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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

EU-OSHA publica Guia europeu para a prevenção de riscos em pequenos navios de pesca


O presente guia foi criado para prevenir os riscos dos pequenos navios de pesca e dos que neles trabalham, para que tanto os navios quanto as suas tripulações regressem sãos e salvos após uma viagem. 

Dado que estes navios representam cerca de 80 % de toda a frota pesqueira da UE e que as mortes, lesões e embarcações perdidas no mar registam níveis inaceitáveis, este guia é crucial na prevenção dos riscos e na proteção das comunidades mais amplas piscatórias. 

Os diferentes módulos do guia concentram-se em áreas determinantes, nomeadamente o navio, a tripulação, as operações de pesca, eventos reais, avaliação dos riscos e informações adicionais como os equipamentos de flutuação, estabilidade, primeiros socorros, equipamento de trabalho e simulacros de emergência.

 Um glossário com ilustrações, fotografias e gráficos serve para salientar os pontos importantes do guia, tornando-o numa referência muito fácil de utilizar.



Descarregue o Guia aqui.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

ETUI - Trabalho e Saúde: Como uns são mais iguais do que outros

O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da UGT efectuou a tradução de um artigo, da autoria de Laurent Vogel, do Instituto Sindical Europeu (ETUI) que chama a atenção para as desigualdades sociais na saúde estão a aumentar na maioria dos países europeus.
" As desigualdades sociais na saúde estão a aumentar na maioria dos países europeus E com políticas públicas na área da saúde que tendem a ignorar o papel das condições de trabalho, o aumento das formas de emprego não padronizadas pode ampliar ainda mais as lacunas."


Leia atentamente o artigo Aqui.

(Nota: Tradução da responsabilidade da UGT)

Newsletter SST de agosto

Destacamos neste número da nossa Newsletter, a Campanha da CES - Porque o trabalho não deveria doer - à qual a UGT se associou.
As lesões músculo-esqueléticas são a doença profissional mais comum na Europa. As causas mais comuns são os movimentos repetitivos da mão ou do braço e estar sentado durante períodos de tempo prolongados.
As lesões músculo-esqueléticas são uma das doenças mais comuns relacionadas com o trabalho. Afetam milhões de trabalhadores europeus, com um custo de milhares de milhões de euros para as entidades patronais. Portugal não é exceção.
Combater as lesões músculo-esqueléticas contribui para melhorar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras, mas é também, sem dúvida, um bom investimento.
A dor física e o desconforto causado por estas doenças, juntamente com o aumento do absentismo implicou, torná-las uma prioridade para a prevenção da saúde ocupacional, pelo que esta Campanha tem toda a importância.

Aceda a esta publicação Aqui.


Bélgica: trabalhadores do setor da limpeza em maior risco de sofrer doenças pulmonares


Um estudo desenvolvido pela Vrije Universiteit Brussel (VUB) revelou que a taxa de mortalidade causada por doenças pulmonares é substancialmente maior entre os homens e mulheres que trabalham no setor da limpeza do que no resto da população. 

Embora o objetivo do estudo não fosse procurar uma explicação para estas ocorrências, a autora refere como possíveis causas a exposição aos químicos existentes nos produtos de limpeza, bem como os riscos biológicos decorrentes da exposição ao bolor e ao pó. O setor da limpeza emprega cerca de 200 mil pessoas na Bélgica.


Saiba mais aqui.

Contratos de zero horas são prejudiciais para a saúde


De acordo com um estudo publicado a 5 de Julho de 2017 pelo Instituto de Educação da University College London, os trabalhadores com contratos de zero horas (onde o empregador não é obrigado a estabelecer um horário de trabalho mínimo e o trabalhador não é obrigado a aceitar qualquer trabalho que lhe é dado) correm maior risco de saúde, sobretudo mental, em comparação com os trabalhadores com empregos estáveis. Maior risco ainda correm os jovens adultos desempregados, duas vezes mais suscetíveis de desenvolver perturbações mentais.

Estas e outras conclusões preocupantes podem ser consultadas aqui.


Bélgica: uma em cada três trabalhadoras dos serviços de limpeza vítima de assédio sexual


Segundo um inquérito desenvolvido pela confederação sindical belga ACV/CSC e publicado no final de Junho, um terço das mulheres que trabalham em serviços de limpeza ou como empregadas domésticas foi alvo de assédio sexual no trabalho em pelo menos uma ocasião. 

Na maioria dos casos, o assédio foi de natureza verbal, mas em 37% dos casos houve contacto físico. 82% dos agressores eram clientes, que assediavam as trabalhadoras na sua própria casa ou em espaços fechados como quartos de hotéis. 

As vítimas de assédio referem ter sofrido uma variedade de efeitos psicológicos em consequência destes atos, desde ansiedade a insónias, menor produtividade e deterioração do relacionamento com o respetivo parceiro. Uma em cada quatro vítimas sentiu-se incapaz de relatar o assédio, por medo de perder o emprego ou por ter vergonha, ou ainda por considerar inútil.


Saiba mais aqui.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Estudo revela que existe relação entre saltos altos e perturbações músculo-esqueléticas


Um estudo recente veio comprovar a relação que existe entre as regras de vestuário que obrigam as mulheres a usar saltos altos no trabalho e as perturbações músculo-esqueléticas. A investigação, conduzida por estudantes da Universidade de Aberdeen e cujos resultados foram publicados no jornal BMC Public Health, é descrita como “a mais detalhada análise” de estudos científicos realizados ao nível dos efeitos que os saltos altos têm sobre a saúde. 

Os investigadores descobriram que muitos estudos evidenciavam uma clara ligação entre a utilização de saltos altos e um maior risco de desenvolver perturbações músculo-esqueléticas e joanetes, mas não encontraram provas que relacionassem o calçado à osteoartrite.


Saiba mais aqui.