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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

APELO À AÇÃO! Pausas para descanso durante o calor: Um direito de todos os trabalhadores.

Pelo direito de interromper o trabalho, Assine a Petição da CES



 Imagem com DR

 

Os jogadores de futebol tiveram uma pausa para beber água a cada 22 minutos para garantir a sua segurança durante o Campeonato do Mundo.

Mas os trabalhadores da construção civil, os trabalhadores da apanha da fruta e os motoristas de autocarro são frequentemente obrigados a trabalhar durante horas sob calor intenso e perigoso, sem qualquer pausa.

É por isso que houve um enorme aumento no número de mortes relacionadas com o calor no local de trabalho na Europa [1].

Pessoas como Ciro Adinolfi, que morreu de ataque cardíaco em frente ao filho enquanto trabalhava num estaleiro de construção com temperaturas próximas dos 40°C.

Ou José Antonio Gonzalez, que morreu após um longo turno a limpar as ruas com temperaturas superiores a 40°C. 

A vida destes trabalhadores, e de milhares de outros, foi interrompida devido à atitude perigosa da Europa em relação ao trabalho sob calor extremo.

Mas os empregadores não estão a aprender a lição: a investigação mostra [2] que muitos empregadores relutam em adotar medidas voluntárias para manter as pessoas em segurança e recusam até discutir essas medidas com os sindicatos.

É por isso que precisamos de uma lei europeia que estabeleça uma temperatura máxima para o trabalho.

Isso significaria que os trabalhadores teriam o direito de interromper o trabalho e fazer uma pausa — sem receio de perder o salário ou até o emprego — quando a temperaturas e tornar demasiado elevada para trabalhar.

Significaria também que os empregadores teriam de fornecer água, acesso a instalações sanitárias, sombra e vestuário de proteção. Medidas básicas, de simples bom senso, mas essenciais para proteger as pessoas.

Assine agora e diga à Comissão Europeia: Protejam os trabalhadores com uma lei vinculativa da União Europeia sobre temperaturas máximas de trabalho.


O clima está a mudar e as nossas leis também têm de mudar.

 
 


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