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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Newsletter SST - Dezembro 2017 - Campanha Europeia "Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis : Gerir as Substâncias Perigosas"





Conferimos especial destaque à próxima Campanha Europeia "Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis" para 2018-2019: "Gerir as Substâncias Perigosas".

O objetivo desta campanha é sensibilizar para os riscos inerentes à exposição a substâncias perigosas nos locais de trabalho e promover uma cultura de prevenção de riscos, tendo em vista a sua gestão e eliminação.

As substâncias perigosas, ou seja, quaisquer líquidos, gases ou sólidos que coloquem em risco a saúde, ou a segurança dos trabalhadores, estão presentes em quase todos os locais de trabalho.

Por toda a Europa, milhões de trabalhadores entram em contacto com agentes químicos e biológicos suscetíveis de afetarem a sua saúde. Portugal não é exceção.


Relatório de ponta sobre agentes reprotóxicos: sumário disponível em várias línguas




Os agentes reprotóxicos podem afetar a saúde reprodutiva de homens e mulheres, bem como o desenvolvimento do feto, podendo originar abortos espontâneos, deformações congénitas e deficiências funcionais. 

O sumário que apresenta o atual conhecimento sobre os riscos para a reprodução que existem no local de trabalho encontra-se agora disponível em várias línguas.


Descarregue a versão portuguesa aqui.

Boletim Prevenção de Riscos Profissionais – janeiro de 2018



Este número do nosso PRP é dedicado à problemática do cancro relacionado com o trabalho. Segundo informação disponibilizada pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, o cancro é a primeira causa de mortalidade ligada ao trabalho, representando 53 % do total de mortes, constituindo o principal risco para a saúde dos trabalhadores na União Europeia.

Divulgamos também os dados mais recentes sobre sinistralidade laboral, os quais nos deixam extremamente apreensivos, na medida em que à semelhança de 2014, registou-se um novo aumento no número total de acidentes e no número de dias de trabalho perdidos, voltando a contrariar uma tendência decrescente que já se vinha a registar desde 2009.


Aceda à publicação Aqui.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Guia Prático sobre “Mobilidade Transnacional de Trabalhadores e Empresas”

A Autoridade para as Condições do Trabalho acaba de publicar o Guia Prático sobre “Mobilidade Transnacional de Trabalhadores e Empresas” (revisto), bem como o tríptico “Destacamento temporário em França”.

O guia pretende divulgar, de forma simples e sistematizada, os principais aspetos da disciplina legal que enquadra esta matéria para que as empresas, os seus quadros, os representantes dos trabalhadores e dos empregadores e os quadros da administração do trabalho possam dispor da informação necessária a conduzirem adequadamente os seus processos de decisão em que esteja em causa uma prestação serviços e o consequente destacamento de trabalhadores.

O guia visa ainda difundir o regime que decorre da Lei n.º 29/2017, que transpõe a diretiva de execução relativa ao destacamento de trabalhadores. 

Já o tríptico destina-se ao destacamento temporário em França, revelando os direitos e deveres relativos à regulamentação do trabalho.

Aceda ao guia 

Aceda ao tríptico no portal da ACT.

Sindicatos: chega de varrer o assédio sexual e a violência para baixo da mesa!



Luca Visentini, Secretário-Geral da Confederação Europeia dos Sindicatos (CES) afirmou que “os sindicatos e os empregadores desempenham um papel importante na missão de se tornar o trabalho seguro para as mulheres e ajudar a eliminar o assédio e a violência contra as mulheres “. "Percebeu-se que os acordos coletivos constituem o meio mais eficaz para combater este flagelo".

No decorrer do Dia Internacional da ONU para a Eliminação da Violência contra a Mulher (25 de novembro), a CES destaca a eficácia das convenções coletivas no combate à violência contra as mulheres e ressalta que a batalha está longe de ser ganha, solicitando esforços reforçados para promover políticas e procedimentos no local de trabalho, a fim de erradicar o assédio e a violência contra as mulheres.

A CES insta os empregadores e os sindicatos a redobrarem os esforços no sentido de acabar com o assédio e a violência contra as mulheres no local de trabalho e de apoiar as mulheres vítimas de violência doméstica.

Um estudo pioneiro da CES "Seguro em casa, seguro no trabalho", publicado este ano, mostra que os sindicatos lideram a luta contra a violência no local de trabalho. Existem atualmente mais de 160 convenções coletivas negociadas por sindicatos em 10 países da UE abordando as múltiplas formas de assédio e violência a que as mulheres podem estar sujeitas. 

A CES diz que esses acordos devem incentivar mais sindicatos e empregadores a:

Negociar políticas, procedimentos e ações de consciencialização a nível setorial e de empresa.

Produzir políticas-modelo no local de trabalho e formar representantes sindicais no local de trabalho para negociar acordos e políticas sobre assédio sexual e violência.

Assegurar iniciativas de saúde e segurança e bem-estar inclui soluções para o assédio e para a violência contra as mulheres.

Prover informações e apoio aos trabalhadores vítimas de violência e assédio no trabalho ou em casa.

Montserrat Mir, Secretária Confederal da CES, afirmou que "as mulheres não deveriam ter que #MeToo", "não se deveria continuar a varrer o assédio sexual e a violência para baixo tapete. Os sindicatos e os empregadores precisam de trabalhar juntos para destruir estes comportamentos. 

Existem muitos bons exemplos de políticas e procedimentos para combater o assédio e a violência e o apoio às vítimas, negociados pelos sindicatos em muitos países europeus. Esses esforços devem ser redobrados".

A CES também insta os decisores políticos a fortalecerem o quadro jurídico e acredita que já há muito deveria existir uma Convenção da OIT contra a violência contra as mulheres.

Para aceder ao relatório “Seguro em casa, seguro no trabalho”


Ver pag. 9 do pdf do ‘relatório completo’ para consultar as 10 coisas que os sindicatos podem fazer para lidar com o assédio e a violência contra as mulheres.  

Para consultar exs. de sindicatos envolvidos em negociação coletiva sobre políticas e procedimentos para lidar com o assédio e a violência contras as mulheres e apoiar as vítimas (incluindo as vítimas de violência doméstica) 

Ver




Sabia que


Sabia que...