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terça-feira, 19 de março de 2024

PARTICIPE NO II WORKSHOP MINDFULNESS - SERENIDADE E BEM-ESTAR INTERIOR, 27 de março de 2024

27 de março de 2024, pelas 10 horas – ONLINE

 

O Departamento de SST da UGT, ciente da necessidade de serem encetadas estratégias no local de trabalhado para a PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL, pretende continuar a fornecer ferramentas para que os trabalhadores e trabalhadoras possam preservar a sua saúde mental e fortalecer os seus mecanismos de defesa para prevenir a ocorrência de problemas do foro mental.

 

Assim, no próximo dia 27 de março de 2024, pelas 10 horas, em formato Online, iremos desenvolver o 2.º Workshop temático inserido no nosso Programa de Promoção da Saúde Mental no Local de Trabalho, intitulado: MINDFULNESS - SERENIDADE E BEM-ESTAR INTERIOR.

 

Com este Workshop pretendemos promover o bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras e o fortalecimento da sua saúde física e mental através da prática da reflexão e meditação, tendo por referência os benefícios da prática de mindfulness e o seu papel no ambiente de trabalho, os quais têm revelado um impacto significativo na satisfação e no desempenho no trabalho, na redução de exaustão emocional e burnout, promovendo o envolvimento no trabalho e a otimização dos relacionamentos interpessoais.

 

     Inscrições👉   https://forms.office.com/e/JqNF7BuewF

 

 

 

Reunião do Microsoft Teams

Participar pelo computador, aplicação móvel ou dispositivo de sala

Clique aqui para participar na reunião

ID da Reunião: 371 632 232 424
Código de acesso: itGYLc

Transferir o Teams

 

 

Para mais Informações, contactar: Maria do Carmo Magalhães / Telef.: 213 9312 00 | Email.: maria.carmo@ugt.pt

 


segunda-feira, 18 de março de 2024

ALERTA DIGITAL … Alguns números sobre o cancro relacionado com o trabalho

 



ALERTA DIGITAL … Alguns números sobre o cancro relacionado com o trabalho  


O  cancro relacionado com o trabalho   constitui uma das principais doenças profissionais na Europa. Para abordar esta questão, é necessário dispor de dados atuais e fiáveis sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de desenvolvimento da doença.

É por este motivo que a EU-OSHA realizou um inquérito sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro na Europa.

O inquérito visa identificar melhor os fatores de risco de cancro responsáveis pela maioria das exposições, apresentando uma síntese rigorosa e abrangente que pode contribuir para a aplicação de medidas preventivas, bem como para a sensibilização e elaboração de políticas, em última análise, ajudando na luta contra o cancro de origem profissional.

Os primeiros resultados do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores aos fatores de risco de cancro na Europa identificaram a radiação solar ultravioleta (UV), as emissões de gases de escape dos motores a diesel, o benzeno, a sílica cristalina respirável (SCR) e o formaldeído como as exposições profissionais cuja probabilidade de ocorrência é mais frequente entre os 24 fatores de risco de cancro analisados.

No total, 24.402 trabalhadores responderam às perguntas do inquérito.


Seguem alguns resultados mais relevantes:

- 52,6% dos inquiridos não foram expostos a nenhum dos vinte e quatro fatores de risco de cancro considerados na pesquisa, na sua última semana de trabalho;

- 21,2% foram expostos a um  fator de risco;

- 1,9% a mais de cinco fatores de risco;

- Entre os trabalhadores expostos a um fator de risco de cancro, 14% trabalhavam na indústria transformadora, 14% no comércio grossista e retalhista e 13% em atividades de saúde e serviços sociais;

- Mais de 60% dos trabalhadores tinham exposições múltiplas nas atividades extrativas e na construção;

- 20,8% dos inquiridos manifestaram exposição à radiação solar UV (incluindo a exposição ocular) que é a exposição mais comum;

- Estimou-se que um em cada cinco trabalhadores estava exposto às emissões dos motores diesel, a maioria delas a um nível baixo;

- Estima-se que 13% dos trabalhadores estavam expostos ao benzeno;

- Muitos trabalhadores de postos de gasolina (98%), trabalhadores da construção e manutenção de estradas (68%) e bombeiros (51%) provavelmente foram expostos a esse fator de risco de cancro;

- 8,4% dos trabalhadores foram expostos a sílica cristalina respirável;

- Mais de 90% dos trabalhadores de minas e pedreiras e trabalhadores de construção e manutenção de estradas foram, provavelmente, expostos a fatores de risco durante a última semana de trabalho, bem como 79% dos trabalhadores na produção de cerâmica;

- 6,4% dos trabalhadores estavam expostos ao formaldeído;

- Mais de duas em cada cinco pessoas nas seguintes categorias profissionais estavam provavelmente expostas ao formaldeído: trabalhadores da indústria de estofos (62%); floristas (50,7%); bombeiros e trabalhadores que fabricam/reparam calçado ou acabamentos em couro (ambos 45,3%); e trabalhadores que fabricam artigos de borracha, borracha, plástico ou resina (42,5%).


