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segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº9 - "O papel dos locais de trabalho no apoio a trabalhadores com problemas de saúde mental"

 


 Breve Contextualização


A mudança maciça para o regime de teletrabalho durante a pandemia de COVID-19 e o alargamento dos regimes de trabalho híbrido (que combinam teletrabalho e trabalho presencial), em tempos pós-pandémicos, levou a um interesse crescente pelo teletrabalho e ao seu impacto no bem estar e na saúde dos trabalhadores e trabalhadoras. 


Embora sejam enfatizados os potenciais benefícios do teletrabalho, tanto para as organizações como para os indivíduos, em termos de flexibilidade, autonomia, desempenho e equilíbrio entre a vida profissional e a vida privada, também são apontados potenciais inconvenientes, nomeadamente os riscos psicossociais principalmente relacionados com: 


- Impacto no tempo de trabalho; 

- Conciliação entre a vida profissional e a vida familiar;

 - Disponibilidade alargada e horários de trabalho longos; 

- Esbatimento das fronteiras entre a vida profissional e a vida privada; 

- Isolamento e outros riscos emergentes relacionados com a utilização das TIC. 


A maioria dos estudos destaca a relevância do género na análise do teletrabalho, na medida em que este regime tem potencial para melhorar o equilíbrio entre a vida profissional e a vida privada, bem como favorecer a situação das mulheres no mercado de trabalho. 

Contudo, a investigação também evidencia que o teletrabalho tem um impacto negativo desproporcionado nas mulheres em termos de aumento dos níveis de stress e impacto na saúde mental. 

Esta publicação destina-se a resumir os principais fatores que estão associados à dimensão de género no teletrabalho, tendo por referência os resultados do inquérito Flash Eurobarómetro «Tomar o pulso à SST» - EU-OSHA. 


Nota: Este inquérito fornece informações importantes sobre uma série de impactos que a pandemia de COVID-19 teve na saúde e no bem-estar dos trabalhadores e nas medidas conexas no local de trabalho, em conjunto com a utilização crescente de tecnologias digitais no local de trabalho. Utilizar o local de trabalho como palco para promover uma boa saúde mental não só ajuda a proteger a saúde e bem-estar mental e físico do trabalhador como também será benéfico para a produtividade das empresas.


Veja a ficha informativa "O papel dos locais de trabalho no apoio a trabalhadores com problemas de saúde mental" AQUI

 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº7 - O PAPEL DOS LOCAIS DE TRABALHO NO APOIO A TRABALHADORES COM PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL

 

 

 Breve Contextualização 


A saúde mental é, na atualidade, uma das questões que apresenta maiores desafios em matéria de Saúde no Trabalho, pois tem um impacto significativo na saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, nas organizações e nas economias nacionais. 

Estima-se que, dentro em breve, a depressão será a principal causa de ausência por doença na Europa. Para além do absentismo, as consequências de uma má saúde mental encontram-se ligadas a inúmeros outros efeitos negativos para as empresas, tais como os níveis de desempenho e produtividade reduzidos, elevada rotatividade dos trabalhadores e fortes níveis de desmotivação no trabalho. 

As previsões sugerem que cerca de 25% dos cidadãos europeus sentirão um problema de saúde mental na sua vida e que aproximadamente 10% dos problemas e incapacidades mentais a longo prazo podem ser ligados a perturbações mentais e emocionais (Rede Europeia para a Promoção da Saúde no Trabalho). 

O trabalho pode representar um impacto severo na saúde mental. O stresse, a depressão ou a ansiedade são o segundo tipo mais comum de problema de saúde relacionado com o trabalho na UE 2, com quase 45 % dos trabalhadores a declararem enfrentar fatores de risco para o seu bem estar mental no trabalho. 

Outra questão importante, é a relacionada com o estigma em torno da saúde mental, na medida em que as pessoas que sofrem de problemas de saúde mental são frequentemente excluídas do trabalho, apesar dos problemas de saúde mental serem tão comuns.

