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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Sinistralidade laboral Mortal - 2015



De acordo com dados da ACT, este ano, e até 5 de Agosto, 76 trabalhadores perderam a vida no trabalho (70 homens e 6 mulheres).

A ACT contabiliza, ainda, 203 acidentes de trabalho graves este ano.

De referir que as estatísticas sobre acidentes de trabalho, aqui apresentadas, referem-se apenas aos acidentes de trabalho mortais objeto de ação inspetiva no âmbito da atuação da ACT.


Tipo de acidente
2014
2015
Nas instalações
107
54
In itinere
9
10
Em viagem, transporte ou circulação
19
12
Total
135
76

 Ultima atualização: 5 de Agosto de 2015

Para mais informações visite o Site da ACT.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Acidentes de Trabalho – 2009
Dados Estatísticos do GEP


O GEP – Gabinete de Estratégia e Planeamento - publicou recentemente os dados sobre a sinistralidade laboral relativos ao ano de 2009.

Podemos constatar que no ano de 2009 se apuraram 217 393 acidentes de trabalho dos quais resultaram 217 acidentes mortais.

Os acidentes de trabalho não mortais geraram 6 643 227 dias perdidos.

 Verifica-se, que a tendência dos acidentes mortais foi decrescente, tendo-se registado em 2009 o valor mais baixo tanto em número como em taxa de incidência. Em 2009, comparativamente com 2000, morreram menos 151 trabalhadores.

 Quanto à incidência da sinistralidade laboral por setores constata-se que é notoriamente maior nos setores C ("Indústrias transformadoras") e no F ("Construção"), que no conjunto registaram quase metade das ocorrências do total de acidentes.

 Com efeito, registaram-se 58 235 acidentes de trabalho e 29 mortais na indústria transformadora e 45 118 na construção civil, sendo 76 mortais.

 No que toca à distribuição percentual dos acidentes de trabalho por sexo do sinistrado, verifica-se que 74,7 % dos acidentes de trabalho, ocorridos em 2009, ocorreram com trabalhadores homens.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Estatisticas do nosso descontentamento 2

Esta é a última série cronológica relativa a acidentes de trabalho disponível para os anos de 2000 a 2008. Sendo este o mais completo conjunto de dados, não podemos deixar de sublinhar o atraso com que vão sendo conhecidos.

Acidentes de Trabalho 2000-2008

sexta-feira, 27 de abril de 2012

As estatísticas do nosso descontentamento



Hoje, dia 27 de Abril de 2012, véspera do Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho, foram publicadas as mais recentes estatísticas relativas à incidência das doenças profissionais em Portugal. Ao longo dos anos a UGT, tem solicitado às autoridades competentes a divulgação de estatísticas actualizadas (note-se que os dados mais actuais são de 2009), fiáveis e suficientemente detalhadas (fica tudo por saber: sectores; doenças mais frequentes; género e idade dos afectados... e ainda um sem número de outros dados) para permitir uma análise e pistas de actuação... infelizmente, a resposta está à vista e, não é minimamente satisfatória...


* Newsletter da ACT

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Envelhecer em Portugal

No Ano Europeu do Envelhecimento Activo, um estudo do EUROBAROMETRO revela a sensibilidade dos portugueses relativamente ao "envelhecimento" resultante do aumento da esperança de vida.

Ver as conclusões do Eurobarometro, aqui...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Acidentes de Trabalho

A publicação Indicadores Sociais (INE) - 2010 -  contém uma compilação dos resultados estatísticos relativos às principais variáveis de carácter social, ou com relevância para o estudo das evoluções observadas em onze capítulos temáticos. Na página 90, desta publicação, surgem as estatísticas relacionadas com os acidentes de trabalho sendo que os últimos dados se reportam ao ano de 2008. A ausência de dados relativos às doenças profissionais não pode ser deixada passar em claro, sob pena de as estatísticas relacionadas com a saúde e segurança não reflectirem a realidade.

