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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Estudo sobre os efeitos das condições climáticas extremas na Saúde e Segurança dos trabalhadores

 


Este estudo, solicitado pela Comissão de Emprego e Assuntos Sociais do Parlamento Europeu, avalia como as condições meteorológicas extremas (agravadas devido às alterações climáticas) afetam a Segurança e Saúde no Trabalho em toda a União Europeia.

Analisa como os riscos variam consoante a região, o setor e o grupo de trabalhadores, avalia a adequação dos quadros políticos existentes ao nível da UE e dos Estados-Membros, e apresenta recomendações para melhor proteger os trabalhadores e os locais de trabalho num clima em mudança.

Perigos como as ondas de calor, os incêndios florestais, as inundações, tempestades e períodos de frio estão a tornar-se mais comuns e intensos. Estas condições representam não só riscos para a saúde física, como insolação, lesões e doenças respiratórias, mas também desafios de saúde mental, incluindo ansiedade e stress.

Os impactos incluem um aumento do risco de acidentes, doenças e uma perda de produtividade em todo o mercado de trabalho. Entre todos os riscos relacionados com o clima, o calor emergiu como o risco mais urgente para a SST.

A investigação mostra que, mesmo o calor moderado pode reduzir significativamente a produtividade do trabalho, com os custos já a aumentar e, provavelmente a crescer ainda mais nos próximos anos.

Certos setores económicos estão mais expostos do que outros. A agricultura, a construção, os transportes e os serviços de emergência são particularmente afetados devido à natureza do seu trabalho. Além disso, setores como a indústria transformadora, o trabalho de escritório, serviços públicos e a gestão de resíduos, embora menos visíveis nas discussões políticas, enfrentam riscos comparáveis, especialmente durante as vagas de calor, merecendo maior atenção.

Alguns grupos de trabalhadores são particularmente vulneráveis. Os trabalhadores ao ar livre enfrentam uma exposição direta a temperaturas extremas e a condições meteorológicas adversas. De forma semelhante, os trabalhadores independentes, os trabalhadores das plataformas digitais, os trabalhadores migrantes, idosos e pessoas com doenças crónicas têm frequentemente menos recursos para se adaptar e podem ser excluídos das proteções formais.

Os trabalhadores em edifícios mal ventilados ou sobreaquecidos também estão cada vez mais em risco, especialmente durante as vagas de calor, que se tornam mais longas e frequentes. As implicações económicas dos riscos para a SST relacionados com o clima são substanciais.

Estima-se que as perdas de produtividade relacionadas com o calor custem à economia da UE aproximadamente 17 mil milhões de euros, anualmente, até 2030.

 

 

Fonte: Introdução do Estudo

Tradução assegurada por IA e revisão assegurada pelo Dep.SST

 

Aceda ao Estudo sobre os efeitos das condições climáticas extremas na Saúde e Segurança dos trabalhadores Aqui.


https://www.europarl.europa.eu/thinktank/en/document/CASP_STU(2025)759353

 

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Um inquérito da EU-OSHA revela que quase metade dos trabalhadores da UE provavelmente estão expostos a fatores de risco de cancro

 

Quase 47 milhões de trabalhadores da UE podem ter sido expostos a, pelo menos, um fator de risco de cancro durante a sua última semana de trabalho, de acordo com o inquérito sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro de origem profissional na Europa.

O inquérito realizado pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho destaca lacunas significativas na prevenção e sublinha a necessidade urgente de intervenções específicas e baseadas em dados concretos para proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o peso do cancro de origem profissional em toda a Europa.

O relatório de síntese final do inquérito que abrange 98,5 milhões de trabalhadores europeus, fornece os dados mais abrangentes até à data sobre a exposição provável dos trabalhadores a 24 fatores de risco de cancro conhecidos em seis Estados-Membros da UE: Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Hungria e Finlândia.

O último relatório destaca que 46,6 milhões de trabalhadores foram expostos a um ou mais riscos de cancro durante a sua semana de trabalho mais recente.

 

Taxas de exposição e disparidades entre trabalhadores

·         As exposições mais frequentes são à radiação ultravioleta solar (UV), às emissões dos gases de escape dos motores a diesel, ao benzeno, à sílica cristalina respirável e ao formaldeído. 

·         Ao contrário da exposição a outras substâncias químicas industriais, a exposição ao formaldeído é mais amplamente distribuída entre a população ativa, com 6,4 % dos trabalhadores tendo sido provavelmente expostos. As circunstâncias desta exposição são bastante diversas, por exemplo, no trabalho com cola ou contraplacado, durante o combate a incêndios ou na abertura de contentores de transporte.