 Com as adaptações adequadas, muitos trabalhadores com problemas de saúde mental podem continuar a trabalhar. Estas acomodações são muitas vezes simples e representam um baixo custo para as empresas. 

Esta publicação visa partilhar informações práticas sobre a forma de ajudar os trabalhadores que sofrem de um problema de saúde mental a permanecerem no trabalho ou a regressarem de forma adequada ao trabalho após um período de ausência por doença mental. 

Utilizar o local de trabalho como palco para promover uma boa saúde mental não só ajuda a proteger a saúde e bem-estar mental e físico do trabalhador como também será benéfico para a produtividade das empresas.

 

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº7


Veja a ficha informativa "O papel dos locais de trabalho no apoio a trabalhadores com problemas de saúde mental" AQUI



terça-feira, 3 de dezembro de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº 7 – O PAPEL DOS LOCAIS DE TRABALHO NO APOIO A TRABALHADORES COM PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL

 


A saúde mental é, na atualidade, uma das questões que apresenta maiores desafios em matéria de Saúde no Trabalho, pois tem um impacto significativo na saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, nas organizações e nas economias nacionais.

 

Estima-se que, dentro em breve, a depressão será a principal causa de ausência por doença na Europa. Para além do absentismo, as consequências de uma má saúde mental encontram-se ligadas a inúmeros outros efeitos negativos para as empresas, tais como os níveis de desempenho e produtividade reduzidos, elevada rotatividade dos trabalhadores e fortes níveis de desmotivação no trabalho.

 

As previsões sugerem que cerca de 25% dos cidadãos europeus sentirão um problema de saúde mental na sua vida e que aproximadamente 10% dos problemas e incapacidades mentais a longo prazo podem ser ligados a perturbações mentais e emocionais (Rede Europeia para a Promoção da Saúde no Trabalho).

 

O trabalho pode representar um impacto severo na saúde mental. O stresse, a depressão ou a ansiedade são o segundo tipo mais comum de problema de saúde relacionado com o trabalho na UE 2, com quase 45 % dos trabalhadores a declararem enfrentar fatores de risco para o seu bemestar mental no trabalho.

 

Outra questão importante, é a relacionada com o estigma em torno da saúde mental, na medida em que as pessoas que sofrem de problemas de saúde mental são frequentemente excluídas do trabalho, apesar dos problemas de saúde mental serem tão comuns.

 

Com as adaptações adequadas, muitos trabalhadores com problemas de saúde mental podem continuar a trabalhar. Estas acomodações são muitas vezes simples e representam um baixo custo para as empresas. Esta publicação visa partilhar informações práticas sobre a forma de ajudar os trabalhadores que sofrem de um problema de saúde mental a permanecerem no trabalho ou a regressarem de forma adequada ao trabalho após um período de ausência por doença mental.

 

Utilizar o local de trabalho como palco para promover uma boa saúde mental não só ajuda a proteger a saúde e bem-estar mental e físico do trabalhador como também será benéfico para a produtividade das empresas.

 

Aceda à publicação Aqui.

https://www.ugt.pt/publicfiles/8a0e130c7cb761ee9f91f2d384b6f672b1bbcea7.pdf

 

 

terça-feira, 26 de novembro de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº6 – Garantir a Segurança e a Saúde dos Trabalhadores com Doença Crónica, Deficiência ou Incapacidade"

 


Os locais de trabalho devem prevenir os riscos profissionais e criar condições para a promoção da saúde dos trabalhadores e trabalhadoras. Para as pessoas com uma condição de saúde pré-existente - por exemplo, uma doença crónica, incapacidade ou deficiência - o trabalho não deve ser gerador de novos problemas de saúde ou incapacidades.

 

Atualmente, cerca de metade dos 42,8 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa na UE estão empregadas e um quarto da população ativa da UE afirma ter uma doença crónica.

 

Estes trabalhadores devem receber IGUAL TRATAMENTO NO TRABALHO, o que inclui a igualdade em termos de proteção da sua segurança e promoção e vigilância da sua saúde.