Fonte: Inquérito sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro na Europa – Primeiras conclusões


 

sexta-feira, 15 de março de 2024

PARTICIPE NO II WORKSHOP MINDFULNESS - SERENIDADE E BEM-ESTAR INTERIOR, 27 de março de 2024

 


O Departamento de SST da UGT, ciente da necessidade de serem encetadas estratégias no local de trabalhado para a PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL, pretende continuar a fornecer ferramentas para que os trabalhadores e trabalhadoras possam preservar a sua saúde mental e fortalecer os seus mecanismos de defesa para prevenir a ocorrência de problemas do foro mental.

Assim, no próximo dia 27 de março de 2024, pelas 10 horas, em formato Online, iremos desenvolver o 2.º Workshop temático inserido no nosso Programa de Promoção da Saúde Mental no Local de Trabalho, intitulado: MINDFULNESS - SERENIDADE E BEM-ESTAR INTERIOR.

Com este Workshop pretendemos promover o bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras e o fortalecimento da sua saúde física e mental através da prática da reflexão e meditação, tendo por referência os benefícios da prática de mindfulness e o seu papel no ambiente de trabalho, os quais têm revelado um impacto significativo na satisfação e no desempenho no trabalho, na redução de exaustão emocional e burnout, promovendo o envolvimento no trabalho e a otimização dos relacionamentos interpessoais.


     Inscrições👉   https://forms.office.com/e/JqNF7BuewF

 


Reunião do Microsoft Teams

Participar pelo computador, aplicação móvel ou dispositivo de sala

Clique aqui para participar na reunião

ID da Reunião: 371 632 232 424
Código de acesso: itGYLc

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Para mais Informações, contactar: Maria do Carmo Magalhães / Telef.: 213 9312 00 | Email.: maria.carmo@ugt.pt

 

Alerta SST em números: cancro relacionado com o trabalho

 


SST em Números | Cancro relacionado com o trabalho

cancro relacionado com o trabalho constitui uma das principais doenças profissionais na Europa. Para abordar esta questão, é necessário dispor de dados atuais e fiáveis sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de desenvolvimento da doença.

É por este motivo que a EU-OSHA realizou um inquérito sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro na Europa.

O inquérito visa identificar melhor os fatores de risco de cancro responsáveis pela maioria das exposições, apresentando uma síntese rigorosa e abrangente que pode contribuir para a aplicação de medidas preventivas, bem como para a sensibilização e elaboração de políticas, em última análise, ajudando na luta contra o cancro de origem profissional.

Os primeiros resultados do inquérito sobre a exposição dos trabalhadores aos fatores de risco de cancro na Europa identificaram a radiação solar ultravioleta (UV), as emissões de gases de escape dos motores a diesel, o benzeno, a sílica cristalina respirável (SCR) e o formaldeído como as exposições profissionais cuja probabilidade de ocorrência é mais frequente entre os 24 fatores de risco de cancro analisados.

No total, 24.402 trabalhadores responderam às perguntas do inquérito.

 

Seguem alguns resultados mais relevantes:

