 

A Agência recomenda ainda que a classificação dos disruptores seja feita por uma única instituição europeia, por forma a evitar riscos de classificações divergentes para uma dada substância.

Saiba mais Aqui.