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terça-feira, 14 de maio de 2019

Stresse e trabalho: perceções de docentes terapeutas ocupacionais do Brasil e Portugal


 Resumo:

 

“ As transformações no quotidiano laboral docente vêm possibilitando, cada vez mais, a perceção de stresse no ambiente de trabalho, o que deixa o trabalhador mais vulnerável ao sofrimento e ao adoecimento. Este artigo tem por objetivo identificar o nível de stresse dos docentes, bem como apontar, entre as atividades relacionadas, as semelhanças e diferenças da perceção do stresse entre os docentes terapeutas ocupacionais do Brasil e Portugal.

 

O estudo foi construído a partir de uma abordagem quantitativa, exploratória, observacional e transversal. Utilizou o Questionário de Stress em Professores do Ensino Superior-QSPES, para a coleta de dados, e contou com uma amostra de 17 docentes do Brasil e 19 docentes de Portugal.

 

Os resultados obtidos indicaram que 47,1% dos professores brasileiros revelaram uma perceção de "bastante stresse" e 57,9% dos professores portugueses apresentam "stresse moderado", com destaque para as categorias de excesso de trabalho, trabalho burocrático/administrativo e produtividade científica.

 

Sabemos que o stresse é um elemento inalienável no quotidiano, por isso ressalta a necessidade de desenvolver estratégias e ações para minimizar a perceção do stresse e do seu impacto na saúde e bem-estar dos docentes.”


Aceda ao artigo Aqui.



segunda-feira, 13 de maio de 2019

Newsletter Internacional sobre Segurança e Saúde no Trabalho - 1ª Edição

 




A 1ª Edição da Newsletter Internacional sobre Segurança e Saúde no Trabalho.

 

A área da Segurança e Saúde no Trabalho reveste um caráter internacional extremamente rico, ou seja, é um campo em que estão permanentemente a surgir novas orientações, atualizações técnicas, legislação e recomendações, estudos, dados estatísticos, bem como instrumentos de informação e sensibilização provenientes de várias fontes, considerando que fazemos parte da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), do Instituto Sindical Europeu (ETUI), da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, do Comité do Luxemburgo.

 

Importa, igualmente, evidenciar boas práticas apresentadas por outras estruturas sindicais filiadas na CES. Esta Newsletter tem pois essa missão.


Relembramos que a UGT pugnou juntamente com a CES para que governo e empregadores tomem medidas para que, em conjunto, com os sindicatos, se evitem acidentes de trabalho mortais e não mortais, lesões e doenças profissionais.

 

Aceda a esta publicação Aqui.

 


 

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Procedimentos de investigação em caso de doenças profissionais






Os acidentes de trabalho têm sido objeto de muita investigação e de elaboração de procedimentos. No entanto, o mesmo não acontece com as doenças profissionais. Uma das falhas mais notáveis ​​é a falta de um procedimento harmonizado para a investigação direta de casos de doenças profissionais nas empresas.

Este guia técnico do INSHT visa, apresentar um quadro de referência para a investigação de doenças profissionais no âmbito das empresas e, assim, aprofundar seu conhecimento sobre elas.

Aceda ao Guia Aqui.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Newsletter Internacional sobre SST


A área da Segurança e Saúde no Trabalho reveste um caráter internacional extremamente rico, ou seja, é um campo em que estão permanentemente a surgir novas orientações, atualizações técnicas, legislação e recomendações, estudos, dados estatísticos, bem como instrumentos de informação e sensibilização provenientes de várias fontes, considerando que fazemos parte da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), do Instituto Sindical Europeu (ETUI), da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, do Comité do Luxemburgo.

Importa, igualmente, evidenciar boas práticas apresentadas por outras estruturas sindicais filiadas na CES. Esta Newsletter tem pois essa missão.

Relembramos que a UGT pugnou juntamente com a CES para que governo e empregadores tomem medidas para que, em conjunto, com os sindicatos, se evitem acidentes de trabalho mortais e não mortais, lesões e doenças profissionais.







quarta-feira, 8 de maio de 2019

Trabalho+Seguro: Revista Sindical sobre SST - 1ª Edição - Maio 2019




1ª Edição da Revista "Trabalho+Seguro" do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da UGT, dirigida aos Sindicatos, Uniões, Trabalhadores e Representantes dos Trabalhadores para a SST.
Nesta edição são temas em destaque, os números sobre exposição a riscos químicos no trabalho, um caderno prático sobre a eleição, direitos e funções dos Representantes dos Trabalhadores para SST, e ainda se existem substâncias perigosas no seu local de trabalho?

Ao lançarmos esta revista digital Trabalho + Seguro pretendemos apostar numa maior disseminação de informação, dirigida ao nosso público-alvo – Sindicatos, Uniões, Trabalhadores e Representantes dos Trabalhadores para a SST – sobre a atualidade em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como o registo das participações institucionais da UGT nesta área em eventos promovidos por outras organizações com relevância para a SST, conferindo visibilidade ao trabalho que é feito neste âmbito.