  • 52,6% dos inquiridos não foram expostos a nenhum dos vinte e quatro fatores de risco de cancro considerados na pesquisa, na sua última semana de trabalho;
  • 21,2% foram expostos a um  fator de risco;
  • 1,9% a mais de cinco fatores de risco;
  • Entre os trabalhadores expostos a um fator de risco de cancro, 14% trabalhavam na indústria transformadora, 14% no comércio grossista e retalhista e 13% em atividades de saúde e serviços sociais;
  • Mais de 60% dos trabalhadores tinham exposições múltiplas nas atividades extrativas e na construção;
  • 20,8% dos inquiridos manifestaram exposição à radiação solar UV (incluindo a exposição ocular) que é a exposição mais comum;
  • Estimou-se que um em cada cinco trabalhadores estava exposto às emissões dos motores diesel, a maioria delas a um nível baixo;
  • Estima-se que 13% dos trabalhadores estavam expostos ao benzeno;
  • Muitos trabalhadores de postos de gasolina (98%), trabalhadores da construção e manutenção de estradas (68%) e bombeiros (51%) provavelmente foram expostos a esse fator de risco de cancro;
  • 8,4% dos trabalhadores foram expostos a sílica cristalina respirável;
  • Mais de 90% dos trabalhadores de minas e pedreiras e trabalhadores de construção e manutenção de estradas foram, provavelmente, expostos a fatores de risco durante a última semana de trabalho, bem como 79% dos trabalhadores na produção de cerâmica;
  • 6,4% dos trabalhadores estavam expostos ao formaldeído;
  • Mais de duas em cada cinco pessoas nas seguintes categorias profissionais estavam provavelmente expostas ao formaldeído: trabalhadores da indústria de estofos (62%); floristas (50,7%); bombeiros e trabalhadores que fabricam/reparam calçado ou acabamentos em couro (ambos 45,3%); e trabalhadores que fabricam artigos de borracha, borracha, plástico ou resina (42,5%).

 

Fonte: Inquérito sobre a exposição dos trabalhadores a fatores de risco de cancro na Europa – Primeiras conclusões

 


quinta-feira, 14 de março de 2024

ALERTA DIGITAL … A Sinistralidade Laboral em Números

 


ALERTA DIGITAL … A Sinistralidade Laboral em Números

 

A União Europeia (UE) registou, em 2020, 2,4% de acidentes de trabalho, com Portugal a ocupar o sexto lugar entre os Estados-membros (3,2%), recuando ambos face a 2013.

 

- De acordo com o EUROSTAT, em 2020, 2,4% das pessoas empregadas na UE - ou não empregadas, mas que tinham trabalhado durante o ano anterior ao inquérito -relataram pelo menos um acidente de trabalho nos 12 meses anteriores, uma percentagem inferior aos 2,8% registados em 2013, o que pode ser em parte devido à pandemia da covid-19.

 

- A Finlândia (9,6%), Suécia (5,0%) e França (4,6%) apresentaram, em 2020, as maiores taxas de acidentes de trabalho, com a Lituânia (0,5%), Bulgária e Hungria (0,7% cada) a registarem as menores.

 

- Portugal está no sexto lugar da tabela, com uma taxa de 3,2%, face à de 4,0% registada em 2013.

 

- A categoria profissional com a maior percentagem de pessoas que relataram um acidente de trabalho a nível da UE em 2020 foi a dos trabalhadores do setor artesanal (4,4%).

 

- No que toca a fatores de risco para a saúde física no trabalho, 13,2% dos inquiridos indicaram as posições cansativas ou dolorosas como o mais grave para a sua saúde, seguindo-se atividades envolvendo forte concentração visual (10,0%), manuseamento de cargas pesadas (9,1%) e movimentos repetitivos das mãos ou dos braços (8,7%).

 

- Os dados também indicaram que 44,6% das pessoas empregadas com idades entre os 15 e os 64 anos declararam enfrentar fatores de risco para o seu bem-estar mental no trabalho.

- Em 2020, 22% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 1 a 9 trabalhadores.

 

- Regista-se uma diminuição dos valores percentuais no decorrer dos anos em análise, de 26% em 2014 para 23% em 2019.

- Em 2020, 23% dos acidentes de trabalho mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 10 a 49 trabalhadores.

 

Regista-se uma diminuição dos valores percentuais no decorrer dos anos em análise, de 29% em 2014 para 23% em 2019, excetuando o ano de 2015 que registou 30% da totalidade de acidentes de trabalho mortais registados no nosso país.

Em 2020, 28% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 10 a 49 trabalhadores.

Em 2020, 24% dos acidentes de trabalho com consequência mortal, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 50 a 249 trabalhadores.

 

Regista-se um aumento percentual no decorrer dos anos em análise, de 16% em 2014 para 24% em 2019.

 

Em 2020, 17% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 50 a 249 trabalhadores.

 

Regista-se um aumento percentual no decorrer dos anos em análise, de 15% em 2014 para 18% em 2019.

Em 2020, 5% dos acidentes de trabalho mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 250 a 499 trabalhadores.

 

De registar a diminuição significativa ocorrida de 8% em 2019 para 5% em 2020.