·     A exposição ao pó de madeira destaca-se entre os fatores de risco de cancro no inquérito: metade dos trabalhadores afetados sofreu uma exposição de alto nível durante a última semana de trabalho, representando 1,6 % de todos os trabalhadores.

·         Cerca de 11,1 % dos trabalhadores estão expostos a pelo menos uma das 24 substâncias em níveis elevados. 

·         As exposições múltiplas também são comuns: 26,1 % dos trabalhadores estiveram provavelmente expostos a pelo menos dois fatores de risco para o cancro na mesma semana.

·         Os trabalhadores mais velhos tendem a ter uma maior exposição a múltiplos fatores de risco, mas a níveis mais baixos em comparação com outros trabalhadores.

·         Os trabalhadores por conta própria e os trabalhadores temporários enfrentam frequentemente taxas de exposição mais elevadas, ao passo que os padrões de exposição também diferem entre homens e mulheres, em função do setor e do tipo de trabalho em causa.

«Quase metade dos trabalhadores europeus está provavelmente exposta a agentes cancerígenos no local de trabalho, e milhões enfrentam altos níveis de risco ou múltiplas exposições. Todos os anos, mais de 100 000 pessoas na UE perdem a vida devido a cancros de origem profissional. Tais descobertas revelam lacunas significativas na prevenção e uma necessidade urgente de intervenções direcionadas e baseadas em evidências para proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o peso do cancro de origem profissional em toda a Europa.»

 

William Cockburn, Diretor Executivo da EU-OSHA

 

Medidas de controlo e lacunas na prevenção

 

A pesquisa, realizada entre setembro de 2022 e fevereiro de 2023, mostra diferenças importantes entre setores, tipos de emprego e grupos demográficos, o que evidencia a importância de intervenções e políticas direcionadas. 

O mesmo inquérito analisa, igualmente, a forma como os locais de trabalho gerem os riscos de exposição. A utilização de medidas de controlo como a ventilação, os sistemas fechados e o equipamento de proteção individual varia consideravelmente.

Alguns setores, incluindo os laboratórios químicos, referem uma utilização coerente dos controlos técnicos. Em muitos outros, os controlos são utilizados apenas ocasionalmente ou nem sequer são utilizados. Por exemplo, mais de dois terços dos trabalhadores expostos às emissões dos gases de escape dos motores a diesel durante a manutenção dos veículos declararam não ter tomado medidas de proteção.

Tais conclusões sublinham a necessidade de uma aplicação melhorada e mais coerente das medidas técnicas, organizativas e de proteção individual, de acordo com a hierarquia de prevenção estabelecida.

 

Fundamentar a política e a ação

Os dados do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores fornecem evidências robustas e comparáveis para apoiar o desenvolvimento de políticas e estratégias de prevenção no local de trabalho. A EU-OSHA tem contribuído ativamente para o processo em curso da Comissão Europeia de atualização da legislação da UE relativamente aos agentes cancerígenos, mutagénicos e substâncias tóxicas para a reprodução no local de trabalho, que teve início há vários anos e continua até hoje.

A investigação está na base deste trabalho legislativo. Com efeito, além de informarem possíveis alterações futuras, as conclusões do inquérito apoiam igualmente os objetivos do Quadro Estratégico da UE para a Saúde e Segurança no Trabalho 2021-2027, do Plano Europeu de Luta contra o Cancro e do Roteiro da UE sobre Agentes Cancerígenos.

As estratégias de prevenção eficazes devem ter em conta os diferentes tipos e níveis de exposição dos diferentes grupos de trabalhadores, sendo que as abordagens específicas para cada setor e centradas nos trabalhadores são essenciais para reduzir os riscos e proteger a saúde.

 

Aceda às conclusões


Relatório de síntese: Fatores de risco de cancro de origem profissional na Europa — Resumo das conclusões do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores

https://osha.europa.eu/pt/publications/occupational-cancer-risk-factors-europe-overview-findings-workers-exposure-survey

Resumo: Fatores de risco de cancro de origem profissional na Europa — resumo das conclusões do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores

https://osha.europa.eu/pt/publications/summary-occupational-cancer-risk-factors-europe-overview-findings-workers-exposure-survey

Secção temática: Inquérito sobre a exposição dos trabalhadores aos fatores de risco de cancro na Europa

https://osha.europa.eu/pt/facts-and-figures/workers-exposure-survey-cancer-risk-factors-europe


Mais informações disponíveis em: https://osha.europa.eu.