Vai ter uma periodicidade bimensal e cada número será acompanhado de um suplemento especial que abordará uma temática específica.

Esta revista procura responder à necessidade de melhorar constantemente a informação e sensibilização sobre a prevenção de riscos profissionais, com vista a uma intervenção sindical mais eficaz e focada na prevenção nos locais de trabalho.

Pretendemos com esta publicação incrementar a participação dos trabalhadores e trabalhadoras no domínio da Segurança e da Saúde, a qual não constitui apenas um Direito, mas um pressuposto fundamental para garantir a eficácia da gestão da Segurança e da Saúde no Trabalho por parte dos empregadores.


Por esta razão conferimos especial atenção à figura do Representante dos Trabalhadores para a SST, pois nunca é demais relembrar que estes agentes da prevenção constituem um elemento chave para a promoção de melhores condições de Segurança Saúde nos locais de trabalho e, por esse motivo, a sua eleição continua a constituir uma prioridade sindical para a UGT.


segunda-feira, 6 de maio de 2019

As micro e pequenas empresas lideram a lista dos muitos beneficiários das atividades da EU-OSHA




Representando a grande maioria das empresas na Europa, as micro e pequenas empresas (MPE) empregam cerca de metade de toda a mão de obra. No entanto, os seus trabalhadores são particularmente vulneráveis no que diz respeito a acidentes no local de trabalho e problemas de saúde relacionados com o trabalho.

Através da sensibilização e da disponibilização de recursos práticos, a EU-OSHA, com a ajuda dos seus parceiros, apoiou centenas de milhares de MPE e muitos outros beneficiários, e continua a procurar formas inovadoras de chegar ao seu público-alvo principal.

Saiba mais Aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 


sexta-feira, 3 de maio de 2019

A Segurança e Saúde no Trabalho no centro do futuro do trabalho


 


Já se encontra disponível o Relatório da OIT - A segurança e saúde no trabalho no centro do futuro do trabalho.

A OIT, por ocasião do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, divulgou o seu novo relatório “Segurança e saúde no centro do futuro do trabalho: Tirando partido de 100 anos de experiência”, no qual analisa os 100 anos de trabalho desta organização dedicados à melhoria das condições de saúde e segurança no trabalho (SST), e destaca os problemas emergentes nesta área no mundo do trabalho.

“Assim como observamos um maior interesse na prevenção dos riscos reconhecidos, também constatámos mudanças profundas nos nossos postos de trabalho e na forma como trabalhamos. Necessitamos de estruturas de segurança e saúde que espelhem essas alterações, a par de uma cultura geral de prevenção que incentive a responsabilidade partilhada”, disse Manal Azzi, especialista técnica da OIT sobre segurança e saúde no trabalho.

“Além do custo económico devemos reconhecer o incomensurável sofrimento humano que causam estas enfermidades e acidentes. E são ainda mais trágicos porque em grande medida podem ser evitados”, explica.

O relatório destaca quatro grandes forças transformadoras que impulsionam as mudanças, referindo ainda que todas oferecem oportunidades de melhoria.

       Em primeiro lugar, a tecnologia – como a digitalização, a robótica e a nanotecnologia – podem também afetar a saúde psicossocial e introduzir novos materiais com riscos para a saúde que não foram ainda tidos em consideração. Aplicada corretamente, também pode contribuir para a redução da exposição aos riscos profissionais, facilitar a formação e a inspeção do trabalho.

       As mudanças demográficas são relevantes porque se registam níveis elevados de lesões profissionais na população jovem trabalhadora, por outro lado também  é necessário assegurar   métodos de trabalho e equipamento que garantam a segurança e a saúde dos trabalhadores menos jovens.  As mulheres –  em número crescente no  trabalho– são mais propensas a trabalhar em formas atípicas de emprego e correm maiores riscos de sofrer lesões músculo-esqueléticas.

       Em terceiro lugar, o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas que abrem espaço a riscos como a contaminação do ar, o stress pelo excesso de calor, a doenças emergentes, as alterações nos padrões  de precipitação e de temperatura, podendo ocasionar a perda de postos de trabalho. Mas também, serão criados novos empregos graças à economia verde.

       Para finalizar, as alterações na organização do trabalho podem dar lugar a uma flexibilidade que permita que um maior número de pessoas entre no mundo do trabalho, mas também pode originar problemas psicossociais (p. ex, insegurança, redução da privacidade e do tempo de descanso, ou uma proteção inadequada em matéria de SST e de proteção social) e horários de trabalho excessivos.

Com base nestes desafios, o relatório propõe seis áreas  nas quais se devem concentrar responsáveis políticos e outros parceiros relevantes. 

         Antecipar os riscos novos e emergentes para a SST;

         Adotar uma abordagem multidisciplinar;

         Estabelecer uma maior relação com a saúde pública;

         Melhor compreensão acerca dos assuntos relacionados com a SST;

         Reforçar as normas internacionais do trabalho e a legislação dos países;

         Potenciar a  colaboração entre governos, representante dos empregadores e dos trabalhadores.

 

 

Aceda ao Relatório Aqui.