Em 2020, 7% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em empresas com 250 a 499 trabalhadores.

 

Os valores percentuais mantiveram-se estáveis no decorre dos anos em análise, oscilando entre 6% em 2014.

Em 2020, 11,45% dos acidentes de trabalho mortais, registados em Portugal, ocorreram em atividades da agricultura.

 

Em 2016 registou-se uma diminuição significativa dos acidentes mortais registados neste setor de 12,32% para 6,80% em 2018.

Relativamente aos acidentes de trabalho mortais registados no domicílio, apenas são disponibilizados valores percentuais em 2016 e 2017, cuja análise evidencia um aumento muito significativo de 0,71% para 8,57%.

Apenas se registaram acidentes de trabalho mortais, nos estabelecimentos de saúde, no ano der 2019, representando 1,92% da totalidade de acidentes ocorridos no nosso país.

 

De ressaltar, Espanha que regista no ano de 2020 um valor percentual significativo de 7,40% de acidentes ocorridos neste setor de atividade.

 

Da mesma forma, Itália regista em 2020 um valor percentual de 10,82% de acidentes mortais.

 

Em 2020, 29,77% dos acidentes de trabalho mortais, registados em Portugal, ocorreram em ambiente de estaleiro, tendo -se verificado um aumento significativo de 22,14% em 2017 para os valores percentuais já referidos 29,77% em 2020.

Em 2020, 16,79% dos acidentes de trabalho mortais, registados em Portugal, ocorreram em ambiente industrial, tendo-se verificado um aumento significativo de 13,04,14% em 2015 para 19,42% em 2010.

Em 2020, 3,78% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em atividades da agricultura.

 

2015 foi o ano em que se registou um valor percentual mais elevado – 4,09% e o ano 2017 registou 2,70% da totalidade de acidentes ocorridos no nosso país.

Em 2020, 1,80 % dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram no domicílio.

Em 2020, 5,13% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em estabelecimentos de saúde, tendo-se verificado um aumento significativo de 3,98% em 2019.

Em 2020, 5,13% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em ambiente de estaleiro.

Em 2020, 39,37% dos acidentes de trabalho não mortais, registados em Portugal, ocorreram em zona industrial, tendo -se verificado um aumento significativo de 32,81% em 2014 para 36,18% em 2019.

 

Fonte:

Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat)

 

 

 


Robótica no local de trabalho: prepare-se para uma montanha-russa de novas experiências com o Napo!

 

Imagem com DR

Embarque numa viagem ao mundo da robótica no local de trabalho com o nosso herói animado Napo! Descubra as tecnologias emergentes e explore os perigos que podem existir na automatização das tarefas. Junte-se a nós enquanto Napo nos guia sobre segurança na linha de produção, trabalha com robôs colaborativos e descobre o poder dos exoesqueletos. 


A automatização das tarefas físicas e cognitivas e os sistemas digitais inteligentes são alguns dos temas abordados na Campanha Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis 2023-2025 «Trabalho seguro e saudável na era digital».


Ver o filme Napo em…robôs no trabalho


Descubra todas as publicações relacionadas com a digitalização no trabalho

 

quarta-feira, 13 de março de 2024

O OiRA em números: Mais de 60 ferramentas em preparação

 


Imagem com DR


O projeto OiRA, a ferramenta interativa em linha de avaliação de riscos da EU-OSHA, é a primeira iniciativa da UE para incentivar as micro e pequenas empresas (MPE) a avaliar e gerir os seus próprios riscos de segurança e saúde no trabalho (SST) utilizando o #OiRAtools adaptado e multilingue.

A realização de avaliações de riscos adequadas é fundamental para locais de trabalho seguros e saudáveis e, embora tal possa ser bastante difícil, em especial para as MPE, o OiRA proporciona um processo sólido de avaliação dos riscos para melhorar as condições de trabalho através da utilização das suas ferramentas.

Os dados atuais do OiRA incluem 354 ferramentas em linha disponíveis e mais de 60 novas ferramentas em desenvolvimento em vários setores, com o apoio da  comunidade  de parceiros do OiRA.

Os números mostram o sucesso do OiRA, com mais de 236 800 utilizadores registados e quase 400 000 avaliações de risco realizadas até à data. Ambos os números continuam a aumentar de forma constante!


Consulte os factos e números do OiRA ao longo de 2023


Acompanhamento de todas as atualizações do #OiRAtools 

Fonte: UE-OSHA