Atualização de Dados sobre Sinistralidade Laboral 2025 – ACT

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

Os dados apresentados referem-se a acidentes de trabalho objeto de inquérito no âmbito da ação inspetiva levada a cabo pela ACT​

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho mortais​

 

2022

2023

2024

2025

2026

139

152

1400

90

 

3

6

5

42

1

142

158

145

132

1

 

 

Número de inquéritos de ​​acidentes de trabalho graves

 

2022

2023

2024

2025

2026

699

689

579

 

394

 

38

64

75

128

1

737

753

654

522

1

 

Fonte: ACT

Esta informação poderá ser consultada na página eletrónica da ACT, carregando Aqui

https://portal.act.gov.pt/Pages/acidentes-trabalho-inqueritos.aspx


Nota: informação atualizada a 8 de janeiro de 2026

 

 

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Exposição a agentes cancerígenos no trabalho: relatório final do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores agora disponível

Milling wood

Imagem com DR

O relatório geral do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores da EU-OSHA fornece a imagem mais clara até à data do número de pessoas na Europa que provavelmente enfrentam fatores de risco cancerígenos no trabalho.

Representando quase 100 milhões de trabalhadores na UE, os resultados mostram que quase metade estava provavelmente exposta a, pelo menos, um agente cancerígeno durante a última semana de trabalho anterior ao inquérito, existindo grandes lacunas na prevenção e existindo a necessidade de medidas urgentes para reduzir o cancro relacionado com o trabalho.


Leia o comunicado de imprensa


Consulte o relatório final e o resumo


Saiba tudo sobre a secção temática Inquérito sobre a exposição dos trabalhadores aos fatores de risco de cancro na Europa


Descarregue o conjunto de dados completo do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores e dos documentos técnicos para fins de pesquisa.

 

Fonte: UE-OSHA


Resultados do ESENER 2024

 



Primeiros resultados ESENER 2024 sobre Gestão da SST

 

O quarto inquérito europeu ESENER 2024 visa ajudar os locais de trabalho a lidar de forma mais eficaz com a saúde e a segurança e promover a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. Fornece informações comparáveis a nível transnacional relevantes para a conceção e implementação de novas políticas no domínio da segurança e saúde no trabalho (SST).

 

Os primeiros resultados apurados e divulgados sobre a gestão da SST permitem-nos aferir as seguintes conclusões gerais:


 Em consonância com as conclusões inquéritos anteriores, 76% dos estabelecimentos entrevistados na UE-27, no ESENER 2024, indicam que realizam avaliações de riscos regularmente.

Como esperado, existe uma correlação positiva com a dimensão dos estabelecimentos, ao passo que, por país, os valores variam entre 95% dos estabelecimentos em Espanha, Itália (93%) e Eslovénia (92%), até 46% no Luxemburgo.

Centrando-se na repartição por país, e em comparação com 2019, registou-se um aumento em vários países da UE-27, sendo os mais notáveis a Lituânia, a Grécia e a Estónia.

Por outro lado, alguns países comunicaram uma diminuição das respetivas quotas de estabelecimentos que realizam avaliações de risco regularmente, como a Hungria, a Bulgária e a Roménia.

 

 Tal como no passado, existem diferenças significativas no que se refere à percentagem de estabelecimentos em que as avaliações de risco são principalmente realizadas por pessoal interno.

O ranking dos países muda significativamente, sendo liderado pela Suécia (84% dos estabelecimentos, semelhante a 85% em 2019) e Dinamarca (80%, como em 2019).

As percentagens mais baixas encontram-se em Espanha (6%, contra 10% em 2019) e na Eslovénia (7%).

 

 Embora tal não indique nada sobre a qualidade destas avaliações de riscos — em alguns países pode até existir uma obrigação legal de contratar serviços de SST para essas tarefas — em princípio, e partindo do pressuposto de que os responsáveis pelo trabalho estão em melhor posição para controlar os riscos, todos os estabelecimentos devem poder realizar uma avaliação básica dos riscos apenas com o seu próprio pessoal.

 

 48% dos estabelecimentos da UE-27 que referem ter trabalhadores a trabalhar regularmente a partir de casa indicam que abrangem esses trabalhadores nas suas avaliações de riscos.

Este valor é claramente superior à percentagem de 31% comunicada em 2019 (26% em 2014). Isto parece refletir uma maior consciencialização de que os locais de trabalho domésticos são verdadeiros locais de trabalho.

 

 Tal como no passado, as percentagens são ainda mais elevadas quando se trata de cobrir outros locais de trabalho fora das instalações dos estabelecimentos (para além do trabalho a partir de casa), uma vez que 66% dos estabelecimentos da UE-27 que declaram dispor de tais modalidades de trabalho indicam tê-las coberto nas suas avaliações de riscos (65 % em 2019).