sábado, 17 de dezembro de 2011

20% população activa sofre de má saúde mental


20% da população activa, na OCDE, sofre de má saúde mental, i.e., depressões graves, toxicomanias graves (álcool e drogas), perturbações maníaco-depressivas…. Um estudo publicado pela OCDE (em 14 de Dezembro) compara dados de diversas fontes para chegar à conclusão que um, ou mesmo dois, em cada três pedidos de reforma por invalidez se deve a problemas de saúde mental.
A crise económica e suas consequências aparecem como uma das explicações para a deterioração da saúde mental dos trabalhadores. A perda do emprego agrava o stresse psicológico mais do que a perda do conjuge. O simples risco de perda do posto de trabalho tem um impacto negativo significativo ora, este risco aumentou para todos os trabalhadores. A “insegurança no emprego” afecta um número sempre crescente de trabalhadores destacando-se entre estes os trabalhadores precários e os menos qualificados que são os que apresentam uma pior saúde mental.
A alteração das relações de trabalho parece pois, desempenhar um papel fundamental na degradação da saúde mental dos indivíduos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

54 mortes por overdose em Portugal (2009)

Um estudo do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), apresentado esta terça-feira, revela que, nos  últimos 20 anos, as overdoses mataram uma pessoa por hora.

Ainda de acordo com o mesmo documento, em 2009 morreram por overdose 7 600 pessoas tendo os opiáceos, sobretudo a heroína, estado presentes na maioria dos casos notificados na Europa. 

Em Portugal, os dados do Instituto Nacional de Medicina Legal registaram 54 mortes  relacionadas com o consumo de estupefacientes, a maioria das vítimas eram homens com uma idade média de 38 anos. O exame toxicológico confirmou a presença de opiáceos em 90.7% dos casos.

Ler o relatório sobre Portugal, aqui...

sábado, 8 de outubro de 2011

Imigração e Sinistralidade Laboral


Portugal tem as taxas de sinistralidade mais altas da União Europeia. Da análise da sinistralidade laboral mortal e não mortal dos últimos anos, em função da nacionalidade, resulta que são os trabalhadores imigrantes os mais vulneráveis a acidentes. Não se verifica, contudo, uma relação causal entre o fenómeno da imigração e o problema da sinistralidade laboral. Por outras palavras, o aumento ou diminuição da imigração não influencia a respectiva evolução da sinistralidade laboral, uma vez que não são os países com mais imigrantes que apresentam as mais altas taxas de sinistralidade laboral. Em Portugal, em anos de aumento da imigração não se verifica por correlação o aumento da sinistralidade laboral no país. Há, pois, outros factores específicos inerentes ao próprio contexto de acolhimento de explicam a sinistralidade laboral na sua globalidade e/ou a segurança dos trabalhadores. Estas são algumas das conclusões de um estudo de Catarina Oliveira e Cláudia Pires que poderá consultar, aqui.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Segurança: a escolha certa!

 

De acordo com os resultados do módulo ATPS 2007, 3,0% da população portuguesa empregada tinha sofrido pelo menos um acidente nos doze meses anteriores à entrevista. Ainda de acordo com os dados do ATPS 2007, 42,8% dos indivíduos empregados na semana de referência indicaram estar expostos a factores que podiam afectar a saúde física no seu local de trabalho: exposição a produtos químicos, poeiras, vapores, fumos ou gases; exposição a ruídos ou vibrações; exposição a posturas, movimentos de trabalho difíceis ou manuseamento de cargas pesadas; exposição a risco de acidente.
É por isto, que fazer as escolhas certas em matéria de segurança é tão importante.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Saúde e Trabalho em Portugal


646 mil indivíduos(8% da população empregada no momento da entrevista ou alguma vez empregada), com 15 ou mais anos, referiram que tinham algum problema de saúde causado ou agravado pelo trabalho.
Os dados são do INE e, foram recentemente publicados nas "Estatística do Emprego - 2º trimestre de 2011" [pp 34-47]. Trata-se de uma análise relevante para todos aqueles que se interessam por esta temática.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Acidentes de Trabalho na EU15

Incidência de acidentes de trabalho mortais, EU15, 1995-2005
 Incidência de acidentes de trabalho não fatais, EU15, 1995-2005
Entre 1995 e 2005 registou-se, na Europa, um significativo e consistente decréscimo dos acidentes de trabalho não-fatais  em todos os sectores de actividade à excepção dos sectores da electricidade, gás e águas, onde se verificou um incremento na ordem dos 18.4% do risco de acidentes.
Os acidentes mortais registaram um decréscimo em todos os sectores. Contudo, a construção, a agricultura e os transportes mantiveram-se como os sectores de risco mais elevado.
Saiba mais, aqui.