 

A Segurança e a Saúde no Trabalho (SST) não devem servir de pretexto para excluir pessoas com deficiência, doença crónica ou incapacidade do mercado de trabalho. As medidas que facilitam o trabalho destes trabalhadores podem significar a continuidade da capacidade de trabalho dessa pessoa, impedindo a sua saída precoce do mercado de trabalho.

 

O objetivo deve ser tornar o trabalho tão acessível e inclusivo, quanto possível, para uma força de trabalho diversificada, permitindo que o maior número de pessoas entre e permaneça no mercado de trabalho, através de adaptações razoáveis e acessibilidade. Não podemos ignorar que um local de trabalho acessível e seguro para pessoas com deficiência, doença crónica ou incapacidade é, igualmente, mais seguro e acessível para os trabalhadores em geral, clientes e visitantes.

 

As pessoas com doenças existentes ou deficiência devem poder continuar a trabalhar, entrar no mercado de trabalho ou regressar ao mesmo. Consequentemente, é essencial um modelo de trabalho acessível e inclusivo, capaz de acolher uma mão de obra cada vez mais diversificada e facilitar a sua integração, reentrada e manutenção no mercado de trabalho.

EU-OSHA

 

Aceda à publicação Aqui

https://www.ugt.pt/publicfiles/c8dc49944b8df5070cc116ebee2cc4e06f2aca71.pdf

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Ficha Técnica n.º 5 - IMPACTO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO LOCAL DE TRABALHO

 


 

A violência doméstica é um problema complexo que se estende muito além da esfera pessoal das vítimas. As suas implicações não se limitam apenas às questões individuais e emocionais, mas também tem profundas ramificações e impactos no local de trabalho e na sociedade em geral. 


A verdade é que a violência doméstica muitas vezes “persegue” as vítimas para o local de trabalho, tendo necessariamente um profundo impacto na produtividade e no ambiente psicossocial das organizações. 


O local de trabalho, que deveria ser um local seguro, muitas vezes torna-se uma extensão desse ciclo de abusos violentos. A diversidade de formas que a violência doméstica pode assumir no local de trabalho é diversa, podendo desenvolver-se através de comportamentos de assédio moral até à perseguição e intimidação ou atos de violência direta.


 Os efeitos negativos repercutem-se em todos os aspetos da vida profissional da vítima, desde o prejuízo na sua capacidade de desempenho eficaz das funções, até à ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas com o stresse. Os agressores frequentemente invadem o local de trabalho das vítimas, prejudicando a sua segurança e a sua saúde mental, bem como todo o ambiente psicossocial da organização, promovendo um ambiente tóxico e perigoso para o coletivo dos trabalhadores. 


Esta ficha técnica evidencia a abordagem da problemática da violência doméstica no local de trabalho, enfatizando as formas como pode influenciar o exercício da atividade profissional e quais as medidas práticas podem ser tomadas no local de trabalho para a combater e para reduzir/minimizar os danos nas vítimas deste comportamento adverso


Aceda à publicação 

https://www.ugt.pt/publicfiles/ceae4f7160652c15c5e8777e80c6e3e2f2f1d965.pdf



segunda-feira, 22 de julho de 2024

FICHA INFORMATIVA: Ambientes de Trabalho Seguros e Saudáveis nº3

 

 "Trabalho Híbrido: Implicações para a Segurança e Saúde dos Trabalhadores "

 

Na sequência da pandemia de Covid-19, a transição para o trabalho híbrido – modalidade que combina o trabalho remoto com o trabalho presencial – assumiu um papel central nos locais de trabalho, importando conferir atenção nas suas repercussões nas condições de trabalho e em matéria de Saúde e Segurança no Trabalho (SST).

Os longos períodos de trabalho sedentário, a falta de exercício físico, o trabalho isolado, o esbatimento das fronteiras entre o trabalho remunerado e a vida privada, a intensificação do trabalho, os horários de trabalho irregulares e o stresse são alguns dos riscos que podem ter um impacto significativo na saúde dos trabalhadores e trabalhadoras.