Esta situação é mais frequentemente comunicada por estabelecimentos em Itália (80%) e no Luxemburgo (76%) e, por setor, na construção, como esperado (82%, embora contra 89% em 2019).

 

 A utilização de serviços de saúde e segurança revela que os médicos do trabalho (75%), os técnicos em saúde e segurança (59%) e os peritos em prevenção de acidentes (52%) são os mais utilizados, com as reportadas em 2019.

Centrando-se nos riscos psicossociais, o recurso a um psicólogo é referido por 21 % dos estabelecimentos da UE-27 (19 % em 2019).

Curiosamente, porém, existem diferenças importantes por país: na Finlândia, 73% dos estabelecimentos referem recorrer a um psicólogo, quer internamente quer com contratos externos, seguindo-se a Bélgica (48%) e a Dinamarca (47%).

 

 Além disso, tal como em 2019, pouco menos de dois terços dos estabelecimentos da UE-27 (62%) afirmam recorrer aos serviços de um prestador externo para os apoiar nas suas tarefas de saúde e segurança, sendo as percentagens mais elevadas na Eslovénia (92%) e em Portugal (88%).

O recurso a fornecedores externos parece estar positivamente associado à dimensão dos estabelecimentos, enquanto a desagregação setorial revela que é o mais frequente entre os estabelecimentos de eletricidade (76%).

 

Aceda ao relatório com os primeiros resultados Aqui.

https://osha.europa.eu/pt/publications/first-findings-fourth-european-survey-enterprises-new-and-emerging-risks-esener-2024

 

 Tradução da responsabilidade do Departamento de SST

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Barómetro de SST acrescenta novos dados sobre os riscos psicossociais e as tendências de digitalização nos locais de trabalho na UE



data visualisation concept

Imagem com DR


A ferramenta de visualização de dados do Barómetro de SST da EU-OSHA inclui agora novos dados sobre os riscos psicossociais e os riscos de digitalização, retirados do nosso recente inquérito «Tomar o pulso à SST» de 2025 (os dados do inquérito «Tomar o pulso à SST» de 2022 também estão incluídos).


Descubra tendências comunicadas pelos trabalhadores em matéria de pressão provocada por fatores temporais, falta de comunicação, insegurança no emprego e muito mais. 


Veja como estes desafios são abordados através de campanhas de sensibilização, formação e aconselhamento em diferentes países da UE. 


Explore a forma como a digitalização está a moldar os fatores de risco psicossociais, como a carga de trabalho e a autonomia, e saiba como as tecnologias, como os telemóveis inteligentes ou sensores, estão a ser utilizadas nos locais de trabalho em toda a Europa.

O Barómetro de SST fornece uma panorâmica interativa e à escala da UE dos indicadores, tendências e estatísticas de segurança e saúde no trabalho, com base em fontes de dados fiáveis, como organismos e agências da UE, o Eurostat, autoridades nacionais, organizações internacionais e inquéritos.

 

Fonte: UE-OSHA

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Microcampanha da ACT Exposição a condições climáticas extremas | ​Frio

 

 


Já se encontra disponível a mais recente microcampanha de sensibilização da ACT, sob o tema "Exposição a condições climáticas extremas - ​Frio".

​A exposição a condições climáticas extremas traz um conjunto de novos desafios para a segurança e saúde no trabalho (SST), exigindo uma adaptação a esta nova realidade e a promoção de atitudes preventivas perante o surgimento ou agravamento de novos riscos.


O ser humano é um ser homeotérmico, de sangue quente, que necessita de manter o corpo a uma temperatura média de cerca de 37 °C para garantir o seu funcionamento adequado e a própria sobrevivência. Esta condição obriga a uma procura constante de equilíbrio térmico entre o organismo e o ambiente envolvente.

Os trabalhadores que estão expostos a baixas temperaturas ou a exposições prolongadas ao frio enfrentam vários riscos para a segurança e saúde. Quanto maior for a alteração da temperatura interna corporal, maior será a resposta fisiológica do organismo, o que exige a adoção de medidas preventivas sempre que exista risco de comprometer os limites da homeotermia. 

Neste contexto, a ACT lança, durante o mês de novembro, uma campanha de sensibilização dedicada à exposição ao frio e aos seus impactos na segurança e saúde no trabalho. Esta campanha pretende responder à necessidade crescente de informação e sensibilização sobre os riscos associados às baixas temperaturas no no local de trabalho, e como preveni-los de forma eficaz.​


Durante este per
íodo serão disponibilizados materiais técnicos e informativos​ sobre esta problemática. Consulte-os aqui​.


https://portal.act.gov.pt/Pages/exposicao-condicoes-climaticas-extremas-frio.aspx