Importa ainda referir que embora não seja um procedimento fácil para as entidades empregadoras assegurarem a realização das tradicionais avaliações dos riscos para a saúde e a segurança no domicílio dos trabalhadores, tais avaliações são fundamentais para garantir a prevenção ou a minimização dos fatores de risco associados ao trabalho remoto.


Esta publicação destina-se a resumir os principais fatores que estão associados ao trabalho híbrido. Aceda à publicação Aqui.


https://www.ugt.pt/seguranca-e-saude-no-trabalho/publicacoes/guias/ficha-informativa-ambientes-de-trabalho-seguros-e-saudaveis/5929

 

terça-feira, 25 de maio de 2021

Ficha Técnica Nº. 5 | Desafios e Oportunidades da SST num mundo em mudança: As alterações tecnológicas e demográficas



Já se encontra disponível no site da UGT a edição n.º 5 da Ficha Técnica sobre a temática "Desafios e Oportunidades da SST num mundo em mudança: As alterações tecnológicas e demográficas".


 O mundo do trabalho e os locais de trabalho estão em constante mudança, com a introdução de novas tecnologias, substâncias e processos de trabalho, alterações na estrutura da mão de obra e no mercado de trabalho e novas formas de emprego e organização do trabalho (UE-OSHA). 


Todos estes fenómenos podem dar origem a novos riscos e desafios para a segurança, saúde e bem estar dos trabalhadores e trabalhadoras. 


A OIT identifica quatro principais fatores que operam transformações no mundo do trabalho, designadamente: 

• A tecnologia; 

• A demografia; 

• O desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas; 

• As mudanças na organização do trabalho. Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a identificar resumidamente as oportunidades e os desafios chave que a tecnologia e a demografia representam para a Segurança e Saúde no Trabalho. 


As questões relativas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças na organização do trabalho serão objeto da edição de junho desta publicação.


Aceda a esta publicação Aqui.



terça-feira, 18 de maio de 2021

Ficha Técnica Nº. 4 | A Segurança e Saúde como direito fundamental no trabalho

 



Desde que emergiu à escala mundial a pandemia COVID-19, teve profundos impactos em todo o mundo. A pandemia trouxe graves consequências ao mundo do trabalho, desde o risco de transmissão do vírus nos locais de trabalho, até aos riscos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) que emergiam em resultado das medidas implementadas para mitigar a propagação do vírus Sars-CoV-2. 


Acima de tudo, a pandemia veio trazer à evidência a desadequação das medidas de SST adotadas nos locais de trabalho e o não cumprimento efetivo dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras na prevenção de riscos profissionais, cuja correta avaliação se exige. 


É reconhecido, por todo o movimento sindical internacional, que a Segurança e a Saúde dos trabalhadores não têm sido tratadas com suficiente prioridade, a nível global, o que se pode traduzir nas situações evidenciadas pela pandemia COVID-19, nomeadamente, a falta de equipamentos de proteção individual, a ausência de avaliação de riscos nos locais de trabalho, a inexistência de vigilância da saúde, o insuficiente planeamento das situações de emergência e as dificuldades na coordenação dos Planos de Contingência com os Planos de Segurança e Saúde no Trabalho. 


Estas são apenas algumas falhas graves que esta pandemia veio colocar a nu em matéria de SST. 


Neste contexto, nunca é demais relembrar os direitos que assistem aos trabalhadores e trabalhadoras em matéria de prevenção de riscos profissionais, ainda mais, quando verificamos que, lamentavelmente, o caminho ainda é longo para conseguirmos a plena efetivação destes direitos nos locais de trabalho.


Aceda à publicação Aqui.



segunda-feira, 3 de maio de 2021

Ficha Técnica Nº. 3 | Plataformas digitais de trabalho e as suas implicações para SST





Uma das principais transformações verificadas no mundo do trabalho, na última década, foi o surgimento de formas de organização do trabalho absolutamente novas, coordenadas por plataformas on-line que, mais não são, do que sítios Web altamente dinâmicos que se constituem como mercados de trabalho digitais. 


O trabalho em plataformas digitais compreende diversas modalidades de trabalho, diferentes tipos de tarefas e muitas formas de emprego não convencionais, desde o trabalho altamente qualificado a serviços realizados em casa ou noutras instalações e geridos através de aplicações baseadas na Internet. 


Como consequência, também as condições de trabalho variam significativamente, assim como os riscos para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Contudo, é provável que os riscos para a SST venham a ser agravados pelas caraterísticas específicas do trabalho neste tipo de plataformas. Referimo-nos, por exemplo, a pedidos de trabalho feitos com insuficiente antecedência, penalizações por não se estar sempre disponível, estar sujeito a avaliações e a classificações de desempenho contínuas e exigentes. 


Outras pressões resultam do aumento da concorrência, horários de trabalho irregulares, difícil separação entre o trabalho e a vida pessoal, situação profissional pouco clara, rendimento inseguro, ausência de oportunidades de formação, ausência de direitos sociais (baixa por doença e férias), entre outros. 


Esta Ficha Técnica propõe-se, pois, a descrever resumidamente os potenciais riscos para a SST decorrentes do trabalho nesta nova forma de organização laboral. Não pretendemos emitir uma opinião sobre se o trabalho neste tipo de plataformas é «bom» ou «mau», mas apenas sinalizar os potenciais riscos para a Saúde e Segurança dos trabalhadores que são resultado da investigação que tem sido desenvolvida pela UE-OSHA, no âmbito dos novos riscos profissionais.


Aceda à publicação Aqui.



sexta-feira, 16 de abril de 2021

Ficha Técnica Nº. 2 | Gerir o Teletrabalho durante e após a pandemia



A emergência de saúde pública que decorre de uma pandemia, como a COVID-19, conduz muitos trabalhadores e trabalhadoras a realizarem o seu trabalho a partir de casa como medida para prevenir e mitigar o contágio. 


O teletrabalho pode ter um impacto significativo na Segurança e na Saúde dos trabalhadores, pelo que devem ser reforçadas as medidas de Segurança e Saúde no Trabalho por forma a prevenir e reduzir os riscos físicos e psicossociais, incluindo a violência, o assédio e as lesões músculo-esqueléticas e promover ativamente a saúde mental e o bem-estar das trabalhadores e trabalhadoras que se encontram em regime de teletrabalho.


Aceda à publicação Aqui.



quinta-feira, 4 de março de 2021

Ficha Técnica n.º 1 - Gerir os riscos psicossociais em situação de pandemia

 

O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho tem uma nova publicação informativa - "Ficha Técnica sobre Prevenção e Riscos Profissionais, que terá uma periodicidade mensal.


Estes suportes informativos são elaborados de uma forma simples e prática, pretendendo-se que informem e sensibilizem os trabalhadores e trabalhadoras sobre os riscos específicos e as suas consequências para a Segurança e Saúde, bem como as adequadas medidas de prevenção.

 

O número 1 desta publicação é dedicado á gestão dos riscos psicossociais em tempos de pandemia.


Durante uma pandemia, como a COVID-19 e, em particular quando o confinamento e o encerramento temporário das empresas são impostos, os trabalhadores e trabalhadoras podem ser afetados gravemente por riscos psicossociais que podem decorrer, entre outros fatores, da incerteza atual e futura relativamente à sua situação laboral. 


Tendo em conta as profundas alterações organizacionais e relacionais provocadas por situações excecionais, como a provocada pelo COVID-19, a avaliação da exposição dos trabalhadores aos principais fatores de risco psicossociais deve ser atualizada, de forma a determinar as medidas organizacionais e de gestão a implementar. 


Ressaltamos que esses riscos psicossociais, se não forem corretamente avaliados e geridos, podem levar a problemas físicos e mentais, como alterações de humor, baixa motivação, irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas digestivos, distúrbios musculares, burnout e ansiedade crónicas.


Aceda à publicação Aqui